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Estava eu de boas, jogando Nintendo Switch, quando notei que minha noiva não saía do celular. E de lá vinha um sonzinho épico, uma música que começou a chamar a atenção. Então fui ver e ela estava jogando Empires & Puzzles: Epic Match 3. É claro que levei algum tempo para processar o nome e só depois entender do que se tratava. Mas ao analisar melhor, acabei vendo que era um jogo até que bem interessante e aí compreendi o porquê do nome. Todavia, adivinhem só quem eu já viciei no app? Sim, acabou me pegando pra jogar também.

Mais que um simples puzzle

Uma das coisas que mais tem em apps de jogos são aqueles de puzzles. Candy Crush que o diga. Depois deste jogo pioneiro, muitos surgiram com as mais diversas premissas, e não foi diferente com o Epic & Puzzles. Tanto que esta é a versão 3 e ele já existe há alguns anos. Desde então só veio crescendo e possui uma fã-base bem grande e mundial. Então resolvi trazer um pouco sobre ele aqui no blog.

O game mistura elementos de RPG com puzzle em um ambiente épico e medieval, onde um reino próspero e de luz está em embate contra um lorde das trevas e todo o seu reino obscuro. Basicamente esta é a premissa da história. E você é um comandante de exército da luz que terá a função de guiar e evoluir seus guerreiros, enquanto o rei está sob controle do lorde das trevas.

Para tal, você terá a sua disposição recursos minerais, alimentos e uma cidade para desenvolver e subir de nível. Ao mesmo tempo, contará com um exército cujos guerreiros se dividem em 5 categorias de acordo com o tipo e dentro destas há níveis diferentes de guerreiros. Desde os mais simples no início da empreitada até os mais poderosos. Todos eles passíveis de progredir em XP e melhorar seus atributos de ataque, defesa e vida. Contam com habilidades especiais ativadas por uma barra de mana. Vejam então quantos elementos de RPG presentes no game.

Agora, você partirá para o mundo aberto, com a missão de seguir ponto a ponto, vencendo inimigos, conseguindo espólios e avançando no mapa. Aqui o jogo já ficará ao estilo de Candy Crush. As lutas acontecem em uma tela de puzzle, contento os atributos dos guerreiros. Aliás, atributos estes que se dividem em 5 tipos: Fogo, Gelo, Natureza, Escuridão e Luz.

Complexo e cheio de detalhes, mas muito viciante

De início ele parecerá complexo. Há muito informação e coisas a aprender e ao longo de todo percurso haverá algo novo a tomar conhecimento. Mas é muito viciante, você deseja sempre progredir e melhorar a equipe, sendo que esta conta com 5 guerreiros e pode ser formada mais de uma equipe e deixar salva. Além disso, há possibilidade de enfrentar equipes de outros jogadores e se unir em clãs. Sendo que este último caso ainda libera batalhas específicas dentro do jogo, como se fossem sidequests.

Eu recomendo mesmo o joguinho, que infelizmente só funciona com acesso à Internet. Mas ele não requer de fato muitas compras no app para que você se divirta e fique entretido. Em alguns momentos terá de focar em treino da equipe para melhora-los e também aguardar o tempo necessário para que a cidade se desenvolva e você possa prosseguir na aventura, mas nada muito chato de se aguardar. Está na medida certa.

No último domingo, foi lançado oficialmente no Brasil, o Harry Potter Wizards Unite, o novo jogo inspirado na franquia Harry Potter. Wizards Unite é um jogo de realidade aumentada, com base na localização do usuário, diferente do seu predecessor, o Harry Potter Hogwarts Mystery, que era um jogo “comum”, sem nenhuma relação com a localização geográfica e sem nenhuma interação do jogo com qualquer realidade do usuário. Para quem já jogou, ou ainda joga Pokémon Go, vai se sentir ligeiramente em casa, pois, sendo ambos os jogos baseados na mesma plataforma e desenvolvidos pela mesma empresa, a Niantic, há muita similaridades no “modo de jogo” dos dois.

Porém, se você acha que já cansou de Pokémon Go e que não precisa jogar Wizards Unite, você está enganado! A Niantic conseguiu imprimir uma personalidade muito “potteriana” na plataforma, que deixa curioso mesmo aquele que já joga Pokémon Go há alguns anos (…e persiste…kkk).

Ao contrário de Hogwarts Mystery, que se passava dentro de Hogwarts (é mesmo?!), tratando da formação do jovem bruxo e dos seus desafios pelos mistérios do castelo, Wizards Unite te leva para o passo seguinte. Nele, você é um bruxo adulto, formado, trabalhando em conjunto com o Ministério da Magia para desvendar mistérios e livrar o mundo dos Obstructus (não confunda com Obscurus…). Durante o jogo, você lida com pontos diferentes. Assim como em Pokémon Go há “paradas”, os “pokepontos” (ou “potterpontos” tu-dum-tsss), onde você pode coletar itens mágicos. Até o momento eu parei em estalagens, onde você coleta magia e em estufas onde você coleta e cultiva itens para poções, mas há outros tipos também, cada um com diferentes itens mágicos para coletar e cada um desses itens necessários em diferentes etapas do jogo.

Há também os ginásios, que na verdade são Fortalezas, onde você pode duelar contra comensais da morte e criaturas malignas juntamente com outros companheiros bruxos, mas até agora eu só duelei contra a máquina, pois, não achei ninguém disponível para duelos, o que é bem diferente de Pokémon Go, que no começo era impossível conseguir duelar com os ginásios sempre cheios. Além disso, a partir do Nível 6 você pode escolher uma profissão para seguir: professor, magizoologista ou auror. E para completar as lições você precisa coletar itens mágicos para “pagar” os níveis e ir se tornando mais especializado na sua profissão, o que aumenta o nível das criaturas que você enfrenta, porém aumenta também o número de itens que você ganha e de “força” disponível para realizar as tarefas.

Claro que tudo isso é muito mais do que os PokéStops de Pokémon Go ofereciam e é aí que mora o grande diferencial! Mas andando pela cidade, o que em Pokémon Go era para capturar Pokémons, em Wizards Unite é para lutar contra criaturas mágicas e coletar os itens que estão em poder delas. Temos desde pessoas (sim pessoas!!!), até quadros, recortes de jornal, entre outros itens que quando coletados abrem uma pequena janela (as vezes com o Auror Harry Potter) pra te contar algo sobre o enredo da história do jogo e como aquela peça se encaixa nele.

Somado a isso, todas as criaturas e itens mágicos, personagens, citações, e informações legais da história que compõe o jogo, Wizards Unite se torna um prato cheio para o Potterheads de plantão que amam uma novidade sobre o nosso universo infinito <3.

Há quem diga que Harry Potter Wizards Unite foi um “fracasso”, pois, ao contrário de Pokémon Go, não bateu recordes de downloads no seu lançamento. Bogagem, na minha opinião! São públicos alvo diferentes e vamos levar em consideração que Pokémon Go só fez o sucesso que fez porque os fãs mais antigos dos personagens esperavam seu momento triunfal de nostalgia dos personagens clássicos com o jogo (e claro, porque era uma novidade absoluta um jogo de celular com realidade aumentada!)Harry Potter Wizards Unite, teve, até agora, xxxx versus a marca de 1 bilhão de downloads que Pokémon Go bateu em abril desse ano (eu mesma já devo ter baixado ele umas 5 vezes kkkk levem isso em consideração), mas em momento algum isso diminui Wizards Unite nem rouba sua magia! Eu sigo jogando quando dá tempo haha e estou curtindo bastante!

E vocês, estão jogando Wizards Unite? O que acharam até agora?

 Beijos e até a próxima!

Olá pausadores, bom dia! Hoje vou falar de Spotlight, um game de escape que vai quebrar sua cabeça. Sim, aqueles tradicionais puzzles de escape room, capazes de te deixar irritado e fazê-lo gastar horas para passar um dos enigmas.

Já não é de agora que os games de escape room ganharam fama e se tornaram conhecidos. Desde então diversos outros começaram a ser criados e disponibilizados. Todavia, nem todos são desafiadores ou possuem um certo nível de detalhe no processo criativo dos puzzles.

Há escape games dos mais diversos, com temas multivariados e de dificuldades também. Me lembro de que um dos primeiros com os quais tive contato foi o da série Cube Escape. Mais precisamente o do Rusty Lake (talvez você já tenha ouvido falar sobre). Ele possui uma narrativa triste, com suspense (geralmente o são) e um pouco de freak ou creepy.

Recentemente, minha namorada me apresentou o Spotlight. Pois bem, trata-se de um room escape game disponível nas stores de aplicativos de celular. Ele nos traz 3 capítulos distintos e dentre de cada um há subcapítulos dos quais é preciso escapar. Cada um destes tem seu contador de tempo. Sendo assim, o quanto antes você desvendar todos os enigmas e processos, mais cedo você escapa e mais estrelas ganha. É possível conseguir um total de 5 estrelas em cada.

Todavia, não contava que fosse tão complexo. Na verdade, não imaginei que pudessem pensar algo tão improvável em alguns enigmas. Isto porque, em certas partes, de certas fases ficava quase que impossível de ter ideia do que fazer. Houve momentos que gastei horas até entender ou então até me cansar e comprar uma dica para sair daquele ponto.

Sim, você pode comprar dicas dentro do jogo se obter moedas conforme ver os videos promocionais.

 

Conclusão

Algumas partes eu me cansava e ficava uns dias sem jogar. No que retornava eu ia direto para a solução do puzzle. Porém, isso foi algo que aconteceu mais de uma vez e me deixou pensativo. Como que do nada eu entro no jogo e resolvo num instante o que estava tentando fazer em horas noutro dia? Coisas inexplicáveis acontecem, kkkkk!

Enfim, Spotlight está disponível nas stores dos sistemas operacionais dos celulares e vai te oferecer boas horas de passatempo. Um pouco de nervosismo também em algumas partes e de indignação na solução de outras. Espero que se divirtam.