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No dia 10 de abril a Square Enix lançou Final Fantasy VII Remake – Parte 1, e o jogo vem dando o que falar, eu demorei um pouco para jogar o jogo por que esse eu tive que comprar a mídia física, então tive que esperar alguns dias a mais para poder jogar e vou contar o que tenho achado do jogo.

Não joguei o jogo inteiro, começo dizendo, ainda não consegui finalizar o jogo pois estou tirando o máximo dele. Não preciso nem comentar as mudanças que o jogo sofreu não é mesmo? A Versão original de Final Fantasy VII foi lançada em 1997 no Japão e um ano mais tarde no mundo. O jogo na época era bem diferente do que vemos hoje, não só pela aparência é claro, mas a jogabilidade era totalmente inspirada em jogos de RPG, com lutar por turnos e linear, ou seja, o jogador não se movia livremente pelos ambientes. Na Época o jogo já foi muito bem aclamado pela critica e fãs, venceu o primeiro prêmio da Academy of Interactive Arts & Sciences nas categorias de “Jogo de Aventura para Console” e “RPG de Console”, naquela época não existia Games Awards ainda, mas tenho certeza de que se existisse ele teria ganhado.

O jogo então ficou na memória de diversos fãs e sempre foi muito lembrado. Em 2015 quando a Square anunciou o remake do jogo, foi um barata voa enorme! Eu incluída nele. E depois de 5 longos anos finalmente colocamos as mãos no jogo, e olha, que obra prima! O jogo trás novos sistemas de batalha (AINDA BEM) não temos mais aquele esquema de RPG característico de antes, o que deixa o jogo mais dinâmico e visualmente mais legal, porém temos ainda todo aquele esquema de matéria para melhoramento das armas.

O visual do jogo não tem o que criticar, esta simplesmente uma obra de arte. O máximo de aprimoramento dos personagens que tivemos foi no filme de 2005 (8 anos após o laçamento do jogo) que já era muito bom, mas o jogo esta em outro nível. Cada detalhe dos personagens é uma nova surpresa, e quando mais você olha mais você descobre coisas novas.

As musicas foram refeitas, atualizadas e estão incríveis também, não senti falta de nenhuma musica até agora. É muito nostálgico poder ouvir as musica antigas melhoradas e as vezes remixadas. O mapa não é desnecessariamente enorme, o jogo te a liberdade de exploração e as side quest são divertidas.

Um dos pontos que tem causado um pouco de divisão entre os fãs, é a história. Ainda não sei, mas tem algo diferente no final dessa primeira parte, algo que não tem agradado muito os fãs. Eu não sei o que é, até por que não terminei o jogo. Mas era algo de se esperar de um remake, como também temos visto nos remakes de resident evil.

De um modo geral o jogo só vem me encantando e atingidos minhas expectativas se não extrapolando elas. Recomendo para você que nunca jogou nada da série Final Fantasy e quer um jogo interativo, imersivo e muito bonito.

Na sexta feira passada tivemos um dos lançamentos mais aguardados de 2020 do primeiro semestre. Saiu o remake de Resident Evil 3, jogo clássico da franquia que tem um dos personagens mais amados dos games, o Nemesis. Joguei o jogo e venho contar para vocês o que eu achei.

O jogo é ambientado ainda em Raccon City, mesmo cenário de remake do Resident Evil 2, como já sabemos, porém agora vamos ter acesso a outros lugares que não fomos nem com Leon e nem com a Clair.  Agora vamos jogar na pele de Jill Valentine e Carlos (o BR do jogo, VAI BRASIIIL) Para quem jogou a primeira versão do jogo vai notar algumas diferenças, sendo ela a mais obvia e gritante os gráficos. Não tem o que falar dos gráficos, o jogo esta incrível! Muito bonito em todos os sentidos, as personagens são super realistas (inclusive acho que a Jill esta a cara da Mila Jovovich, seria isso uma coincidência ou uma homenagem??), o Nemesis então, nem se fala, o bicho da medo! Agora, uma coisa que eu não pude deixar de notar é como zuaram o cabelo do Carlos… coitado.

A ambientação do jogo é bem legal, as musicas ajudam a criar o clima de tensão nos momentos certos, ou de desespero, quando o Nemesis esta te perseguindo, e uma diferença bem grande do remake é que o Nemesis agora esta no seu pé desde os 5 primeiros minutos do jogo, o que deixa tudo mais tenso, o que só acontecia no meio da primeira versão. Explorar os cenários agora se tornou uma tarefa bem mais tensa. De uma certa forma, podemos ver que a Capcom percebeu o que deu certo no remake de R.E 2 e trouxo melhorias e novas mecânicas para essa nova versão de R.E 3. a esquiva é a grande novidade que também foi apresentada na primeira versão do jogo. Porém o inventário desse jogo é menor, o que te obriga a pensar muito bem no que vai ficar carregando por ai.

A maior mudança mesmo veio na história do jogo, como disse ali em cima o Nemesis agora te persegue desde o começo, além de que o jogo passou por alguns cortes, onde áreas antigas foram removidas e algumas novas foram adicionadas, o que vai de encontro com a promessa que a Capcom fez logo no início dos anuncio, que esse remake seria uma reimaginação do jogo original, então era de se esperar que algumas alterações fossem acontecer mesmo. Porém várias pessoas, e eu também sentimos falta de mais puzzles, que sempre foi uma marca bem improntante da franquia, além da cena da torre do relógio, que nessa versão é apenas um pano de fundo.

Uma das maiores reclamações, é que em comparação com o remake do 1 e do 2, esse jogo veio bem menor que os outros. Em 4-5 horas você consegue zerar o jogo com tranquilidade. Esse foi um fator que não agradou muito os fãs. Porém para uma nova geração de fás que vem crescendo com o lançamento do remake ele deve ser bem satisfatório. O jogo esta disponível para todas as plataformas (Playstation, C-box One e PC) e esta na faixa dos 249,50 e R$ 129,99 (esse último para pc)

 

O que você achou do jogo?

 

 

 

Para quem viveu a infância nos anos 90 e lembra das Sessões da Tarde, principalmente na época do Natal, essa notícia é animadora (ou não – vai depender se você é adepto a remakes, hehe!). O CEO da Walt Disney Company, Bob Iger, afirmou que o clássico Esqueceram de Mim, estrelado originalmente por Macaulay Culkin em 1990, ganhará um remake para as novas gerações. O novo filme repaginado será lançado exclusivamente no serviço de streaming Disney+. Será que conseguirão repetir a fórmula de uma história tão memorável e clássica? Quando criança, Macaulay Culkin era fofo, promissor e cheio de carisma. Hoje em dia, algumas coisas mudaram, mas seria legal vê-lo no remake novamente, dessa vez como um dos ladrões. Já imaginaram?

Junto de Esqueceram de Mim, outros dois filmes infanto-juvenis também serão repaginados para a plataforma: Uma Noite no Museu (2006) e Diário de um Banana (2010). Ambos são bem mais recentes que Esqueceram de Mim e, na minha opinião, por esse mesmo motivo os remakes não são necessários – mesmo porque, os mesmos atores poderiam reprisar seus papeis e aí ficaria tudo muito igual, né?! Mas assim como a Disney anda investindo pesado em live actions no cinema de clássicos animados antigos, pelo visto na Disney+ acontecerá basicamente a mesma coisa. A ideia é, mesmo, apresentar o passado para as crianças do futuro.

A Disney+ já está com data marcada para chegar aos Estados Unidos: 12 de novembro, com assinatura mensal de US$6,99. Na América Latina, o aplicativo deve ser lançado apenas no segundo semestre de 2020. A espera será dolorosa, mas vai valer a pena, pois o catálogo promete mais de 7.500 episódios de séries e 500 filmes, muitos deles exclusivos e alguns bem antigos pra gente matar a saudade!

Mais novidades devem ser reveladas na convenção D23 que acontece esse mês em Los Angeles. Leia tudo que já publicamos sobre a Disney+ clicando aqui!