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Essa semana foi de novidades para os fãs da Disney, em especial os fãs dos live actions. O estúdio liberou dois trailers dos seus próximos lançamentos do segmento: Malévola – A Dona do Mal e Mulan. O primeiro, que é a sequência de Malévola, de 2014, será lançado muito em breve, em 17 de outubro para ser mais exata. O segundo está previsto apenas para 27 de março de 2020, mas já carrega nas costas uma baita polêmica. Vem assistir aos trailers e saber mais:

Já falamos um pouco sobre a produção de Malévola – A Dona do Mal neste post aqui, mas com este segundo trailer, descobrimos um pouco mais sobre o que esperar da nova história. Nesta sequência, veremos Aurora sendo pedida em casamento por Phillip (que dessa vez é interpretado por outro ator) e Malévola, sua fada madrinha, é contra a união. A personagem de Michelle Pfeiffer, a Rainha Ingrith, se aproveita da situação para colocar as duas uma contra a outra. No final do trailer, ainda temos uma revelação sobre a origem de Malévola, onde nos é mostrado várias fadas da mesma “espécie” da protagonista.

Já sobre Mulan, senta que lá vem história… Vocês lembram que na semana passada mencionei aqui as mudanças que o live action sofrerá em relação a animação de 1998? Pois então. Com o trailer lançado, percebemos que essas mudanças serão pra valer e a internet foi a loucura. Entretanto, há uma nobre razão pelo qual veremos um filme mais sério e sem o querido Museu fazendo piadas. A página Imagine Geek explica no texto a seguir:

Mushu foi baseado no dragão chinês, um ser mítico e sagrado para os chineses por estar ligado à criação do mundo e, para eles, a forma como Mushu foi criado e desenvolvido foi extremamente desrespeitoso por parte da Disney e os chineses o odeiam. No live-action, Mushu não estará presente na forma que conhecemos pois seria substituído por uma ”fênix”. A fênix também está presente na cultura chinesa, lá ela é outro ser sagrado chamado Xhu Qiao e também possui ligação à criação do mundo junto do dragão chinês, porém não será esse ser sagrado que teremos no longa mas sim uma outra ave que é conhecida no ocidente como a fênix chinesa. Essa outra ave se chama Fenghuang e é símbolo de alta virtude e graça e também simboliza a união de yin e yang. Na China, Fenghunag possui conotações femininas e é comparada ao dragão chinês já que esse possui conotações masculinas. Ao contrário do dragão chinês e de Xhu Qiao, Fenghuang não é um ser sagrado ficando assim livre para a Disney poder utiliza-la. Foi noticiado também que o general Shang não estaria presente na adaptação e que ele seria dividido em 2 personagens, um que será um general e será uma figura paterna para Mulan e outro que será um soldado e seu interesse romântico. Essa mudança se dá por 2 fatores: o primeiro é que os chineses odiaram a relação de Mulan e Shang por ela não existir no conto original e a segunda é porque a Disney está utilizando o conto original como material base juntamente da animação. Resumindo: para os chineses, a animação de 98 é apenas um filme americano decorado com acessórios chineses para faze-lo ser interessante, atrativo e exótico, e o live pretende reparar todos esses erros e ofensas ao chineses, sobre uma lenda que por lá é tão importante.

Além do trailer, também foi divulgado o primeiro pôster do filme que, por sinal, é idêntico ao desenho! Amamos essa nostalgia.

Eu fiquei bem convencida por essa explicação e também pelo próprio trailer que achei sensacional! Vale lembrar que Malévola mesmo também é completamente diferente da animação A Bela Adormecida e o sucesso foi tanto que está aí, com sequência e tudo. Ou seja, Mulan merece uma chance também! E vocês? O que têm a dizer sobre essa polêmica e qual desses dois filmes mais te deixa ansioso para assistir?

A gente achou que teria que esperar até agosto para saber novidades sobre os live actions de Mulan e A Pequena Sereia, mas não precisou. Essa semana vazaram algumas informações sobre a produção de Mulan e, hoje, a Disney confirmou o elenco de A Pequena Sereia. Vem saber tudo tintim por tintim!

MULAN

Logo quando o filme foi anunciado, havia sido noticiado que não seria um musical. Depois de muitas críticas, voltaram atrás na decisão. O longa terá, sim, as músicas da animação, porém, ao que parece, elas não serão cantadas pelo elenco. Outra novidade é que Mushu será uma fênix e Mulan terá uma irmã mais nova. Isso me faz pensar que, talvez, essa irmã substitua o cãozinho de Mulan, que na animação se chama Irmãozinho. O live chega aos cinemas já no ano que vem.

A PEQUENA SEREIA

Finalmente o elenco foi confirmadíssimo pelo Instagram – logo hoje que todas as redes sociais do Mark Zuckerberg estão instáveis, mas tudo bem. Preparem-se para conhecer a nova Ariel, Halle Bailey. Ouçam essa voz!!!

Halle tem apenas 19 aninhos, o que a torna a princesa mais jovem dos live-actions. Ela é famosa nos Estados Unidos por fazer parte da dupla musical Chloe X Halle, junto com sua irmã (que, inclusive, a Disney já podia escalar pra ser uma das irmãs da Ariel também), e também por ter ligação com Rihanna e Beyoncé. Ela já se mostrou super feliz com o papel, postando uma imagem da Ariel negra em seu Instagram.

A vilã Úrsula será interpretada por Melissa McCarthy, já o melhor amigo de Ariel, Linguado, será vivido por Jacob Tremblay, conhecido pela sua interpretação impecável em Extraordinário. A maior mudança, por enquanto, fica por conta do personagem Sabidão, que no live action terá uma versão feminina dublada pela rapper Awkwafina – mas essa não é a sua primeira vez se aventurando no cinema, já tendo participado do filme Oito Mulheres e Um Segredo.

Sim, pelo visto teremos lives indo por caminhos diferentes das animações, tanto em Mulan como em A Pequena Sereia. Mas não devemos ver isso como algo ruim, mesmo porque só conseguimos ter uma opinião formada depois de assistirmos. Vale lembrar que as animações já são clássicos consagrados e nunca vão mudar, elas estarão ali do jeitinho que sempre foram quando a gente sentir saudade. Os live actions, apesar de serem baseados nesses clássicos, são releituras e devem ser vistos como produções completamente novas, a mesma história sendo contada de forma diferente. Imaginem se fossem seguir tudo igualzinho, seria muito previsível, né?! A Disney já mostrou que esses lives todos servem para atualizar as narrativas com um olhar mais contemporâneo, e isso é ótimo, nos trazendo personagens femininas mais fortes e empoderadas. Quantas vezes a história de Cinderella, por exemplo, já foi contada, não é mesmo?! E falando nela… Lilly James, a Cinderella do live action da Disney, não se assemelha fisicamente com a personagem do desenho e fez um excelente trabalho. Ou seja, não vamos julgar antes de assistir!

Sobre a Ariel sendo negra, também merece textão! Pra começar, Ariel não tem etnia. O filme é da Disney e baseado em sua adaptação animada, e nela não é especificado o país em que se passa, apesar do autor do conto original ser da Dinamarca e considerarem que ela é de lá também. Porém, estamos falando da adaptação da Disney que é bem diferente (inclusive, o cabelo vermelho é invenção deles, já que no conto isso também não é especificado). Outro ponto é que a etnia da personagem não influencia na história. Se ela tiver pele azul e cabelo roxo não vai mudar em nada, diferente se mudassem a etnia da Mulan ou do Pantera Negra, por exemplo. Ela é uma sereia (!) de um lugar fictício (!), pode ser ruiva com irmãs loiras e um pai negro e ninguém pode questionar porque ninguém é conhecedor da genética das sereias, rs. Ter uma Ariel negra no live action não descaracteriza a personagem do desenho. Afinal, o que uma atriz deve ter para “se parecer” com a Ariel? Apenas os traços mais marcantes, que são o cabelo vermelho e a cauda verde. Se parecer fielmente com um desenho é impossível e caricato, e nem a Disney se importa com isso. Cor da pele, nesse caso, é só um detalhe. A única coisa que a gente faz questão é um live tão memorável quanto a animação!!!

Quinta-Feira passado lançou o mais novo live action da Disney, o tão polêmico Aladdin. Estrelando Mena Massoud como Alladin, Naomi Scott como Jasmine, Marwan Kenzari como Jafar e ninguém mais, ninguém menos que Will Smith como o gênio. Vou resenhar da melhor forma possível e sem spoilers para você, quais foram minhas impressões sobre o filme.

SOBRE O FILME

Primeiramente gostaria de dizer que o filme é IN-CRI-VEL! Começando pelo elenco que foi super diversificado e deixou o filme muito rico. Como Agrabah é uma cidade fictícia que parece ser ali na região da arábia, foi incrível ver como a Disney realmente se esforça em trazer elementos visuais e culturais dessa região. Todo o figurino, é incrível, todas as danças são lindas e com vários passos também tradicionais dessa região do oriente médio.

Agora um ponto crucial para mim, as músicas! A Disney finalmente aprendeu que se não mexer nas musicas, todo mundo fica muito feliz, não só pela nostalgia, mas por que elas são uma parte muito importante dos seus filmes. Agora, só o tio Mickey para juntar musica árabe com hip-hop é ficar ótimo! Continue assim Disney, não mexa nas minhas músicas!

Gostamos de poder cantar junto no filme! A Musica do Gênio (Amigo como eu) e do Príncipe Ali receberam uma nova mixagem que  claramente foram feitas pelos Will, que esta de parabéns! Jasmine ganhou também uma música só para ela, que é pra lá de emociante, e isso era um ponto que eu nunca entendia, a Jasmine era a única princesa que não tinha um solo, todas as outras tinham, apenas ela que não! Então fiquei muito feliz em ver Naomi cantar sozinha, ainda mais uma musica tão bonita e que reflete muito a questão da mulher no oriente médio.

E O GÊNIO?

Agora vamos falar do elefante na sala. O Gênio azul é tosco? NÃO! Sério, eu nem liguei quando vi ele azul, ficou muito legal, e não chega a incomodar. Tirando que Will teve um enorme respeito pelo personagem e legado de Robbins Williams. Ele continua fazendo as maluquices do Gênio de Williams o que nos deixa muito saudosos; porém com adições pessoais de Smith que ficou incrível.

O único ponto que chegou a me incomodar durante o filme, foi o Jafar. Ele não me lembrou em quase nada o personagem original. O figurino dele é incrível, mas a atuação do ator, que apesar de boa, não ficou bem de Jafar. Queria que ele me desse medo e que tivesse risadas mirabolantes e canta-se também, assim como no desenho. Uma das minhas partes favoritas do Jafar é quando ele canta a musica do Príncipe Ali e já emenda em uma risada, e eu senti falta disso. Além da cobra gigante, mas né… deixa pra lá. Para mim, os vilões da Disney são uma parte tão icônica quanto as princesas, e eu não senti que o Jafar ficou tão impactante, uma pena.

Em resumo, o filme é incrível! os efeitos são incríveis, e a história esta muito emocionante. Já quero ver de novo!