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Muita gente sabe que um monte de filmes da Disney esconde easter eggs, expressão usada para coisas ocultas em cenas ou qualquer tipo de sistema virtual. Eu, como fã da Disney, adoro ver e saber dessas curiosidades. Acho o máximo essa mistura de filmes e personagens e sempre tento procurar algum quando assisto a alguma animação, parece que todos se conhecem e vivem no mesmo universo, sabe!

Se você ainda não havia reparado nos easter eggs da Disney, separei alguns bem interessantes que podem ser conferidos logo abaixo (foquei mais nas animações da Disney mesmo, deixando Pixar e Marvel de lado, senão o post ficaria gigante, rs).

Em A Pequena Sereia (1989), temos dois easter eggs. Logo no início do filme, com a chegada do Rei Tritão no concerto das filhas, podemos ver o Pateta e o Mickey na plateia. Já quase no finalzinho, veja quem são dois dos convidados do casamento de Eric e Vanessa… O sogro da Cinderella e o Duque!

Aparentemente, Scar, vilão de O Rei Leão (1994), teve um final merecido. Em Hércules (1997), o vemos como um tapete.

Acho que o Aladdin estava tirando uns dias de folga em Nova Orleans quando Tiana e Naveen se conheceram. Em A Princesa e o Sapo, de 2009, há dois easter eggs da animação de 1992. Numa das primeiras cenas (foto debaixo) podemos ver o tapete do príncipe de Agrabah estendido em uma varanda e, enquanto Mama Oddie canta uma música, ela joga alguns objetos e um deles é a lâmpada do namorado de Jasmine. Já na cena do desfile de carnaval, o Rei Tritão de A Pequena Sereia (1989), é homenageado em um carro alegórico.

Falando em Aladdin… Na cena em que o Gênio está prestes a transformá-lo em príncipe, o Sebastião de A Pequena Sereia aparece pendurado em seu dedo. E olha a pelúcia de quem que está entre os brinquedos do Sultão… A Fera, de A Bela e a Fera (1991)!

É claro que não perderiam a oportunidade de juntar A Dama e o Vagabundo (1955) e 101 Dálmatas (1961) de alguma maneira. O casal protagonista da animação de 1955 faz uma rápida aparição em 101 Dálmatas. E a Peg, amiga do Vagabundo, aparece no filme de 1961 na vitrine de um pet shop.

Em O Corcunda de Notre Dame (1996), a Bela de A Bela e a Fera (1991) aparece no canto de uma cena, distraída lendo um livro. Easter egg apropriado, já que ambas histórias se passam em Paris.

Lilo & Stitch de 2002, é cheio de easter eggs – o que não é surpresa, pois até o trailer da animação mostra, descaradamente, Stitch arruinando diversas cenas clássicas de outros filmes (clique aqui para assistir). Provando também que não são só personagens que se escondem como também objetos que muitas vezes vemos como “sem importância”, em Lilo & Stitch há uma mistura de Disney com Pixar. Em uma das cenas, podemos ver a bola Luxo’s Jr, que ficou mais conhecida em Toy Story (1995). Já Nani, irmã de Lilo, parece ser fã de Mulan, pois vemos um pôster do filme de 1998 pendurado em seu quarto. E entre os brinquedos de Lilo, há também uma pelúcia de Dumbo (1941).

Esse também é conhecido e bem notável. Em uma cena de Tarzan (1999) podemos ver Mrs. Potts, de A Bela e a Fera (1991), e seus “filhos-xícaras”.

Esse é o meu easter egg preferido! Em Enrolados (2010) podemos ver três livros de clássicos da Disney espalhados pelo chão. São eles: A Bela e a Fera (1991) está à esquerda, o de A Bela Adormecida (1959) está aberto perto da janela e A Pequena Sereia (1989), com Ariel na capa e tudo, está à direita. Lindo, né?! Além disso, podemos também ver o Pinocchio (1940) no boteco em que o Flynn Rider leva a Rapunzel.

A aparição de Rapunzel e Flynn Rider, de Enrolados (2010), na cena da coroação da Elsa em Frozen (2013) – e também a semelhança na aparência das protagonistas de ambos os filmes – fez com que a internet borbulhasse teorias de que elas são parentes.

A Moana (2017) é basicamente uma Ariel ao contrário, então não me surpreendeu que o Linguado, melhor amigo da sereia, aparece bem camufladinho durante o número de Maui com a música De Nada. E na cena pós-crédito, Tamatoa faz menção ao Sebastião.

BÔNUS: Não sei se esse pode ser considerado um easter egg, mas é uma curiosidade e tanto. Três dubladoras de princesas fazem uma pontinha no filme Encantada, de 2007. São elas: Jodi Benson (Ariel) como a secretária do personagem Robert, Paige O’Hara (Bela) como uma atriz de novela e Judy Kuhn (Pocahontas) como uma mãe de família. Isso sem contar, também, as inúmeras referências a outras animações!

Se surpreendeu com tanta coisa escondida? Qual você acha mais legal? Deixe nos comentário! 😉

A cena de todas as princesas da Disney reunidas no trailer de WiFi Ralph – Quebrando a Internet (e ainda dubladas por suas dubladoras originais) já deixa a gente enlouquecida querendo logo o filme inteiro, mas agora vocês imaginem essa mesma cena recriada com pessoas reais. É pra surtar!

Essa foi a ideia da cosplayer Jbunzie, que se uniu com a Traci Hines (também cosplayer) e, juntas, chamaram um monte de outras cosplayers para gravarem não só uma cena idêntica ao que vai ter na animação, como também um videoclipe fofo.

Além das caracterizações estarem extremamente fieis e caprichadas, elas se atentaram em todos os minímos detalhes. Reparem que até as princesas que aparecem de fundo e suas posições estão iguais!

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A lista de todas as cosplayers que participaram é essa aqui abaixo, caso vocês queiram acompanhar o trabalho impecável de cada uma delas:

Só uma curiosidade rapidinha… A Traci Hines, além de ser uma cosplayer super conceituada e famosa lá fora, especialmente como princesa, também já fez alguns trabalhos oficiais com a Disney. Além de cantar algumas músicas que tocam no parque de Tokyo, um dos animadores de Ralph Breaks the Internet a usou como modelo de movimentos para a Ariel. Chique demais! Ou seja, quando vermos a Ariel no filme, estaremos basicamente vendo a Traci.

O animador Nara e Traci Hines no Walt Disney Animation Studios

WiFi Ralph – Quebrando a Internet é a continuação de Detona Ralph e estreia nos cinemas no dia 20 de novembro. Ao invés de entrarmos no mundo dos video games, dessa vez os personagens viajarão pela internet. A cena com as princesas é quando Vanellope visita o site Oh My Disney, o blog oficial da Disney.

Aproveitando, já tem um monte de produtos das princesas com as roupas casuais que elas aparecem usando em outra cena, e ainda pretendem lançar mais, como por exemplo Funko Pop. Outro dia faço um post com todos eles aqui! 😉

Muitos personagens da Disney realmente existiram. Quer dizer, foi mais ou menos assim. A Disney produz animações há mais de 80 anos, então é óbvio que os recursos que eram usados em seus filmes mais antigos são bem diferentes dos de hoje em dia. Para reproduzir as cenas de várias princesas, por exemplo, os diretores do longa contratavam dançarinas e atrizes. Usando a roupa da personagem, elas interpretavam todas as cenas da para ajudar os desenhistas na produção final. Conheça abaixo alguns desses artistas que podemos considerar os príncipes, vilões e princesas da Disney da vida real, além também de celebridades que serviram apenas como inspiração para a aparência de certos personagens!

BRANCA DE NEVE

A Branca de Neve e os Sete Anões foi lançado em 1937 e foi a primeira animação a ser exibida nos cinemas. A dançarina Marge Champion serviu de molde para todas as cenas da princesa, e suas mãos também foram usadas para recriar os movimentos do anão Dunga.

Assista abaixo uma entrevista com Marge, feita em 2009, que conta um pouco mais sobre esse fato curioso.

Já a Rainha Má teve sua aparência e personalidade inspirada na personagem da atriz Helen Gahagan no filme “She”, seu único trabalho hollywoodiano. Posteriormente, Helen largou os holofotes para se dedicar a vida política.

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS & PETER PAN

Ambos os filmes foram lançados nos anos 40 e eu sempre achei a Alice e a Wendy bem parecidas, agora eu sei porque. A atriz Kathryn Beaumont serviu como molde, inspiração visual e dubladora das duas personagens. Além disso, ela também interpretou a Wendy em um seriado live-action de Peter Pan daquela época.

Abaixo, Ed Wynn como o Chapeleiro Maluco.

Margaret Kerry jamais recebeu seus devidos créditos pelo seu papel em Peter Pan, apenas por ser dubladora, mas ela também foi o molde responsável por todos os movimentos e expressões faciais da fada Sininho/Tinkerbell. Entretanto, há boatos de que a aparência física da personagem foi baseada em Marilyn Monroe.

Já o vilão Capitão Gancho foi dublado e representado por Hans Corried. Ele também é conhecido por participar de outros filmes live-action da Disney.

E para finalizar a sessão Peter Pan, só faltava o personagem principal! Bobby Driscoll (foto abaixo) foi a inspiração física e dublador do menino que não queria crescer, além de também interpretar o personagem em um seriado na TV. Porém, é o dançarino Roland Dupree o molde para os movimentos de Peter (há umas imagens acima com Kathryn Beaumont).

A BELA ADORMECIDA & CINDERELLA

Dizem por aí que Audrey Hepburn foi a inspiração para a aparência física da princesa Aurora, mas a responsável pelos movimentos da personagem foi Helene Stanley. Assista abaixo a um video dos desenhistas copiando seus movimentos – que no filme ficaram idênticos, super delicados – durante a produção da animação:

Além disso, a atriz também serviu como molde para Cinderella, sua irmã Anastasia e Anita, de 101 Dálmatas.

Eleanor Audley também é uma daquelas atrizes de 1001 utilidades: a combinação dos seus movimentos, voz e beleza serviu como uma luva para a bruxa Malévola e para a madrasta da Cinderella.

BAMBI & A DAMA E O VAGABUNDO

Apenas seres humanos serviram como inspiração para a Disney? A resposta é não! Para fazer com que os movimentos dos filmes que tem animais como protagonistas parecessem o mais real possível, os produtores da Disney costumavam conviver com algumas espécies dentro dos estúdios. Um deles foi Faline, o veado molde para Bambi. Hoje em dia, eles se limitam a apenas visitar zoológicos, afinal o enclausuramento dos animais em escritórios para fins de trabalho é visto como crueldade.

Um dos maiores problemas para a produção de A Dama e o Vagabundo foi exatamente a criação de uma de suas estrelas: o Vagabundo. Lady era para ser uma cocker spaniel clássica desde o início, mas ninguém conseguia achar um visual ideal para o seu par no filme. Até o dia em que um dos escritores da trama viu um vira-lata na rua, perfeito para o papel. Assim como no filme, o esperto cão fugiu e ninguém conseguiu pegá-lo. Dias depois foi constatado que ele estava em uma carrocinha da cidade. Quando finalmente o levaram para os estúdios, descobriram que na verdade se tratava de uma fêmea, mas mesmo assim ela continuou sendo exatamente o que eles queriam: um vira-lata “legítimo” para compor o personagem. Depois de terminado o trabalho, a cadelinha (foto acima) passou o resto de seus dias em uma casa de Hollywood.

A PEQUENA SEREIA

Ariel teve base em várias inspirações dos produtores da animação. A começar pela aparência física, tudo leva a crer que a personagem principal tem seus traços de acordo com os de Alyssa Milano. A atriz, mais tarde, faria sucesso no seriado Charmed. Coincidência ou não, em certo episódio, sua personagem vira uma sereia.

Quem ficou responsável pelos movimentos de Ariel foi a atriz Sherri Stoner, que na época tinha 30 anos, e dois anos depois também serviu de molde para a Bela, de A Bela e a Fera. 

Já a vilã Úrsula, a temida bruxa do mar, teve sua aparência e personalidade inspirada na da drag queen Divine. E não é que se parecem mesmo?!

Hoje em dia, com a tecnologia e as animações em 3D, não é mais necessário utilizar moldes humanos para reproduzir os movimentos dos personagens, mas muitos continuam tendo sua aparência inspirada em pessoas reais. É o caso do Aladdin, por exemplo, que dizem que foi inspirado pelo Tom Cruise (apesar de eu achar beeeeem nada a ver, a começar pela etnia, hehe).

Por mais que atualmente os gráficos alcancem tamanha perfeição, não sei se é devido a nostalgia, mas os desenhos de antigamente eram bem melhores, né?! E é tão legal vê-los criando vida e saber que aqueles personagens, de uma forma ou de outra, eram reais! *-*