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A Gucci lançou uma nova coleção do Mickey Mouse e de sua primeira-dama Minnie, e o motivo maior é porque em 2020 é celebrado o Ano do Rato no calendário chinês. A colaboração exclusiva entre as duas maiores marcas mundiais contará com roupas, acessórios e sapatos.

As peças clássicas terão estampas com ilustrações vintage do casal Disney. Até as fotos para divulgação, clicadas pelo fotógrafo e diretor Harmony Korine na Disneyland California, seguiram essa mesma pegada nostálgica, mostrando os modelos e também atores Ni Ni, Earl Cave e Zöe Bleu como se estivessem em cartões postais de férias pelos parques.

A estampa “carro-chefe” é uma referência a um tecido da Disney dos anos 80, reproduzido com impressão digital de alta definição, com o Mickey retrô num fundo bege/marrom.

A linha foi criada sob direção do diretor criativo da Gucci, Alessandro Michele, e está disponível nas lojas e online – inclusive no Brasil. Entretanto, o preço pode ser um grande (e bota grande nisso) problema, já que absolutamente nenhuma peça custará menos que três dígitos (só o relógio custa quase 2.500 dólares).

Essa não é a primeira vez que a Gucci busca o Mickey como inspiração para suas peças. No ano passado mesmo, a luxuosa marca chegou a lançar uma bolsa do ratinho querido pelo preço básico de 4.500 dólares. E ela também não é a única a homenagea-lo no Ano do Rato chinês. A Funko também resolveu colocar a venda um Funko Pop! do Mickey exclusivo para a celebração, e que só pode ser encontrado em lojas asiáticas.

É, talvez vocês estejam pensando o mesmo que eu… Como pode tanta roupa feia custar tão cara? Nem a fofura do Mickey salva! kkkkkkkkkk E com esses preços nas alturas, a gente pode concluir facilmente que para a Disney e seus colaboradores sortudos, todo ano é o ano do Rato!

Frozen II estreou nos cinemas brasileiros nos primeiros dias de 2020 e traz a continuação do primeiro filme, de 2013, mostrando a origem dos poderes de Elsa e mais sobre o passado do Reino de Arendelle. O longa é muito esperado pelos fãs da Disney, pois seu antecessor foi (e ainda é) um estrondoso sucesso e muito popular entre pessoas de todas as idades. Quem nunca cantarolou “lerigouuu” que atire a primeira pedra. Para vocês terem noção, a CCXP 2019 transmitiu o filme em primeira mão, um mês antes da estreia por aqui, e rolou até briga entre quem não tinha conseguido a pulseirinha para entrar na sessão. Bom, agora chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa: uma singela resenha e crítica da mais nova obra dos estúdios do rato mais famoso do mundo.

Começarei sem spoilers. Além de mostrar a origem dos poderes de Elsa e até mesmo a história de seu reino, o filme também traz um desfecho para a rainha. Nessa parte, a Disney acertou. Finalmente vemos Elsa se sentir aceita e pertencente a um lugar, afinal, quando a conhecemos no primeiro longa, ela é uma pessoa reclusa, reservada e angustiada por se sentir excluída e não a vontade entre seus próprios súditos e família. A música carro-chefe, Into The Unknown, mais uma vez é interpretada por ela, dublada originalmente por Idina Menzel e na versão brasileira por Taryn (que, vale dizer, está soando ainda melhor), e mais uma vez é a música que vai grudar na sua cabeça quando você sair do cinema. Acho que eu posso afirmar que é uma espécie de Let It Go 2, só que com menos carisma.

O visual da animação também é um ponto positivo, o espectador é capaz de ver com clareza até os flocos de neve caindo perfeitamente e com detalhes. Para os cosplayers, é um prato cheio, pois há muita variação de figurino. Elsa está deslumbrante com o cabelo solto e eu amei o vestido preto da Anna. Infelizmente, pelo menos para mim, os acertos acabam por aí. Para falar dos erros, precisarei soltar spoilers, então se você ainda não assistiu, pode parar por aqui, mas não vá com tanta expectativa ao cinema, hehe.

A comparação com o primeiro Frozen é inevitável e ao comparar não temos o mesmo impacto. O desenvolvimento de Frozen II é fraco e não emociona. Nem mesmo a cena da morte de Olaf, onde temos Anna cantando e sofrendo com a despedida, porém a gente só consegue pensar que obviamente o bichinho vai voltar em apenas alguns minutos e nem precisa de muito conhecimento para chegar nessa conclusão. E é dito e feito. Ah, o retorno dele também não comove. O mesmo ocorre quando vemos a morte dos pais de Elsa e Anna, tudo acontece rápido demais. Com as músicas, a mesma coisa. Frozen II é muito mais musical que o seu antecessor, mas as canções não cativam e não chegam nem aos pés da trilha anterior.

Outra coisa que incomoda é que o roteiro não faz o menor sentido. Tudo bem, estamos falando de um desenho, mas tem limite, né. A floresta que faz fronteira com Arendelle é mágica e possui os espíritos dos 4 elementos, porém cada um deles é “materializado” de uma forma diferente. Enquanto a água é um cavalo potente; a terra, gigantes de pedra; e o ar, plantas que voam (?); o fogo é uma salamandra minúscula – o famigerado alívio cômico/fofo que, por sua vez, já era ocupado pelo Olaf. No decorrer da história, descobrimos que Elsa foi o primeiro fruto entre uma mulher da tribo da floresta com o príncipe de Arendelle, ou seja, ela é a união dos dois povos e por isso foi digna de receber poderes desses elementais. Então, ela passa a ocupar o lugar do quinto elemento – que, no caso, fica entendido que é o gelo, o que não tem cabimento, pois o gelo não é um elemento e vem da água. Com Elsa na floresta, Anna se torna a Rainha de Arendelle e nós não temos nem uma coroação para contar história. Aliás, se você estava esperando um casamento, espere sentado junto com o Kristoff. O coitado passou o filme inteiro tentando pedir sua amada em casamento; no final, ela aceita, mas a celebração não ocorre.

Eu fui ao cinema sem esperar nada, então não saí decepcionada, mesmo porque a Disney tem essa fama entre os fãs de não mandar tão bem em suas sequências. Conclusão: é um filme ok, nada memorável, mas pelo menos é bem produzido, apesar de pecar no roteiro e desenvolvimento. Meu filho de 8 anos foi comigo e gostou, disse que tem bastante ação e por isso prefere este ao primeiro. Ele é o público-alvo, então talvez a opinião dele valha mais, hehe.

Em apenas 2 semanas estaremos no auge futurista, afinal o tão aguardado ano de 2020 chegará e com ele o fim do termo “rindo até 2020”, da ilusão de carros voadores e tantos outros cenários que a gente imaginava do futuro que não aconteceram kkkkkk A boa notícia é que nós vamos continuar rindo, sim! E sabe por que? Porque a Disney não decepciona e vai nos trazer muitas alegrias nas salas de cinema neste ano novo que nos aguarda. Vem ver quais são os lançamentos pra você já ir preparando os bolsos!

2 DE JANEIRO – FROZEN II

O ano não começa quente, e sim gelado com a vinda da nova aventura das irmãs de Arendelle! O filme chegou a ser transmitido na CCXP 2019 e quem conseguiu entrar no painel garante que a história está de emocionar e imperdível!

5 DE MARÇO – DOIS IRMÃOS

O filme da Pixar contará a história de dois irmãos que vivem num mundo habitado por seres míticos, mas que perdeu a magia. Por isso, eles embarcarão numa viagem para tentar trazer a magia de volta e descobrir o que aconteceu o seu pai. Os protagonistas são dublados por Chris Pratt e Tom Holland.

26 DE MARÇO – MULAN

Polêmico mesmo antes de estrear porque fã de Disney é muitoooo chato há muitas mudanças em relação a animação de 1998, mas só esse instrumental de Minha Imagem no trailer já mostra que todo mundo que reclamou provavelmente vai voltar atrás e amar! O live action promete ser mais sério, porém manteve muitas referências do original. Por exemplo: a águia do vilão será uma bruxa, ambas servem como os “olhos” dele; o cachorrinho do desenho se chamava Irmãozinho e no live ele não foi incluso, porém Mulan terá uma irmã de verdade; Mushu não será um dragãozinho cômico, e sim uma fênix, e isso a gente já explicou nesse post aqui.

30 DE ABRIL – VIÚVA NEGRA

Já vem aclamada! O filme da heroína mostrará sua origem e como ela lidou com os acontecimentos de Capitão America: Guerra Civil.

2 DE JULHO – SOUL

Animação da Pixar que promete fortes emoções com referências ao espiritismo. Contará a história de um professor de música que sonha em ser artista de jazz, dublado por Jamie Foxx, porém um acidente faz com que seu corpo se separe de sua alma. Agora, ele precisa descobrir como reverter a situação e seguir com sua vida e seu sonho, antes que sua alma reencarne em um novo ser humano prestes a nascer.

23 DE JULHO – JUNGLE CRUISE

Com The Rock e Emma Blunt, o filme será uma aventura baseada numa atração dos parques da Disney de mesmo nome.

6 DE NOVEMBRO – OS ETERNOS

Com um elenco de primeira, o filme revelará novos heróis da Marvel e qual rumo tomará a fase 4 do seu universo cinematográfico. O trailer ainda não foi divulgado.

25 DE NOVEMBRO – RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO

O filme trará a nova heroína asiática da Disney chamada Raya. Ela é uma guerreira solitária que busca o última dragão vivo para salvar sua cidade. O roteiro é baseado em diversas lendas da Ásia. Por enquanto, apenas uma arte conceitual foi divulgada.

E aí, por qual desses lançamentos você ta mais ansioso? 😀