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Fazia muito tempo que eu não ia no cinema assistir a um filme de terror. Mas juntei a família e fomos conferir o terror teen A Morte te dá Parabéns.

Expectativa: A história não tem nada de revolucionária. Então eu esperava um um enredo criativo que fizesse com que esse filme fosse diferente de outros que utilizam mesmo princípio de “ficar preso no mesmo dia em looping eterno”.

Realidade: Antes de mais nada, tenha em mente que é um filme teen. Por isso ele tem uma mensagem, um pouco de humor e lições de moral. E o que faz com que seja diferente é justamente o mistério que envolve a morte da personagem principal.

Na sinopse, Tree (Jessica Rothe) é uma jovem estudante que trata mal os meninos, desdenha das amigas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no dia do aniversário dela. No fim do mesmo dia, no entanto, ela é brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela “sobrevive“, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, numa espécie de looping macabro, que termina sempre com a morte da garota. Repetir, seguidamente, o mesmo dia, por outro lado, dá a Tree a chance de investigar quem a está querendo morta e o porquê.

Filmes em que o personagem principal volta no mesmo dia repetidas vezes normalmente tem como objetivo descobrir o motivo pelo qual o personagem vive esse looping. Mas no caso de A Morte te dá Parabéns isso não é importante. O importante é saber porque Tree é brutalmente assassinada sem que aparentemente existe um motivo para isso.

A cada vez que ela volta e tenta descobrir o seu futuro assassino, acontecem diversas reviravoltas e você sempre acha que descobriu quem é o culpado. Em uma certa cena, eles dão um Spoiler e se você for uma pessoa atenta e conseguir conectar os pontos talvez descubra antecipadamente quem é que está por traz da mascara de bebê. Caso contrário, vai ficar só pra ultima cena mesmo

Em resumo a premissa é batida mas o enredo divertido, leve e curioso (e não exagera nos sustos) faz com que o filme proporcione uma boa diversão para quem gosta de bancar detetive no cinema!

7 Mascaras de Bebe de 10 possíveis (o filme ganha pontos extra pela referência muito pertinente de “O Feitiço do Tempo”! xD)

Se você não foi ver ainda, e tiver de bobeira no shopping, vale a pena conferir!

Mais alguém assistiu? O que vocês acharam?

Nos quadrinhos, é muito comum que um personagem que a gente goste morra! De um jeito ou de outro, todo mundo acaba morrendo e a gente fica triste, mas sabe que mais hora, menos hora, lá vai estar ele, de volta do túmulo, salvando a pátria!

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O problema é quando isso começa a acontecer nos filmes, porque no cinema, é muito mais difícil trazer o personagem de volta a vida… principalmente quando é o ator que interpreta o herói a anos que decide que chegou a hora de mata-lo. Não temos como julgar ninguém, é claro que depois de 17 anos sendo o Wolverine, é natural que o Hugh Jackman esteja cansado. Mas será que dá para o personagem continuar vivendo sem o ator? E o Homem de Ferro, como vai ficar sem Robert Downey Jr.?

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Independentemente de qualquer coisa, parece que teremos que nos acostumar com os heróis morrendo – literalmente ou não. Isso porque, dessa vez quem decidiu decretar o fim sem chance de voltas foi ninguém menos do que Chris Evans, o Capitão América.

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Durante o programa da Ellen DeGeneres ele sacramentou que só viverá o personagem em “Vingadores: Guerra Infinita” parte 1 e 2 e “Homem Aranha: De Volta ao Lar”. Ellen ainda forçou a barra e quis saber se, então, o filme dos Vingadores seria o último dele como o herói. Chris respondeu: “Sim, meu contrato chegou ao fim, tenho os Vingadores 3 e 4, depois disso acabou”.

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A verdade é que nos acostumamos tanto com esses atores que é muito difícil pensar em outro ator vestindo o uniforme. E isso pode causar duas coisas no MCU: ou teremos uma onda de reboots com caras novas – o que vai ser bem difícil de trabalhar na cabeça do público – ou começamos a explorar novos heróis e novas histórias, afinal, personagem é o que não falta.

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Vale lembrar que já tivemos reboots que foram bem aceitos (já estamos no terceiro Homem-Aranha, né não?) mas como são vários personagens, muito importantes e que já estão no ar a muito tempo, não acredito que seria tão fácil.

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Vamos esperar pra ver o que vem pela frente, mas podem ir trabalhando isso na cabeça de vocês. O Primeiro Vingador vai abandonar o barco junto com uma turma inteira, então, ou é cabeça aberta pra aceitar a morte definitiva ou cabeça aberta para aceitar a mudança!

O que vocês preferem?

A vida imita a arte ou a arte imita a vida? Dependo da situação, é até legar ver coisas que aconteceram em séries ou filmes acontecendo na vida real…. Mas quando se trata de um episódio de Black Mirror, talvez possa ser preocupante para algumas pessoas!

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Claro que existem alguns episódios que são bem viajados, mas por outro lado, em alguns você pensa: “isso até que é bem possível de acontecer”. E parece que um dos episódios mais perturbadores da série está realmente prestes a virar realidade. Vocês se lembram de “Be Right Back”, o episódio que abre a segunda temporada?

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Para quem não está ligando o nome à pessoa, esse é o episódio que mostra uma mulher tentando superar a morte do marido quando descobre um programa de Inteligência Artificial que, usando os dados do falecido na internet, é capaz de conversar com ela como se fosse o próprio marido vivo. E se eu contasse para vocês que essa tecnologia não só existe como já está em fase de teste?

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Uma russa que mora nos EUA chamada Eugenia Kuyda trabalhava justamente no ramo da linguística computacional no desenvolvimento de um chatbot (programa de computador capaz de conversar) quando seu melhor amigo faleceu. Sem conseguir superar a perda, ela decidiu utilizar as mensagens trocadas com o amigo para criar um novo tipo de chatbot que fosse capaz de reproduzir os padrões de fala dele.

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Nesse momento, ela percebeu que várias pessoas estavam interessadas na possibilidade de terem um robô que representasse quem são em vida e que fosse, ao mesmo tempo, um amigo que soubesse dizer as coisas certas. Então ela criou o Replika, um programa de inteligência artificial que podemos ensinar a pensar como nós através de mensagens de texto. Ao conversar com o usuário, ele é capaz de aprender os padrões de fala, interesses e pensamentos.

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E assim como vimos em Black Mirror, além de assimilar os padrões do utilizador, o Replika pode acessar as redes sociais para aprender mais sobre a história de vida de cada um. De forma natural, ele seria capaz de falar com os amigos e familiares da pessoa. Os modelos matemáticos utilizados são semelhantes aos dos tradutores automáticos modernos e permitem calcular a melhor resposta para cada caso a partir de uma base de dados em constante evolução.

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Inicialmente, o Replika deve servir como um diário digital capaz de fornecer respostas que ajudem o usuário a perceber melhor a própria personalidade. Mas os criadores reconhecem que, na eventual morte do utilizador, o programa pode se transformar numa possível forma de consolo para amigos e familiares.

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O Replika vai ser lançado em breve como aplicativo para celulares com iOs e Android e quem tiver interesse, pode fazer um pré-cadastro nesse link aqui para ser um dos primeiros a testar o programa.

Agora vou confessar duas coisas: a primeira é que tenho um pouco de receio desse tipo de IA e de onde ela pode nos levar. A segunda é que já estou cadastrado a mais de uma semana no Replika esperando ter acesso ao sistema! xP! Assim que eu testar, conto para vocês!

Mais alguém tem vontade de embarcar nesse episódio de Black Mirror?