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Para quem gosta e acompanha a série Kingdom Hearts, hoje é um bom dia! Kingdom Hearts, Dark Road foi lançado, e já esta disponível para IOS e Android, de graça. O mais novo jogo mobile da franquia veio coma promessa de contar um pouco mais a respeito da história do Vilão Xehanort, e como ele começou sua fixação pela guerra das keyblades, e pelo Darkness.

O jogo esta dentro do já lançado Kingdom Hearts Union X, ou seja, se você já jogava o Union, o Dark Road deve aparecer no menu de entrada do jogo. Dark Road trás uma mecânica de game play bem diferente do que tínhamos em Union X. Mais parecido com o Chain of Memories, onde as batalhas são feitas por cartas, o jogo tem uma dinâmica mais padrão e eu achei ele menos complexo que o Union X.

Os gráficos do jogo se mantem iguais ao seu irmão mobile, porém com novos colecionáveis, novos eventos e não vamos ter a opção de ter times, e customizar os personagens, como no outro jogo, por enquanto. Até o momento joguei apenas como Xehanort, e a unica coisa customizável foi o time de três pessoas. Fomos apresentados aos colegas de treino de Xehanort e Eraqus (esse aqui era o mestre de Terra, Aqua e Ventos, se lembra?) e já existem teorias malucas a respeito desses novos personagens, que eu pretendo trazer mais para frente para vocês. São Eles, Hermond, Bragi, Urd e Vor, cada um deles tem uma habilidade diferente. Também conhecemos o mestre de Xehanort e Eraqus (que parede o Dumbledore… kkk)

Em resumo é um jogo divertidinho, porém eu focaria mais na parte da história, do que no jogo em si. sabemos que esse jogo vai trazer informações importantes para entendermos melhor toda a lore complexa de Kingdom Hearts.

Outra novidade que tivemos foi o jogo novo para console de KH, o Melody of Memories, que teve seu logo vazado há alguns dias atrás, segue o teaser do jogo:

Minhas primeiras impressões sobre esse jogo não foram muito boas… Me parece um jogo simples demais para ser lançado para plataformas tão potentes como o PS4 e o X-box One… Os gráficosão muito inferiores os do KH3, e a jogabilidade é bem simples. Fiquei bem decepcionada com esse jogo, me pareceu um guitar hero de Kingdom Hearts. Acho que a Square poderia se empenhar em produzir jogos mais complexos e interessantes (no quesito jogabilidade) e demorar um pouco mais, por que né, esperamos 13 anos pelo KH3, o que seria esperar mais um pouco.

Porém nesse jogo também teremos mais informações a respeito da história de Kingdom Hearts, e parece que Kairi terá um pepel bem importante dessa vez. Talvez ela continue a sua busca por Sora, que se foi após salvar sua amiga. Vamos ter que esperar para ver.

No dia 10 de abril a Square Enix lançou Final Fantasy VII Remake – Parte 1, e o jogo vem dando o que falar, eu demorei um pouco para jogar o jogo por que esse eu tive que comprar a mídia física, então tive que esperar alguns dias a mais para poder jogar e vou contar o que tenho achado do jogo.

Não joguei o jogo inteiro, começo dizendo, ainda não consegui finalizar o jogo pois estou tirando o máximo dele. Não preciso nem comentar as mudanças que o jogo sofreu não é mesmo? A Versão original de Final Fantasy VII foi lançada em 1997 no Japão e um ano mais tarde no mundo. O jogo na época era bem diferente do que vemos hoje, não só pela aparência é claro, mas a jogabilidade era totalmente inspirada em jogos de RPG, com lutar por turnos e linear, ou seja, o jogador não se movia livremente pelos ambientes. Na Época o jogo já foi muito bem aclamado pela critica e fãs, venceu o primeiro prêmio da Academy of Interactive Arts & Sciences nas categorias de “Jogo de Aventura para Console” e “RPG de Console”, naquela época não existia Games Awards ainda, mas tenho certeza de que se existisse ele teria ganhado.

O jogo então ficou na memória de diversos fãs e sempre foi muito lembrado. Em 2015 quando a Square anunciou o remake do jogo, foi um barata voa enorme! Eu incluída nele. E depois de 5 longos anos finalmente colocamos as mãos no jogo, e olha, que obra prima! O jogo trás novos sistemas de batalha (AINDA BEM) não temos mais aquele esquema de RPG característico de antes, o que deixa o jogo mais dinâmico e visualmente mais legal, porém temos ainda todo aquele esquema de matéria para melhoramento das armas.

O visual do jogo não tem o que criticar, esta simplesmente uma obra de arte. O máximo de aprimoramento dos personagens que tivemos foi no filme de 2005 (8 anos após o laçamento do jogo) que já era muito bom, mas o jogo esta em outro nível. Cada detalhe dos personagens é uma nova surpresa, e quando mais você olha mais você descobre coisas novas.

As musicas foram refeitas, atualizadas e estão incríveis também, não senti falta de nenhuma musica até agora. É muito nostálgico poder ouvir as musica antigas melhoradas e as vezes remixadas. O mapa não é desnecessariamente enorme, o jogo te a liberdade de exploração e as side quest são divertidas.

Um dos pontos que tem causado um pouco de divisão entre os fãs, é a história. Ainda não sei, mas tem algo diferente no final dessa primeira parte, algo que não tem agradado muito os fãs. Eu não sei o que é, até por que não terminei o jogo. Mas era algo de se esperar de um remake, como também temos visto nos remakes de resident evil.

De um modo geral o jogo só vem me encantando e atingidos minhas expectativas se não extrapolando elas. Recomendo para você que nunca jogou nada da série Final Fantasy e quer um jogo interativo, imersivo e muito bonito.

Adoro jogos que encontro do nada na PSN e que depois de comprar sem mesmo saber absolutamente nada me encantam do começo ao fim. Foi assim com Arise, encontrei o jogo nas promoções de começo o ano da PSN e simplesmente me apaixonei pelo jogo como um todo!

Arise: A Simple Story foi lançado em dezembro de 2019, pelo desenvolvedor Piccolo Studio S.L e pelo estúdio Techland, e esta disponível para todas as plataformas (Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows). É um jogo bem simples, porém muito profundo. Ele te leva em uma viagem pelas memorias do passado, do que ao meu ver é um viking.

Cada fase é uma parte importante da vida desse homem que já faleceu, ou seja, estamos vendo a passagem desse homem do mundo dos vivos para os mortos, e olha se a passagem for assim, ela é incrível! Com uma fase mais encanadora que a outra, tanto no aspecto de jogabilidade, que apesar de bem simples é algo bem interessante, onde é preciso mexer com o tempo para passar pelas fases. A arte do jogo é simplesmente incrível, e é de encher os olhos em cada fase nova que você entra, com cores e texturas que fazem você querer entrar na tela e passear pelas paisagens do jogo.

O jogo pode ser jogado tanto sozinho como co-op. A musica do jogo é outro ponto que me tocou muito, todas as trilhas passam exatamente o sentimento que cada fase quer passar para o jogador, já que o jogo não possui nenhuma fala ou interação com outros personagens, é muito importante que a musica faça essa questão de dialogar entre o jogo e o jogador.

Minha experiencia com o jogo foi muito emocionante e positiva, e eu gostaria muito de deixar essa dica para vocês aqui! Nem sempre são bons gráficos, ou jogos super realistas, com mecânicas super complexas que fazem um jogo bom. Podemos nos emocionar e nos divertirmos muito com jogos, como o nome mesmo do game diz, A Simple Story (uma história simples. )