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Você já parou para pensar da onde vem tanta imaginação dos produtores da Disney para criar tantas histórias? Histórias essas que fazem parte da nossa infância e nos fazem sonhar.

O que muitos não sabem é que a maioria dos filmes animados que estamos acostumados a conhecer são adaptações de contos bem antigos e, até mesmo, sombrios. Vamos conhece-los? Senta que lá vem textão! Espero que gostem. Boa leitura!

  • CINDERELLA

Pasmem: Cinderella é um conto que data do século I a.C. Por ser tão antigo, há milhares de versões, sendo a mais conhecida a adaptação dos irmãos Grimm. Esta é bem parecida com a versão da Disney, exceto pelo final mais sombrio.

Para fazer com que o famoso sapatinho coubesse, as irmãs da Gata Borralheira cortaram partes de seus pés. Uma cortou os dedos e a outra, o calcanhar. Dois pombos viram a farsa e bicaram os olhos das duas. Após o episódio, ambas viraram mendigas cegas.

O detalhe do sapato também teve mudanças. Enquanto a Disney o fez de cristal, no original ele é de vidro e, a fada madrinha, na verdade, se tratava da mãe falecida de Cinderella.

  • BRANCA DE NEVE

Esse é outro conto adaptado pelos irmãos Grimm, e que não difere muito da versão que conhecemos.

A princesa Branca de Neve tinha 7 anos quando a sua madrasta percebeu que a sua beleza poderia lhe causar problemas. Foi então que ela mandou um caçador arrancar-lhe os pulmões. Branca conseguiu fugir e passou a morar de favor na casa de sete anões. Mais tarde, a Rainha Má descobriu seu esconderijo e tentou por três vezes matá-la, disfarçada de mendiga. Na primeira, ela tentou Sufocar a princesa com um espartilho. Na segunda, levou um pente envenenado e, na terceira tentativa, a maçã. Dessa vez os anões chegaram tarde para socorre-la e, como Branca de Neve ainda estava com a aparência boa, optaram por não enterrá-la. Ao invés disso, a colocaram numa cripta de vidro no meio da floresta. Um dia, um príncipe passou pela cripta e quis de todo modo comprá-la. De imediato os anões recusaram a oferta, mas depois de tanta insistência do príncipe, acabaram aceitando. Durante o trajeto, o príncipe deixou a cripta cair no chão. Com a queda, Branca cuspiu o pedaço de maçã envenenado e voltou a vida. Os dois se casaram e chamaram a Rainha Má para a festa. Ao chegar lá, a mandaram calçar sapatos fervendo na brasa e a fizeram dançar até cair no chão, morta.

  • A PEQUENA SEREIA

A Pequena Sereia pode ser considerado um dos que mais tiveram mudanças pela Disney. O escritor do conto original é o dinamarquês Hans Christian Andersen e sua história é tão famosa por lá que, na cidade de Copenhagen, há uma estátua de sereia em uma pedra, no meio do mar.

A protagonista da história tinha mais cinco irmãs, todas criadas pela avó. Na “lei das sereias”, ao completarem 15 anos, ganhavam a permissão de ir à superfície. Quando chegou a vez da Pequena Sereia, ela salvou um príncipe de um naufrágio e se apaixonou por ele. Em seguida, procurou a bruxa do mar para lhe dar pernas, a fim de conquistar o amado. A bruxa concebeu o seu pedido em troca de sua língua, e além da Pequena Sereia ficar sem voz, cada vez que andasse sentiria dores como se estivesse pisando em facas. Se ela não conseguisse se casar com o príncipe, viraria espuma do mar (sereias, na verdade, viram espuma do mar ao invés de morrerem). A Pequena Sereia realmente fez o príncipe a amar, mas não como se ama uma esposa. Mais tarde, ele conheceu uma mulher e a confundiu com a sua salvadora, e assim decide se casar com ela.

No dia anterior ao casamento, as irmãs da sereia surgem com uma faca. Elas haviam feito um acordo com a bruxa: se a Pequena Sereia encravasse a faca no peito do príncipe, ela se livraria da maldição. Mas a sereinha o amava muito e não teve coragem de matá-lo. Suas lágrimas de amor verdadeiro a fizeram virar um espírito do ar, ao invés de espuma. E era isso que ela sempre quis e invejava nos humanos: ter uma alma.

  • A BELA E A FERA

A história original foi escrita por Gabrielle-Suzanne Barbot, em 1740. O pai de Bela era mercador e tinha três filhas. Quando ele viajava, as duas filhas mais velhas pediam coisas caras, exceto pela caçula Bela, que só queria uma rosa vermelha. Em uma de suas viagens, o mercador se perdeu e foi parar no castelo da Fera. Lá, ele roubou uma rosa para dar à Bela. A Fera o pegou no flagra e o obrigou a oferecer uma de suas filhas para ele. Bela foi a escolhida. Ao chegar no castelo, para a surpresa da jovem, a Fera a tratou como uma princesa e sempre a pedia em casamento, escutando um não como resposta todas as vezes. Um dia, Bela pediu para visitar o seu pai e a Fera permitiu, com a condição de voltar depois de dois meses. Certa noite, Bela sonhou que a Fera estava morrendo e correu de volta ao castelo, preocupada. Quando ela chegou, a Fera realmente estava em seu leito de morte. Deparada com tal situação, Bela finalmente percebeu que o amava e fez com que seu amor o transformasse em um lindo príncipe.

Dizem que o conto foi inspirado numa história real, ocorrida no século XVI, quando a rainha Catarina de Médici arranjou o casamento entre Petrus Gonsalvus e a filha de um funcionário da corte francesa, também chamada Catarina. Petrus era um rapaz gentil, porém sofria de hipertricose, o que fazia com que todo seu corpo fosse coberto de pêlos. O objetivo da rainha com este casamento era saber se ele era capaz de se comportar como cavalheiro e gerar filhos, ao mesmo tempo que queria despertar o lado “animal” de Petrus, o oferecendo uma bela dama como esposa. Quando a noiva o conheceu, quase desmaiou, mas a união foi próspera, visto que o casal gerou sete filhos, sendo que quatro deles herdaram a condição humana do pai e foram doados como animais de estimação para aristocratas. Mais tarde, Petrus e Catarina se retiraram para a Itália, onde viveram até o fim de seus dias.

Catarina e Petrus

  • A BELA ADORMECIDA

O conto é originário da França, escrito em 1697 e, mais tarde, ganhou uma versão dos irmãos Grimm.

Mais por uma premonição do que por uma maldição, uma bela princesa teve o seu dedo envenenado por uma farpa de linho. Muito triste, o rei colocou sua filha em uma cadeira de veludo, em um cômodo no meio da floresta e a tranca para sempre. Certo dia, um outro rei estava passando por ali e ficou encantado com a beleza da princesa. Ele, então, a estuprou e partiu. Sem saber, o rei acabou engravidando a princesa morta e, meses depois, ela deu a luz a gêmeos.

Um dos bebês, procurando por alimento, começou a chupar o dedo da mãe. Ele chupou com tanta força que conseguiu retirar o veneno e a fez despertar novamente. A esposa do rei acaba descobrindo tudo e manda lançar, mãe e filhos, na fogueira. Mas, na hora do ato, o rei joga a sua esposa no lugar da princesa e os gêmeos, e eles se tornam marido e mulher.

  • A PRINCESA E O SAPO

Também criado pelos alemães Grimm, a história, na verdade, tem outro nome: O Sapo Príncipe.

Um rei de um reino distante tinha belas filhas. A mais bela e mais mimada adorava brincar com a sua bola de ouro no jardim. Um dia, a bola foi parar no fundo de um lago e a princesa pôs-se a chorar. De repente, surgiu um sapo, falando que se ele se tornasse o seu companheiro, ele a devolveria a bola. A princesa aceitou e o sapo cumpriu a sua promessa, diferente dela, que saiu correndo, deixando o sapo sozinho. O rei soube de sua mentira e obrigou a filha a trazer o sapo para casa. Desesperada e com nojo de tê-lo em sua cama, a princesa o joga contra a parede, e isso o transforma de volta em um príncipe, não um beijo apaixonado como no filme da Disney.

  • O CORCUNDA DE NOTRE-DAME

Escrito por Victor Hugo, na França, em 1831, o conto na verdade é intitulado Notre-Dame de Paris.

Por causa de sua deformidade, Quasímodo é abandonado, ainda bebê, na porta da catedral, e é adotado pelo arquidiácono Frollo. Este obtinha um desejo profundo pela bela cigana Esmeralda, que sempre fazia apresentações de dança nas praças públicas. Com medo de não conseguir conter a tentação, Frollo manda Quasímodo a raptar. Esmeralda, então, é salva por um grupo de arqueiros, liderado por Phoebus. A cigana se apaixona por ele, mas o comandante já era comprometido. Mesmo assim, os dois começaram a manter um caso. Sabendo disso, Frollo mata Phoebus e acusa Esmeralda de assassinato. Para se livrar de sua sentença, o religioso obriga a cigana a ter relações sexuais com ele. Ela não aceita e, no momento de seu julgamento, Quasímodo consegue a sequestrar e a leva para dentro da igreja, onde ninguém pode pegá-la.

Quasímodo cuida de Esmeralda a noite toda, mas os outros ciganos conseguem a achar e, aproveitando a confusão, Frollo se apossa da cigana novamente. Irritado com as recusas de Esmeralda, Frollo a tranca junto com uma velha louca. A prisioneira, ao invés de despedaçar Esmeralda, percebe que ela é, na verdade, a sua filha, e a poupa de todo o sofrimento. Porém a paz de Esmeralda dura pouco. Os guardas da catedral a encontram e a levam para a sua execução.

Quasímodo e Frollo estavam na torre, assistindo a tudo, quando de repente, movido pelo desespero, o deforme empurra o seu pai adotivo torre abaixo e, em seguida, desaparece para sempre.

  • POCAHONTAS

A história da índia americana é real. A Disney recebeu críticas dos descendentes de Pocahontas pela sua versão distorcida, fazendo com que houvesse a continuação do filme, em que mostra a protagonista ficando com o seu verdadeiro marido, John Rolfe.

Suposto retrato de Pocahontas

Na verdade, Pocahontas era apenas um apelido, que significa “criança mimada”. Seu nome era Matoaka e ela era filha de um dos chefes da tribo Powhatan, que ocupava quase todo o litoral do estado de Virginia.

Quando tinha 11 anos, Pocahontas conseguiu livrar o colono inglês John Smith, que seria morto pelo seu pai, em 1607. Smith era um homem que beirava os 30 anos e, graças a esse evento, a tribo Powhatan estabeleceu a paz com os ingleses. Ao contrário do filme da Disney, Pocahontas e John Smith nunca se relacionaram. Ele apenas a serviu como professor da língua e costumes ingleses. Em 1609, John Smith foi baleado e teve que voltar para a Inglaterra. Outros colonos afirmaram à Pocahontas que ele havia sido mordo.

Quando completou 17 anos, a índia foi capturada por ingleses e permaneceu na prisão por mais de um ano. Interessado pela jovem, o britânico John Rolfe a pede em casamento, em troca de sua liberdade, e ela aceita. Ao chegar na Inglaterra, Pocahontas passou a se chamar Rebecca. Ela teve um filho com Rolfe, a quem o batizou de Thomas. Lá, Pocahontas descobriu que John Smith estava vivo, mas na época não conseguiu encontrá-lo. Por sua vez, Smith mandou uma carta para a Rainha, pedindo para que tratassem a índia com nobreza. E, assim, fez com que Pocahontas se tornasse muito popular no reino e até ganhar a simpatia do Rei.

Em 1617, Pocahontas reencontrou John Smith e ela se disse decepcionada com ele, por não ter conseguido manter a paz entre a tribo e os colonos. Meses depois, a índia e seu marido estavam no navio, rumo aos Estados Unidos, porém uma possível pneumonia os fizeram retornar e, no mesmo ano, Pocahontas veio a falecer.

Curiosidade: o ex-presidente estadunidense George W. Bush é um possível descendente de John Rolfe, fruto de um casamento posterior.

  • MULAN

Muito se questiona sobre se Mulan é apenas personagem de uma lenda chinesa ou se ela realmente existiu. A obra foi composta no século VI, durante a dinastia de Tang, mas se passa durante a dinastia Ming. Hua Mulan era o seu nome verdadeiro, mas a Disney preferiu adotar Fa Mulan para não enfrentar possíveis processos jurídicos.

A chinesa ficou famosa por lutar na guerra contra os nômades, que durou 12 anos, no lugar de seu pai. A cada batalha, Mulan se destacava por sua coragem. Mesmo depois de descobrirem que se tratava de uma mulher, o imperador da China quis recompensá-la, mas ela não aceitou e simplesmente voltou para casa.

  • ANASTASIA

A história da grã-duquesa russa Anastasia é verdadeira e trágica, mas não teve nenhuma versão contada pela Disney. A que conhecemos foi produzida pela Fox e tem um final feliz, ao contrário do que realmente aconteceu.

Anastasia Nikolaevna Romanova era a filha mais nova do czar russo Nicolau II. No filme animado da Fox, Rasputin seria o grande vilão da história, mas na realidade ele era apenas um amigo da família. O problema ao redor de sua imagem é que toda corte russa o achava demoníaco, com uma péssima fama de abusador e alcoolatra. Entretanto, Rasputin conquistou a confiança da família imperial por supostamente ter poderes sobrenaturais de cura, e com isso ajudava o herdeiro do trono, Alexei, quando este sofria suas crises de hemofilia.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a Rússia imperial foi tomada por um golpe bolchevique e toda a família real foi capturada, sendo posteriormente executados. Ao encontrarem os restos mortais da família, notaram que não haviam os restos nem de Anastasia e nem de seu irmão mais novo. A partir daí, surgiram boatos de que ambos poderiam estar vivos.

Anna Anderson

Foi quando uma mulher chamada Anna Anderson contou aos jornais que era a grã-duquesa e que havia sobrevivido ao ataque se fingindo de morta e fugindo em seguida. Por anos a fio a mentira foi sustentada e Anna ficou muito rica. Apenas depois de sua morte foi concluído que Anna não se passava de uma impostora. Tempos depois, os cadáveres dos irmãos foram encontrados e comprovados através de exames de DNA.

  • RAPUNZEL

A história de Rapunzel é uma das mais famosas e antigas. Na minha opinião, a Disney bem que demorou muito tempo para readaptá-la aos cinemas! hehehe

Havia um casal que morava ao lado de um castelo que pertencia a uma bruxa. Quando estava grávida, a mulher pediu ao marido que fosse pegar algumas frutas. Estas só seriam encontradas no pomar da bruxa. O marido, então, arriscou roubá-las, mas foi pego pela bruxa. Como castigo, ela ordenou que o homem a desse a criança que sua esposa estava esperando. Dito e feito, a bruxa nomeou a menina de Rapunzel. Ao completar 12 anos, a bruxa prendeu a jovem numa torre sem portas e nem escadas. Ela também cultivou o cabelo da menina, sem jamais tê-lo cortado. Quando queria entrar na torre, a bruxa subia pelas longas tranças de Rapunzel. Certo dia, um príncipe estava passeando pelas redondezas e ouviu Rapunzel cantando na janela. Ele se apaixonou pela jovem e passou a visitá-la sempre que podia. Numa dessas visitas, o príncipe observou como a bruxa fazia para subir na torre e, no dia seguinte, fez igual. Ao chegar no topo da torre, pediu Rapunzel em casamento e ela aceitou. Juntos bolaram um plano: toda noite o príncipe viria com um pedaço de seda, para que assim Rapunzel tecesse uma escada. Com o passar do tempo, a bruxa percebeu que a barriga de Rapunzel estava crescendo e descobriu tudo. Ela, então, cortou os cabelos da jovem e lançou um feitiço para que ela morasse num deserto. Quanto ao príncipe, a bruxa o cegou e ele começou a vagar sem rumo pelos bosques. Até que um dia foi atraído, novamente, pela voz de Rapunzel. Os dois se reencontraram e as lágrimas de Rapunzel curaram a cegueira do príncipe, que viveram felizes para sempre.

  • HÉRCULES

Hercules, na verdade, é um deus da mitologia grega, filho de Zeus com uma mortal. Sua história é famosa pelas 12 tarefas que teve que cumprir e que o mostrou ser um semi-deus muito forte.

  • ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

A animação da Disney foi inspirada pelos livros de Lewis Carroll. É claro que a história é fantasia, mas a Alice realmente existiu. Ela era uma garotinha de 8 anos, filha de um casal amigo do escritor. Carroll ficava encantado com a personalidade da menina e sempre a levava para passear. Muito se especula a respeito de uma possível relação amorosa entre os dois, coisa que nunca foi comprovada devido a enorme diferença de idade entre os dois.

  • FROZEN

Uma das maiores franquias da Disney foi inspirada num conto do século XIX chamado A Rainha da Neve, escrito por Hans Christian Andersen, o mesmo autor de A Pequena Sereia.

A história gira em torno de Kai e Gerda, duas crianças que eram muito amigas. Certo dia, um troll criou um espelho mágico que transformava todos que o vissem em pessoas más. O espelho se quebrou e parte de seus pedaços foram parar próximos onde Kai e Gerda estavam brincando. Sem querer, Kai mirou o espelho e farpas dele entraram no seu coração, tornando-o uma criança má. Convivendo com a sua nova personalidade, Kai tenta roubar um trenó, mas é surpreendido pela dona do mesmo, a Rainha da Neve, que o sequestra como castigo. Gerda sente falta do amigo e sai a sua procura. Com a ajuda de uma pequena ladra, Gerda encontra o amigo e consegue curá-lo e derrotar a Rainha.

E chegamos ao fim! Qual foi a sua favorita?

Olá peÇual! Dia lindo hoje não???? Claro que é! Afinal, não é todo dia que uma rapazinha faz 28 anos 😉 me deem parabéns! É uma ordem! Hahahaha

E nada mais legal do que o meu post cair bem no dia do meu aniversário, né? Então vou falar um pouquinho sobre algo que eu adoro reparar enquanto leio (..e releio…e releio…) Harry Potter: os aniversários dele!

Se você é daqueles que leu só os 7 livros, ou viu só os 8 filmes (caia fora daqui! *mentira gente não vai não*) você apenas não vai saber quando são os aniversários de toda a turma do barulho, afinal, só o dia do aniversário do Harry é dito explicitamente em algum momento! 31st, July! Bem no meio das férias escolares europeias! Bad luck, Potter!

Nos livros há menções sobre os aniversários de Rony, como quando eles falam a respeito dos testes para a permissão de aparatação e o da Mione, quando ela diz que seus pais deram dinheiro para um presente e ela decide comprar o Bichento, mas o dia exato nunca é mencionado! (Jô e o eterno mistério de não mencionar datas que eu já falei aqui nesse post 😉 ). Mas os aniversário dos Harry nunca passam incólumes, afinal ele é o protagonista dessa bagaça, né bebê! hahaha

Sempre acontece algo emocionante para que o dia não seja jamais esquecido!

Em Harry Potter e a pedra filosofal, Harry aguarda a meia noite para o dia do seu aniversário, sozinho, deitado no chão duro de uma cabana velha numa ilhota no meio do oceano, quando o gigante Hagrid, de repente aparece e lhe diz que ele é um bruxo!

Em Harry Potter e a Câmara Secreta, Harry acorda, trancafiado em seu quarto na casa dos Dursley’s, por conta do episódio envolvendo Dobby, o elfo doméstico, e o pudim de flores de tia Petúnia, e dá de cara com Rony e seus irmãos, Fred e Jorge, batendo na sua janela, em um Ford Anglia voador para resgatá-lo do castigo!….

Já em Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban, para muitos pode parecer um aniversário triste, pois, Harry passou o dia todo achando que os amigos haviam esquecido dele, mas no final da noite ele recebe cartões de aniversário, notícias e presentes de Rony, Mione e Hagrid, o que para alguém que nunca havia ganho presente algum é algo que o deixa muito feliz! 🙂

Em Harry Potter e o Cálice de Fogo, não temos um relato do dia de Harry em si, mas quem não gostaria de receber no seu aniversário quatro bolos só pra si? Eu não tive nenhum, tô deprimida! hahaha

Em Harry Potter e a Ordem da Fênix, mais conhecida como “o ano em que o Harry tá chato pra cacete!”, e é um livro que eu leio com tanto esforço que me levou um bom tempo achar a informação de que NESSE LIVRO, apesar das suas centenas de páginas e gritos histéricos do Harry, Jô não incluiu o ilustre dia haha há apenas uma passagem que diz “Hermione escrevera um Logo iremos nos ver no cartão que lhe mandara de aniversário”. Sério, o Harry está tão insuportável que mereceu ficar sozinho nesse aniversário, vai?

Em Harry Potter e o enigma do Príncipe, após ser resgatado da Rua dos Alfeneiros por nada mais nada menos do que Alvo Dumbledore, Harry tem sua primeira quase festa de aniversário da vida, que foi um jantar com os Weasley’s e mais alguns membros da ordem n’A Toca, mas vamos combinar que um jantar com bolo preparados por Molly Weasley faz qualquer aniversário ser especial, né? <3

E finalmente em Harry Potter e as relíquias da morte, no ano em que Harry se torna maior de idade, ele teve um jantar com vários convidados n’A Toca, na véspera do casamento de Gui e Fleur, que foi cordialmente interrompido pelo ministro da magia, Rufo Scrimgeour, para a leitura do testamento muito enigmático de Dumbledore, que dá início à toda a trama do livro (claro que no filme não houve comemoração, pois, o casamento foi um dia antes do aniversário de Harry e não depois, e como a festa foi interrompida pela chegada dos Comensais da Morte, só tivemos Mione dizendo que ela e Gina haviam feito um bolo, que nunca seria experimentado…)!

UFA! Muitas memórias hahahaha claro que o mais especial ficou para o final, não é mesmo? Afinal, a cada 31 de julho não é apenas Harry que faz anos, mas sua mãe-autora, a rainha JK Rowling, deu ao nosso querido bruxinho, seu dia especial como o maior dos presentes! 31 de julho é, também, o aniversário dela! s2

E aí, lembravam de tudo isso? Ou só eu que sou maluca? hahahah 

Beijos e até a próxima! 

As Princesas Disney são famosas no mundo encantado e na imaginação das crianças desde os anos 30, quando a primeira princesa criada por Walt Disney teve a sua animação lançada nos cinemas: Branca de Neve e os Sete Anões. Depois disso, muitos outros filmes de contos de fadas foram lançados, mas o que pouca gente sabe é que as Princesas só viraram uma franquia bem mais pra frente, nos anos 2000.

Tudo começou quando os escritórios Disney resolveram dividir por categorias seus produtos comercializados. Andy Mooney, um dos executivos da empresa, percebeu que a maioria do público jovem feminino se vestia de alguma princesa para ir em shows produzidos pela Disney. Então, Mooney pensou que era a hora de começar a comercializar as personagens separadamente de seus filmes e, assim, criar uma franquia. Porém, a ideia era que nenhuma Princesa poderia estar olhando uma para a outra, para que sua individualidade permanecesse intacta, apesar de estarem todas juntas e misturadas. Isso só foi mudar recentemente, com a participação de todas elas reunidas como amigas no filme Wi-Fi Ralph – e, por sinal, essa cena quase que não entra na edição final da animação. Inclusive, na história vemos o porque Vanellope não fazer parte da franquia de Princesas – com certeza é algo que ela não faz questão!

Com a criação da marca exclusiva, foram lançados diversos e variados produtos, tais como novas bonecas, jogos, séries, acessórios, revistas etc. Toda essa atenção às Princesas também acabou resultando numa repaginada no visual de cada uma – elas ganharam mais brilho, o que resultou em algumas polêmicas, especialmente acerca das princesas vistas como mais empoderadas como Merida, Mulan e Pocahontas.

Atualmente, as Princesas Disney são compostas oficialmente por Branca de Neve, Cinderella, Aurora, Ariel, Bela, Jasmine, Pocahontas, Mulan, Tiana, Rapunzel e Merida. A escolha foi baseada na história de cada uma, sendo a maioria de “sangue real” (Branca de Neve, Aurora, Ariel, Jasmine, Pocahontas, Rapunzel e Merida) e, o restante, por terem se tornado princesa ao casarem-se com um príncipe – com excessão de Mulan, que ganha o título de Princesa por um feito heróico. A próxima a ser coroada deve ser Moana. Já Elsa e Anna não entram no grupo por terem sua própria franquia, Frozen.

No início, além dessas personagens, a cigana Esmeralda e a fada Tinkerbell também faziam parte da franquia estrelando produtos e permaneceram assim até 2005. Tanto uma como a outra acabaram não se encaixando na ideia da linha e decidiram por cortá-las. Tinkerbell, agora, faz parte de uma nova marca da empresa, intitulada Disney Fadas.

Outras famosas personagens e protagonistas tiveram também uma explicação por não integrarem o time. A Alice, por exemplo, esteve em uma vasta linha de produtos das Princesas Disney, porém sempre foi considerada apenas uma “Princesa Teste”. A desconhecida (e esquecida) Eilowny, de O Caldeirão Mágico, de 1985, apesar de ser uma princesa de berço, nunca estrelou nenhum produto pelo fato de seu filme não ter alcançado o sucesso devido. Jane Porter, o par romântico de Tarzan, chegou a ser anunciada como Princesa Disney no início, mas desapareceu logo em seguida. Kida provavelmente não entrou para a franquia pois, no final de seu filme Atlantis, ela vira uma rainha. Já a Giselle, de Encantada, teve sua participação anulada pois a empresa teria que pagar direitos de imagem à atriz que interpreta a personagem, Amy Adams. E por fim, Meg, do filme Hercules, apesar de ter sido lançada em alguns produtos, não entrou na linha final por não ser considerada uma princesa.

Quanto a princesinha Sofia, protagonista da série do Disney Channel, não faz parte por ter menos de 12 anos e também nunca ter estrelado um longa. O mesmo acontece com Elena de Avalor. Se elas fossem consideradas Princesas Disney, seria, as únicas princesas latinas.

Seria legal se todas as personagens fizessem parte da franquia, assim seria mais fácil de encontrar produtos de todas elas e alcançar mais públicos. Apesar de não serem princesas em seus filmes, para muitas crianças elas são tão favoritas quanto! Para você, qual a sua favorita?