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A disseminação do Coronavírus segue assustando o mundo todo devido a sua eficiência em se alastrar rapidamente, e a Disney é uma das empresas que, assim como governos de vários países, resolveram tomar medidas drásticas para ajudar a conter o avanço da doença. Veja quais foram as restrições promovidas:

PROJETOS

Anthony Mackie, o Falcão

As gravações das séries da Disney+ WandaVision e Falcão e Soldado Invernal foram interrompidas por tempo indeterminado. Ambas estavam previstas para estrearem no serviço de streaming no segundo semestre do ano, mas com essa pausa, não se sabe se o plano continuará o mesmo e nem uma nova previsão foi divulgada.

O mesmo acontece com o live action de A Pequena Sereia. A produção pretendia iniciar as filmagens em abril, porém as mesmas foram suspensas. O filme ainda nem tinha data de estreia marcada, e infelizmente assim permanecerá por mais um tempo.

LANÇAMENTOS

A animação da Pixar Dois Irmãos sentiu o gosto da quarentena ao ser lançado em meio ao caos causado pelo Coronavírus. Os números na bilheteria não foram como o esperado, afinal as pessoas estão evitando sair de casa, e por isso a Disney não pretende repetir esse fiasco. Sendo assim, o lançamento de Mulan, que estava marcado para o dia 26 de março, foi adiado e ainda não possui uma nova data de estreia. O filme Novos Mutantes, que já espera para chegar aos cinemas há dois anos, também foi pelo mesmo caminho e os fãs da Marvel terão que esperar mais um tempo para assistir a obra.

Até mesmo Viúva Negra, que só estrearia em 30 de abril, também entrou na lista dos adiamentos. Não está fácil!

DISNEY STORES

Ontem a Disney fechou as portas de todas as suas lojas oficiais espalhadas pela America do Norte. Entretanto, as vendas online seguem normalmente.

PARQUES

Desde a semana passada, a Disneyland California, a Disneyland Paris e todo o complexo da Walt Disney World, na Florida, estão fechadas. As Disney Tokyo Resort, no Japão, Disneyland Shanghai, na China, e Disneyland Hong Kong já haviam tomado essa precaução desde o início do mês e seguem dessa forma.

Oremos para que todas essas medidas sejam capazes de desacelerar a pandemia! E não se esqueçam de lavar as mãos!

A Walt Disney Company anunciou a troca do CEO da empresa após 15 anos. Bob Iger, agora, deixa o cargo nas mãos de Bob Chapek, executivo que já possui 27 anos de experiência dentro da companhia e que já foi presidente da Disney Parks, Experiences and Products. Em 100 anos de Disney, Chapek é o sétimo a ocupar a mais alta posição.

Bob Chapek

Enquanto isso, Bob Iger será o diretor do conselho de administração até o fim de seu contrato, que finaliza em dezembro de 2021, além de também dirigir os esforços criativos da companhia. Sua história como CEO da Disney inclui a compra da Pixar (US$7,4 bilhões), da Marvel (US$4 bilhões), da Lucasfilm (US$4 bilhões) e da Fox (US$71,3 bilhões) – esta última sendo a aquisição mais cara de toda existência da empresa. Outros feitos de Bob Iger incluem a criação da área mais imersiva e tecnológica dos parques, a Star Wars: Galaxy’s Edge no Disneyland Resort e no Walt Disney World Resort. Além disso, ele também foi o responsável por desenvolver brinquedos e atrações da Marvel em parques de todo o mundo.

Bob Iger

Iger deixa sua posição – na qual era a de CEO mais bem pago da indústria do entretenimento – com a Disney tendo valor de mercado na marca de US$231 bilhões. A nível de comparação, em 2015 (apenas 5 anos atrás) o valor era de US$55 bilhões. Os parques espalhados por seis países do mundo são os que mais faturam para a empresa por ano. Segundo a Themed Entertainment Association (TEA), que acompanha a movimentação do setor, os mais populares, por ordem, são:

  1. Magic Kingdom, Flórida — 20,86 milhões de visitantes *
  2. Disneyland Park, Califórnia — 18,67 milhões de visitantes
  3. Tokyo Disneyland — 17,9 milhões de visitantes
  4. Tokyo Disneysea — 14,65 milhões de visitantes
  5. Universal Studios Japão — 14,3 milhões de visitantes
  6. Animal Kingdom, Flórida — 13,75 milhões de visitantes
  7. Epcot, Flórida — 12,44 milhões de visitantes
  8. Xangai Disneyland — 11,8 milhões de visitantes
  9. Hollywood Studios, Flórida — 11,26 milhões de visitantes
  10. Chimelong Ocean Kingdom — 10,83 milhões de visitantes
  11. Universal Studios, Flórida — 10,71 milhões de visitantes
  12. Disney California Adventure Park — 9,87 milhões de visitantes

* Os números correspondem as visitas recebidas em 2018.

Essa semana foi de fortes emoções para os fãs do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), em especial os entusiastas do cabeça de teia, o Homem-Aranha. Tudo porque, de repente, como uma verdadeira bomba, o Deadline noticiou que a Sony e a Disney não chegaram a um acordo sobre o uso do personagem. Para quem não sabe, a Sony detém os direitos da imagem do herói e só foi possível o mesmo participar dos filmes da Marvel devido a uma ngeociação entre os estúdios, na qual a Disney recebe 5% da bilheteria. Entretanto, provavelmente com o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Longe de Casa – que chegou a US$1 bilhão nas bilheterias – a empresa do Mickey exigiu um aumento na sua parte nos lucros, e a Sony negou. 

Apesar dos pesares, a Sony ainda possui um contrato para mais dois filmes do super-herói com Tom Holland no papel principal. Mas, ao que parece, nem o ator aprova esse posicionamento, já que ele deixou de seguir o perfil da Sony no Instagram (hoje em dia, um ato como esse pode significar muita coisa!).

Pelo Twitter, a Sony lançou um comunicado oficial sobre todo o ocorrido:

Muitas das notícias de hoje sobre Homem-Aranha têm descaracterizado as recentes discussões sobre o envolvimento de Kevin Feige (presidente da Marvel Studios) na franquia. Estamos decepcionados, mas respeitamos a decisão da Disney de não ter ele como principal produtor do nosso próximo filme live-action do Homem-Aranha. Esperamos que isso mude no futuro, mas entendemos que muitas das responsabilidades que a Disney deu para ele – incluindo as novas propriedades da Marvel – não lhe dão tempo para trabalhar em propriedades que não são deles. Kevin é incrível e somos gratos por sua ajuda e orientação e prezamos o caminho que ele nos ajudou a encontrar e que continuaremos a seguir”.

Um representante da Sony adiciona ainda que a disputa entre os estúdios se trata de créditos de produção, com Kevin Feige tendo contribuído em outros filmes do do teioso sem ser creditado como produtor, e que as negociações ainda estão em andamento. Ou seja, se tudo se concretizar, a Marvel não poderia mais produzir filmes solos do Homem-Aranha, porém, ainda existe a possibilidade de acordos individuais serem fechados e vermos o Homem-Aranha em filmes de grupo do UCM, por exemplo. A esperança é a última que morre e nós não queremos que o próximo longa seja Homem-Aranha: Expulso de Casa.