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Quando finalizei a leitura de Lady Killers, quis conversar com alguém a respeito e compartilhei um dos relatos com a minha mãe. Assim como eu, ela começou a refletir sobre a veracidade da história. Parece impossível analisar e pensar que mulheres são capazes de executar crimes à sangue frio; sem sentir nenhum remorso por isso. São mulheres cruéis, perversas que deixaram vários psicopatas no chinelo.

Tanto que iniciamos a leitura com Tori Telfer abordando o termo “assassinos em série“, pois sempre que o escutamos, projetamos automaticamente a imagem de um homem. É claro, que as a histórias que repercutiram na mídia, foram de homens psicopatas/ sociopatas com distúrbios de caráter.Mas dificilmente associamos esse termo às mulheres; é como se nós fossemos incapazes de torturar e matar de forma tão impiedosa.

ASSASSINAS EM SÉRIE

Retratar essas mulheres, que viveram há muitos anos atrás, fez com que a experiência se tornasse única. Visto que vamos conhecer não só a trajetória de cada uma delas, como também os contextos históricos e sociais da época em que viveram.

Os detalhes da edição fizeram com que a leitura se tornasse mais “leve”, mas ainda assim precisei ler aos poucos. Há cenas angustiantes e teve momentos em que me peguei sentindo empatia pelas assassinas. É claro que não concordo com as suas ações, porém conhecer suas motivações e entender como os crimes foram cometidos, facilita a afinidade.

Em Lady Killers, Tori Telfer também discutiu a forma com que as assassinas eram vinculadas aos crimes. Elas se tornaram piadas ou foram sexualizadas pela mídia, já que suas ações não foram levadas a sério – ao menos da forma que deveriam. Foi para fugir dos esteriótipos, que essa edição traz uma verdadeira análise psicológica de cada uma delas. Há várias assassinas que usaram a beleza ao seu favor, no entanto, muitos crimes foram cometidos por se sentirem oprimidas (tanto pelos padrões da sociedade como pelos próprios homens).

Sem dúvidas é um livro que vale a pena ter na estante!

No começo do ano já tivemos um grande lançamento da Disney, Wifi Ralph chegou para detonar a internet, mas será que detonou mesmo?

Assisti o filme e devo dizer que fiquei um pouco dividida. Eu sou super fã do primeiro filme, acho ele incrível demais, como apresentou ideias inovadoras a respeito de uma coisa tão simples e já esquecida por muitos, chamado fliperama. E esse esquecimento pode ser notado logo no início do filmes, ao invés de estar lotado como no primeiro filme, vemos que com o passar dos anos, as pessoas foram se “esquecendo” do Fliperama do Senhor Litwak, e cada vez menos gente aparece por lá. Claro, pois Detona Ralph também entrou na era da internet.

Como sempre Wifi Ralph trouxe novamente uma forma muito legal para se enxergar coisas simples como a internet. A forma como eles representaram, os usuários, vírus e os sites de compras, e outros, foi simplesmente genial. Você começa a usar a internet de uma forma um pouco diferente depois assistir o filme.

É claro que acena que eu mais queria ver era a interação da Vanellope, com as princesas da Disney, e vou admitir que não decepcionou. foi muito bom ver a Branca de Neve, e a Cinderela nas telonas. Foi muito bom ver todas juntas pois assim podemos ver de fato a evolução do conceito de princesa, e como ele foi evoluindo ao longo de todos esses anos. Como cada uma representa de forma impecável o retrato da sua própria era.

O filme tem um mensagem de amizade muito bonita, e que é realmente tocante. O único ponto de ressalva que eu tive, foi a mudança de plot excessiva, e que as vezes ficava um pouco cansativa, e que a essência do filme se parece muito com o do primeiro filme.

Porém o filme é uma aventura muito legal, e eu recomendo a todos!

Era uma vez um Deadpool é o mais não tão novo filme do sarcástico anti-herói mais engraçado da Marvel.  Fomos conferir em primeira mão na Cabine da Fox Filmes do Brasil esse conto de Natal. E a primeira coisa que notamos é que o próprio Deadpool continua sendo o narrador de sua história. Desta vez ele pretende contar os fatos de Deadpool 2 de modo que toda a família possa assistir. Ou quase isso.

Não espere por grandes reviravoltas ou novidades. Para quem assistiu ao segundo filme, muito provavelmente este não preencherá muito a vontade por coisas inusitadas. Exceto por algumas sketches onde o nosso anti-herói dialoga com outro personagem estrategicamente raptado para fazer parte do filme.

O bom é que podemos rever os fatos e analisar novamente nas telonas os detalhes do segundo filme, já até preparados para o que está por vir em cada cena. Entender melhor como que os personagens foram montados e adaptados para o cinema, principalmente o Cable, uma vez que ele possui nuances bem distintas aqui. Mas de todos os personagens o que mais me agradou foi mesmo a Domino.

Tanto a atriz como a personagem per si sobressaem-se nas cenas, seja em ação ou em diálogo. No meu ver, foi a que mais deu vida a personagem e a fez se destacar dentre os demais. E convenhamos que o poder mutante dela seria uma beleza por aqui, pois não teria um infortúnio só para atrapalhar as coisas.

E por fim

Entretanto, o melhor sempre fica pro final, não é mesmo? Mais uma vez as cenas pós créditos vieram em quantidade generosa, mas o que realmente pegou em cheio os espectadores foi exatamente a última cena. Acredito que, pela reação dos que lá estavam, ninguém esperava por aquilo. Foi muito tocante e quem diria que um filme do Deadpool faria a platéia chorar.

Mas é isso pessoal. Se querem rever as melhores cenas de o Deadpool 2 e ainda se emocionar ao final, vão conferir Era uma vez um Deadpool.