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Vim aqui conversar sobre Lucifer! O post de hoje será bem rapidinho, pois eu precisava trazer essa noticia. Já estavam com saudades do diabo, né? Eu sei! Depois de muitos pedidos dos fãs, a Netflix finalmente divulgou a data de estreia da quinta temporada da série. Eles publicaram no twitter que os novos episódios entrarão no catálogo dia 21 de agosto.  Ansiosos?

 

Quinta temporada de ‘Lucifer’ já tem data de estreia

Enquanto não sai o trailer oficial, que tal relembrar desse vídeo do Tom Ellis amassando pão?

Como vocês estão? Hoje eu vim falar sobre um filme que chegou recentemente no catálogo da Netflix e causou burburinhos nas redes sociais. O Poço é um  thriller distópico e fala sobre o consumo de pânico e também sobre o individualismo X coletivismo.

 

Goreng (Iván Massagué) desperta em uma prisão verticalmente estruturada. Nesse encarceramento, um banquete luxuoso desce em uma mesa através de um poço central a partir do topo, concedendo que os presos de cada andar se alimentem por um breve período de tempo. Não sabemos quantos andares tem e nem mesmo temos uma noção de temporalidade, pois os presos mudam de níveis periodicamente. No entanto, quem está em cima consegue se alimentar e ter as melhores opções de comida; e conforme a mesa vai descendo, começa a luta pela sobrevivência com os restos

Vale a pena assistir?

SIM! Acho que foi um dos filmes mais sádicos que já assisti. É um filme sobre experimento social e apesar de ter outros títulos com uma premissa parecida – como Jogos Mortais (amo esta franquia) e até mesmo Uma noite de crime – o Poço traz muitas questões ideológicas. O filmefaz duras críticas sobre desigualdade social e a diferença de classe.

A cozinha desse filme é uma mistura do delicado, sofisticado e do bárbaro. Enquanto vemos um chefe de cozinha acariciando um presunto pendurado, ao som de um violino; pensamos que o banquete preparado é capaz de alimentar centenas de pessoas. Mas quando a mesa desce, nível por nível, nos desesperamos ao ver os presos engolindo o máximo que conseguirem antes do tempo deles acabarem. E quando falo que o filme é sádico e perturbador, é porque o medo e a crueldade acabam se tornando as únicas armas para a sobrevivência.

Mesmo que de forma incômoda, o filme alcança o seu propósito e nos faz refletir sobre as nossas ações. A fotografia sombria e claustrofóbica, entrega a sensação de angústia e solidão com maestria. Há várias metáforas presentes na trama e é possível comparar até mesmo com os pecados capitais.

Já assistiram?

Fonte: Sai da Minha Lente

Na última sexta-feira 13, a Netflix disponibilizou a série Coletivo Terror em seu catálogo. É uma antologia norueguesa e traz 6 histórias com perspectivas diferentes. São episódios curtos (30 minutos cada, aproximadamente) e todos possuem elementos de suspense/terror. São tramas que envolvem e apresentam assuntos oportunos. Apesar da intro de cada episódio estar conectada em uma viagem de ônibus, são histórias independentes.

Alguns episódios se destacam mais que os outros. Como no caso primeiro que foi o cartão de visitas para os Em Um Grande Sacrifício, acompanhamos uma família se mudando para uma nova cidade no campo; nesse local o comportamento dos moradores é algo singular. Logo de cara, vemos uma comunidade prestativa e esse episódio falar sobre relações de afeto. Bom, existe uma pedra mágica capaz de realizar desejos, mas para isso acontecer precisa de sacrifícios.

Outro episódio que gostei bastante, foi  “Escritor do mal” , pois faz uma dura crítica sobre o uso da tecnologia. Nesse episódio vamos conhecer uma jovem privilegiada que sonha em ser uma escritora. Tudo em sua vida é perfeito e isso causa irritação nas pessoas que convivem com ela. Entretanto, algo acontece e tudo começa a dar errado. A jovem começa a questionar sua própria realidade e até onde ela tem controle sobre sua vida.

Os seis episódios estão disponíveis e gostei da premissa da série. Por mais que tenha elementos característicos do gênero, o auge de Coletivo Terror é mostrar o que mais de humano esses enredos tem a nos apresentar. Perdeu a fé a humanidade? Então acho que você vai gostar da série.