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Primeiramente: Happy Harry Potter Year e Feliz 2019, galera! Independente se você comemora ou não o Natal, o que importa é que essa época do ano é perfeita para comer muito e fazer novos planos, certo?

Pensando em Natal, estava eu lendo Harry Potter e o Cálice de Fogo (AGAIN) e notei que é o único livro que trata a passagem de tempo de forma muito clara. Que cita as datas das tarefas, que fala claramente “dia tal do mês tal”, já notaram isso? Apenas nesse livro há menções constantes a dias! Por conta das datas das tarefas do Torneio Tribruxo!

Fiquei lembrando dos outros livros e reparando que as datas não são muito influentes no enredo. Claro que todo mundo já viu a piadinha do Tio Voldy ser um vilão bacana porque ele sempre espera o ano letivo acabar pra tentar matar o Harry, né? Mas já notaram como o ano transita sem grandes revelações sobre em que mês estamos? Claro que são citadas datas festivas, como Páscoa, Natal, Dia das Bruxas. E muitas vezes vemos frases como “dezembro chegou trazendo frio, e em uma manhã uma grossa camada de neve cobria toda a propriedade”, mas nós só ficamos sabendo os aniversários dos personagens (fora o do Harry!) por conta de informações via outros canais, como o Potter More.

Você já se perguntou o motivo disso? Não há uma explicação oficial de J.K. Rowling para o fato das datas serem “ignoradas” nos livros, mas eu tenho duas teorias que julgo muito válidos! Vamos à elas 😀

A primeira é para que você leia sentindo como se estivesse vivendo junto com o Harry! Você, quanto estudante, lembra, claro, das férias, certo? Se estudasse em uma escola interna, como Hogwarts, provavelmente as datas que mais marcariam o ano seriam as idas para casa, nos feriados onde os alunos são liberados para irem visitar os pais, e o começo do ano letivo (1° setembro) e o final do mesmo, certo? Mas você não lembra de cor o dia e mês exatos de quando cada coisa aconteceu no seu ano, ano por ano da sua vida. Então!

Narrando dessa forma, nós passamos pelo ano de Harry junto com ele, focando nos fatos interessantes e não nas datas, por que elas, a menos que impactantes por algum motivo. Como as idas para casa de todo mundo que sempre são apontadas pelo narrador, dizendo se Harry ficou feliz ou não em ter o castelo mais vazio e se o Rony e a Mione ficaram ou não com ele, não fazem muita diferença no enredo principal!

A segunda se conecta com a primeira haha ! É para você não sentir mesmo o tempo passar. Todos os livros narram os acontecimentos de aproximadamente 1 ano da vida de Harry, certo? E você sabe disso, por que é um ano escolar (volta a piadinha do Tio Voldy!), mas se o ano passando fosse marcado de forma mais clara, pontuando os meses, você perderia o ritmo da leitura. Anteciparia, lendo de forma mais rápida, ou com menos atenção ou intensidade, determinadas cenas, apenas para “acabar o mês”, para chegar no próximo, para vencer essa “etapa”!

Vê como nosso cérebro é maluco? Quando você está chegando perto do banheiro a vontade aumenta não aumenta? Independente se você levou 1 ou 5 minutos para chegar lá! É basicamente a mesma coisa! Hahaha J.K. Rowling não só escreve com maestria, como também “divide” com maestria! A transição dos capítulos é de sumária importância para a fluidez de um livro, muito mais para a fluidez de 7 livros! E em Harry Potter os capítulos tem um ritmo muito bem estudado, muito bem medido, para que você apresse a leitura nas horas certas e leia mais calmamente nas horas certas também!

Eu já conduzi um estudo me tendo como cobaia hahaha onde eu cronometrei quanto tempo eu levava para ler cada página, levando em consideração claro que as páginas com diálogos são mais rápidas de ler, do que as com narração, mas eu concluí que comigo, o ritmo de leitura flui de acordo com a intensidade das cenas narradas. Naturalmente, quando um desfecho está por vir, seu cérebro acelera a capacidade de processar as informações para que você consiga chegar no desfecho mais rapidamente, e sacie assim sua curiosidade!

E aí? Acham que eu tenho razão ou que chegou a hora do Leandro me aposentar porque eu pirei de vez? Hahahah 

Deixem suas opiniões, eu ia adorar saber se eu sou louca sozinha ou se tem mais gente comigo! 😀

Beijos e até a próxima!

 

 

 

 

E aí, PotterHeads de plantão?! Ceis já foram ver Animais Fantásticos: os Crimes de Grindelwald, né? NÃO? #RelaçõesCortadas haha brincadeira! Eu perdoo! Mas já aviso de antemão que esse post contém um spoiler de leve a moderado, então se você é daqueles, que como eu, não entra nem na internet enquanto não viu o filme pra não ser “spoilerizado”, corra pras montanhas e guarde sua curiosidade pra mais tarde…aliás…corre lá pro post do Leandro com a crítica do filme que vocês vão curtir muito e sem informações proibidas, apenas com aquela aguçada de leve nas suas lombrigas! 😉

Agora, pulada a parte em que eu me desculpo com quem veio ler o post sem querer ver spoiler, você, meu amigo, que já viu o filme, vem cá e me conta…TU FICOU IMPACTADO, NÉ? Porque euzinha aqui fiquei! Daquelas de ficar fazendo contas no cinema, lembrando quando cada personagem nasceu, e pensando WTF, JO???

Óbvio que a surpresa mais impactante do filme não foi nem de longe a presença tímida de um sobrenome velho conhecido nosso bem colocada no meinho de uma cena de uma forma que só faz você pensar uma coisa: Uepá, Jô!!! Quequéiçu, mulé? Mas nós, calejados que somos, com os pequenos vislumbres que a Jô dá em um livro pra emendar o nó 1.000 páginas depois…quem não lembra do Cálice de fogo, quando Harry narra os acontecimentos do cemitério para Dumbledore e que quando ele diz que Lord Voldemort usou seu sangue na poção que o fez ressurgir “Por um instante fugaz, Harry viu um brilho que lembrava triunfo nos olhos do diretor.” e que anos depois, em as Relíquias da Morte entendemos o porquê?!…É meu caro, Rainha Jô não dá ponto sem nó, não! Então a menos que tenha alguém brincando com um vira-tempo, ou que Barry Allen tenha criado um FlashPoint na saga errada, a presença da pequena frase “Professora McGonagall, por favor, poderia acompanhá-los” não estaria ali por acaso! TEM COISA AÍ, MOÇADA!

Claro que, a menos que tenha rolado um “bang” com um vira-tempo, realmente não poderia ser nossa querida animaga Minerva McGonagall a personagem que mal vemos em Os Crimes de Grindelwald, mas pensando no histórico familiar de Minerva, será que podemos prever informações novas sobre sua família que justificariam sua genialidade e proficiência ímpar em magia?

Tem muita gente afirmando que deve ser apenas um retcon, mas eu me recuso a acreditar que Jô passaria a vida toda escrevendo essa saga, fazendo os links mais perfeitos e complexos do mundo, pra chegar aqui e se permitir isso! Oremos!!!

Recapitulando: Minerva McGonagall nasceu na Escócia, em 4 de outubro de 1935, bisneta de uma talentosa bruxa e mestiça, filha de uma bruxa, Isobel Ross, com um trouxa, o ministro da Igreja Presbiteriana, Robert McGonagall. Durante a infância, Minerva precisou esconder sua magia, pois, seu pai não sabia da condição de Isobel quando se casaram, porém acabou por aceitar quando a verdade lhe foi revelada. A partir daí, Minerva ajudou a mãe a esconder a magia de seus dois irmãos mais novos, Robert e Malcon, do restante da comunidade em que viviam, enquanto sua mãe abdicou de sua varinha em prol de manter sua vida e família como eram. Em 1947, Minerva ingressa em Hogwarts, e se forma 7 anos depois, em 1954, como uma aluna brilhante, se equiparando a Dumbledore em números de NOM’s e NIEM’s obtidos. Após sair da escola é convidada para um cargo no Ministério da Magia Britânico, no Departamento de Execução das Leis da Magia e resolve ir passar as férias com seus pais antes de voltar para assumir o cargo. Durante as ferias conhece um trouxa,  Douglas Mcgregor, por quem se apaixona perdidamente e que a propõe casamento poucos dias depois. Após ter aceitado, Minerva se vê pensando em sua mãe e todas as concessões que teve que fazer por amar um trouxa e no Estatuto de Sigilo em Magia, que estaria quebrando ao se casar com ele e desiste do relacionamento para seguir sua carreira no Ministério. Em 1956, ingressa como professora em Hogwarts, no mesmo ano em que Dumbledore assume a diretoria da escola.

Então, meus caros, sendo a família bruxa de Minerva existente sob a árvore genealógica da família Ross, seus irmãos todos mais novos e homens, ela não nascida na época de Os Crimes de Grindelwald (1927), sua mãe fingindo ser uma trouxa naquela época, e sua bisavó talentosa uma Ross…e eu me recusando a crer que isso seja apenas ma mudança na linha do tempo que eu defendo com unhas e dentes…Seria a moça uma adição bruxa a árvore genealógica da família de Robert McGonagall? Uma forma de Jô nos mostrar que não existem famílias, nem bruxas, nem trouxas, que não sejam miscigenadas em algum momento da história? Uma forma dela de desmistificar o mito dos sangue-puros? Ou de explicar as crianças nascidas de pais trouxas, como nossa amada Mione Granger?

É aguardar pra ver, não é mesmo??? E eu vou morrer de curiosidade até lá!!!

E vocês, o que acham da aparição de uma misteriosa McGonagall em Os Crimes de Grindelwald? 

Vocês lembram desse post aqui, quando a Lucasfilme divulgou o título do próximo Star Wars e causou um rebuliço na internet?

Star Wars Os Ultimos Jedi Kylo Ren aprova 237

Isso porque o título em inglês é Star Wars: The Last Jedi e todo mundo já começou a imaginar quem seria o tal do último Jedi. Mortes foram profetizadas, personagens trocaram de lado, outros voltaram dos mortos…. E um sem número de teorias foram criadas.

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Agora, para dar mais um gás na discussão, a página oficial da franquia Star Wars no Facebook confirmou o título oficial em Português. Por aqui, o oitavo longa da franquia vai se chamar Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi. E isso tem uma implicação maior do que aparenta no mundo das hipóteses.

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Se antes a gente achava que Last Jedi era singular e apenas um Jedi restaria, agora sabemos que teremos pelo menos 2 no novo longa. Isso faz com que Luke – que muita gente vinha assassinando – realmente deva voltar a empunhar um sabre-de-luz e o fará junto de outra pessoa. Se olharmos o banner promocional divulgado pelo ator John Boyega, será que temos alguma pista?

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Agora outras teorias têm se formado. Talvez Luke (e quem sabe Rey) possam não ser os únicos Jedi e mais defensores da força podem surgir. Personagens de outras mídias, Jedi que morreram e até uma academia secreta estão sendo cogitados. Será que teremos mais pistas em breve?

Não é incrível como uma tradução pode mudar todo o contexto em volta do filme? De qualquer forma, prefiro não fazer apostas e esperar pra ver!

E vocês?