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A gente achou que teria que esperar até agosto para saber novidades sobre os live actions de Mulan e A Pequena Sereia, mas não precisou. Essa semana vazaram algumas informações sobre a produção de Mulan e, hoje, a Disney confirmou o elenco de A Pequena Sereia. Vem saber tudo tintim por tintim!

MULAN

Logo quando o filme foi anunciado, havia sido noticiado que não seria um musical. Depois de muitas críticas, voltaram atrás na decisão. O longa terá, sim, as músicas da animação, porém, ao que parece, elas não serão cantadas pelo elenco. Outra novidade é que Mushu será uma fênix e Mulan terá uma irmã mais nova. Isso me faz pensar que, talvez, essa irmã substitua o cãozinho de Mulan, que na animação se chama Irmãozinho. O live chega aos cinemas já no ano que vem.

A PEQUENA SEREIA

Finalmente o elenco foi confirmadíssimo pelo Instagram – logo hoje que todas as redes sociais do Mark Zuckerberg estão instáveis, mas tudo bem. Preparem-se para conhecer a nova Ariel, Halle Bailey. Ouçam essa voz!!!

Halle tem apenas 19 aninhos, o que a torna a princesa mais jovem dos live-actions. Ela é famosa nos Estados Unidos por fazer parte da dupla musical Chloe X Halle, junto com sua irmã (que, inclusive, a Disney já podia escalar pra ser uma das irmãs da Ariel também), e também por ter ligação com Rihanna e Beyoncé. Ela já se mostrou super feliz com o papel, postando uma imagem da Ariel negra em seu Instagram.

A vilã Úrsula será interpretada por Melissa McCarthy, já o melhor amigo de Ariel, Linguado, será vivido por Jacob Tremblay, conhecido pela sua interpretação impecável em Extraordinário. A maior mudança, por enquanto, fica por conta do personagem Sabidão, que no live action terá uma versão feminina dublada pela rapper Awkwafina – mas essa não é a sua primeira vez se aventurando no cinema, já tendo participado do filme Oito Mulheres e Um Segredo.

Sim, pelo visto teremos lives indo por caminhos diferentes das animações, tanto em Mulan como em A Pequena Sereia. Mas não devemos ver isso como algo ruim, mesmo porque só conseguimos ter uma opinião formada depois de assistirmos. Vale lembrar que as animações já são clássicos consagrados e nunca vão mudar, elas estarão ali do jeitinho que sempre foram quando a gente sentir saudade. Os live actions, apesar de serem baseados nesses clássicos, são releituras e devem ser vistos como produções completamente novas, a mesma história sendo contada de forma diferente. Imaginem se fossem seguir tudo igualzinho, seria muito previsível, né?! A Disney já mostrou que esses lives todos servem para atualizar as narrativas com um olhar mais contemporâneo, e isso é ótimo, nos trazendo personagens femininas mais fortes e empoderadas. Quantas vezes a história de Cinderella, por exemplo, já foi contada, não é mesmo?! E falando nela… Lilly James, a Cinderella do live action da Disney, não se assemelha fisicamente com a personagem do desenho e fez um excelente trabalho. Ou seja, não vamos julgar antes de assistir!

Sobre a Ariel sendo negra, também merece textão! Pra começar, Ariel não tem etnia. O filme é da Disney e baseado em sua adaptação animada, e nela não é especificado o país em que se passa, apesar do autor do conto original ser da Dinamarca e considerarem que ela é de lá também. Porém, estamos falando da adaptação da Disney que é bem diferente (inclusive, o cabelo vermelho é invenção deles, já que no conto isso também não é especificado). Outro ponto é que a etnia da personagem não influencia na história. Se ela tiver pele azul e cabelo roxo não vai mudar em nada, diferente se mudassem a etnia da Mulan ou do Pantera Negra, por exemplo. Ela é uma sereia (!) de um lugar fictício (!), pode ser ruiva com irmãs loiras e um pai negro e ninguém pode questionar porque ninguém é conhecedor da genética das sereias, rs. Ter uma Ariel negra no live action não descaracteriza a personagem do desenho. Afinal, o que uma atriz deve ter para “se parecer” com a Ariel? Apenas os traços mais marcantes, que são o cabelo vermelho e a cauda verde. Se parecer fielmente com um desenho é impossível e caricato, e nem a Disney se importa com isso. Cor da pele, nesse caso, é só um detalhe. A única coisa que a gente faz questão é um live tão memorável quanto a animação!!!

A Disney revelou maiores detalhes sobre o seu novo serviço de streaming, a chamada Disney+ (se fala Disney Plus). E isso só nos deixou ainda mais ansiosos! Um exemplo de novidade é que, sem dúvidas, essa será uma das melhores maneiras de dar as boas-vindas aos novos integrantes da casa, como Os Simpsons, que terão seus episódios disponibilizados no aplicativo, já que agora a Fox faz parte da Disney.

E tem muito mais… Não serão transmitidos apenas as séries e filmes que já assistimos e amamos, mas também conteúdos exclusivos – é previsto, em um ano, um total de 25 séries e 10 filmes originais da plataforma. A gente já falou por aqui sobre alguns deles, como a série derivada de Monstros S.A. e as da Marvel focadas nas histórias de Wanda, Visão, Falcão, Soldado Invernal e Loki – sim, serão três séries diferentes baseadas nesses personagens tão amados! Aliás, o logotipo de duas delas já foram divulgados e os atores do MCU confirmadíssimos em seus respectivos papeis:

E já que estamos falando de Marvel… Assim que a Disney+ for lançada, o filme Capitã Marvel já estará disponível para assistir aonde você quiser. Além disso, o estúdio contará com uma série animada chamada “E Se?” onde será explorado teorias do que poderia acontecer caso as coisas não fossem como são (essa frase ficou bem Alice no País das Maravilhas!).

Pela imagem da interface, podemos perceber que o espectador poderá escolher o conteúdo que quer consumir pelo estúdio: Marvel, Disney, Fox, Pixar, Lucas Films ou National Geographics – todos pertencentes a Disney (poderosa!). Sobre a Marvel nós já falamos, vamos então ver o que vai ter de novidade sobre os outros?

Sim, na aba da Disney teremos um live action de A Dama e Vagabundo! Muito amor! Além desse, também serão lançados os filmes originais Diário de uma Presidenta, que contará a história de uma cubana que vira presidente dos EUA; Noelle, com Anna Kendrick como protagonista; Togo, Timmy Failure, Stargirl e um longa animado de Phineas & Ferb. E os fãs de High School Musical também podem comemorar, porque será disponibilizada uma série de 10 episódios derivada da franquia.

O personagem Forky nem nos foi apresentado ainda – sua estreia será em Toy Story 4, cujo lançamento será em junho – mas ele já estrelará o seu próprio programa na Disney+, intitulado Forky Faz Uma Pergunta.

Da Lucas Films, os entusiastas de Star Wars contarão com uma série chamada The Mandalorian, com os atores Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers, Giancarlo Esposito, Emily Swallow, Omid Abtahi, Werner Herzog e Nick Nolte.

Como tá o hype agora? Nas alturas! A Disney+ será lançada nos EUA a partir do dia 12 de novembro e a assinatura custará 6,99 dólares mensais, com opção também de assinatura anual por 69,99 dólares. No Brasil, o serviço deve chegar por aqui somente no segundo semestre de 2020.

A plataforma de streaming Disney+ irá transmitir uma série derivada do filme Monstros S.A., da Pixar. O programa se chamará Monsters At Work (Monstros no Trabalho) e a história se passará seis meses após os acontecimentos do primeiro longa, mostrando como a usina elétrica onde Sully e Mike Wasowski trabalham está funcionando usando risadas de crianças como combustível. Além disso, também conheceremos um novo protagonista: um monstro mecânico chamado Tylor Tuskman, e será dublado por Ben Feldman. Tuskman tem o sonho de trabalhar ao lado de Sully e Mike na usina, no pavimento da risada.

Outros novos personagens são Duncan, um monstro encanador oportunista, vivido por Lucas Neff, e Cutter, uma monstrinha trabalhadora da usina, interpretada por Alanna Ubach. Os atores Henry Winkler, Stephen Stanton, Kelly Marie Tran e Aisha Tyler também estrearão na série como os monstros Fritz, Smitty, Val Little e Millie, respectivamente.

Os dubladores originais de Sully e Mike, John Goodman e Billy Crystal, estão confirmados na produção, ao lado de outros nomes como John Ratzenberger (o vilão Yeti) e Jennifer Tilly (Celia, a namorada de Mike) que estiveram em produções anteriores da franquia. Bobs Gannaway está cotado como produtor executivo junto com Ferrell Barron, enquanto Kat Good e Robert Gibbs serão os diretores. A estreia de Monsters At Work está prevista para 2020. 

O universo monstruoso de Monstrópolis foi apresentado pela primeira vez no filme Monstros S.A., de 2001. Em 2013, foi lançado Universidade Monstros, que mostrava o passado de Sully e Mike como universitários.

A Disney+ é uma plataforma de streaming oficial da Disney que deve ser disponibilizada a partir do segundo semestre deste ano. Além desse, também está previsto seriados do universo Marvel e de Star Wars. Ainda não há informações sobre o lançamento do aplicativo no Brasil. Clique aqui para ler mais sobre.

Tudo isso e a pergunta que resta é uma: será que a fofa da Boo também estará de volta? *-*