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Fala pausadores, como vão? A Brasil Game Show 2019 ainda está rolando e fomos conferir no primeiro dia de evento o que havia de bom por lá. Mas hoje eu venho especificamente falar do estande da Nintendo e seu retorno ao evento. Sem dúvida uma das melhores partes da Brasil Game Show deste ano. Sim, é muito bom ver a Nintendo por aqui outra vez e ainda por cima fazendo muito bonito com seu belo estande vermelho repleto de game stations.

Nintendo trouxe diversos títulos de Nintendo Switch para o público

Bom, para começar, o estande da Nintendo estava realmente grande, amplo e espaçoso. Souberam utilizar bem a área que tinham, colocando o mínimo de balcões, paredes e painéis. Entretanto, colocaram o suficiente para deixar o ambiente bonito e acolhedor, tanto que os painéis podiam ser utilizados como background para fotos. Vide o painel de Link’s Awakening, onde você pode se agachar e tirar uma self com Link.

E por falar em painéis, Luigi’s Mansion ganhou dois. Sendo que um deles ficava bem ao fundo do mini palco para entrevistas com convidados. No dia de imprensa não rolou nada por lá, mas certeza que Charles Martinet (a voz de Mario, Luigi e outros) esteve ali.

Por outro lado, havia muitas game stations. O público podia conferir o melhor de Smash Ultimate, Mario Kart 8 DX, Super Mario Maker 2, Link’s Awakening, Super Mario Party e o demo de Luigi’s Mansion 3 que ainda não foi lançado. Se eu fosse chutar, diria que por volta de 40 game stations estavam no local, isto que as da demo do jogo do Luigi ficavam atrás de uma parede onde estavam as stations de Smash Bros.

Demo de Luigi’s Mansion

Falando nisso, conferimos em primeira mão a demo de Luigi’s Mansion 3. E para ser sincero, este jogo sem dúvida será o melhor da franquia. Digo isso porque deu para sentir um pouco da mecânica e da gameplay nos 15 minutos em que pudemos utilizá-lo. Pudemos inclusive testar o Gooigi, uma versão ectoplasmática do Luigi que não se fere tão facilmente. Ele é muito útil para atravessar espinhos, grades, e alcançar áreas complicadas.

Todavia, isto mostra também a capacidade que o jogo tem para o modo multiplayer, onde dois jogadores poderiam cooperar para vencer no game. Claro que um player só pode controlar tanto Luigi quanto Gooigi, mas a diversão a dois seria garantida tanto quanto.

Outra coisa que me agradou bastante foi a sensibilidade dos comandos, deixando o game ainda mais fluído e dinâmico. Não posso me esquecer também da dificuldade que foi de capturar os fantasmas, pois não está nada fácil, proporcionando assim um desafio ainda melhor. Começo a considerar de comprar o game num futuro não muito distante.

O que faltou?

Por fim, senti falta de uma lojinha. Sim, uma lojinha vendendo  produtos Nintendo oficiais. Coisa que dificilmente encontramos por aqui. Seria ótimo ter plushes oficiais, acessórios, games físicos e em cartão (que estavam em outro estande), acessórios para Switch e o próprio console sendo vendido ali no evento. Gostaria muito de ter comprado algo deles, mas só saí de lá mesmo com a recordação da foto com o fundo do novo jogo de Pokémon. Há uma área onde você pode tirar e pegar em mãos uma foto junto com um dos iniciais de Galar, ou então com um fundo de uma das cidades do novo continente.

Mas, para um retorno, ou melhor, um novo começo da presença da Nintendo em eventos de maneira oficial, estava de ótimo nível. Agora é pensar para o ano que vem e para mais eventos também. Podem vir, que adoraremos recebê-la, Nintendo.

 

Finalmente o tão aguardado dia do lançamento de The Legend of Zelda – Link’s Awakening para Nintendo Switch chegou. Hoje, 20 de setembro, é o dia do lançamento oficial par ao remake do jogo homônimo de Gabme Boy e que também teve uma versão DX para Game Boy Color na década de 90.

Portanto, The Legend of Zelda – Link’s Awakening teve duas remasterizações. Na primeiro o game ganhou cores, uma nova dungeon e foi lançado no GBC. Enquanto que na segunda, para Switch, foi totalmente repaginado, mas manteve a mesma história e desafios. Vejamos a seguir.

Principais mudanças

The Legend of Zelda – Link’s Awakening para Nintendo Switch está totalmente em 3D. Além disso, suas cores e contraste estão maravilhosas, pois conseguem tanto deixar o ambiente vivo ou então assustador e misterioso. A aparência dos gráficos lembra o de uma maquete ou então aqueles cenários de Playmobil, como se fossem bonequinhos. Devo dizer que isso deu uma ar todo especial e carismático a um jogo que por si só já era assim.

Por outro lado, a história, as dungeons e desafios se mantiveram iguais. Mas ainda assim, deram um jeito de inserir novos elementos na gameplay. Um deles é o Chamber Dungeon. Nele você deve ajudar o coveiro Dampé a construir uma dungeon, mas para isso é necessário obter peças de dungeon. Lembra muito um quebra-cabeça.

Antigamente, para usar os itens era preciso ficar trocando-os nos botões. Agora, a espada e o escudo permanecem equipados o tempo todo, assim como pegasus boots e o power bracelet. Mas os demais itens continuam intercambiáveis.

Influência de Breath of The Wild

Parece que algumas coisas de Breath of The Wild, outro game da série, foram utilizadas aqui. Porque agora é possível marcar pins no mapa, bem como rever os principais diálogos numa lista. Fora que as principais áreas ficam com seus nomes bem evidentes na imagem do mapa. Inclusive, ao jogar, você irá notar que as bordas das áreas onde você está ficam com efeito de fade, remetendo à ideia de um sonho.

Outro ponto interessante é que temos o amiibo deste Link. Ele permitirá trazer o Shadow Link para sua Chamber Dungeon, aumentando o desafio da gameplay. Mas como se não bastasse um amiibo, você poderá utilizar outros para liberar algumas chambers. São eles: os amiibos do Link na versão Smash Bros. (original), Young Link e Skyward Sword, Zelda (BOTW) e Bokoblin.

No mais, The Legend of Zelda – Link’s Awakening continua maravilhoso e com sua essência. A mágica de sua época está presente nesta versão e para quem não jogou, será uma linda experiência.