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O primeiro trailer do novo e esperado seriado da SyFy vazou na net e se proliferou rapidamente. Mas da mesma forma que surgiu, o vídeo mostrando alguns detalhes sobre Krypton foi sumindo e no fim das contas, quem viu, viu, quem não viu não vai ver mais! xP

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Mas hoje a SyFy foi boazinha e acabou divulgando um teaser de Krypton para tentar acalmar os ânimos na rede mundial. O trailer bem da verdade não mostra nada, mas dá indícios do que podemos esperar para a série! Confiram:

O que eles querem mostrar é que o planeta Krypton é muito mais do que Kal-El, o seu mais famoso habitante. Aliás, o trailer mostra justamente que o planeta tem uma grande história antes da explosão que motivou o envio do Super-Homem a Terra.

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De acordo com as primeiras informações, essa será a base da série: “Anos antes da lenda do Superman que conhecemos, a Casa El foi humilhada e condenada ao ostracismo. A série acompanha o avô do Homem de Aço à medida em que ele traz esperança e igualdade a Krypton, transformando o planeta em desordem em um lugar digno de dar à luz ao maior super-herói já visto”.

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Então, se você conhece bem a história de Clark Kent, pode esperar muitas referências nessa nova produção. E se você não é tão inteirado na vida dele, pode aproveitar a oportunidade para saber tudo sobre o planeta de origem da família El.

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Krypton deve estrear ainda esse ano e confesso que estou bem animado!

E vocês? O que estão esperando do seriado?

O grande Gnomo Verde é meu amigo de longa data. Além de todas as Nerdices que temos em comum, ele é um cinéfilo sem limites. Conheço pouca gente que foi tantas vezes ao cinema quanto esse rapaz. Devido ao seu incrível conhecimento, tomei a liberdade de pedir que ele fizesse a resenha de “O Homem de Aço” aqui pro PPN e para minha felicidade, ele topou!

Com vocês, “O Homem de Aço (Man of Steel, EUA, 2013)” por Gnomoverde:

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Olá, seguidores (ou não) do Pausa para Nerdices! Sou conhecido pela alcunha de Gnomoverde (nenhuma relação com o duende Norman Osborn) e fui convidado pelo dono desse negócio aqui (um marvelmaníaco, diga-se) a fazer uma resenha sobre o novo filme do Superman.

Acontece, porém, que eu meio que acho chatérrimo textos técnicos sobre filmes e a linguagem utilizada por críticos de cinema. Por isso, aqui vocês lerão somente impressões orgânicas de um apreciador de quadrinhos, cinema, e outras nerdices mais. 🙂

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Vamos aos fatos:

Na última semana, fui ao cinema pra ver uma nova origem (tédio! Quem ainda aguenta ficar vendo origens? Eu não.) do mais poderoso (tem quantos poderes?), e mais chato dos super-heróis. Mas fui. Por que apesar de tudo, tinha um Christopher Nolan no meio do caminho. E essa pessoa aqui, tem grande admiração por aquele cara. 🙂

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Mas vamos falar daquele alienígena que caiu no planetinha azul.

O filme começa com os últimos momentos de Krypton. Jor-El (pai de Kal-El, que viria a ser Clark Kent na Terra), com a iminência da destruição de seu planeta, procura no universo a salvação de seu filho, único bebê nascido de forma tradicional (leia-se, parido do ventre de sua mãe) em muitos anos.

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Em Krypton, as pessoas nascem predestinadas. O General Zod, por exemplo, nasceu para ser general, manter a ordem e defender Kripton e os kriptonianos custe o que custar. Essas predestinações funcionam como as castas da sociedade indiana. Se você nasceu pra governar, governará, se nasceu pra trabalhar, trabalhará.

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Bom, o legal do filme é que a gente vê como foi a paradjenha do fim de Kripton, assim como os progressos tecnológicos daquela sociedade avançada e as motivações que levarão Zod a ficar no encalço de Kal-El/Clark Kent. E temos a consciência de Jor-El ajudando seu filho a todo momento.

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Por que você não pode perder? Porque a estória evoluiu, amadureceu, ficou mais próxima do crível, sem deixar de ser incrível. Porque temos uma Lois Lane nada ingênua ou irritante e super participativa na pegada. Porque tem uma Faora-UL com uma doçura de voz e beleza notável no exército de Zod. Por ter um herói buscando a si mesmo, cheio de questionamentos e lutando com ira. Porque não rola aquela chatice de ninguém acreditar no que se conta até que se veja com os próprios olhos. Nem aquela outra chatice de todos ficarem contra o “mocinho” (só porque ele é ameaçadoramente fodão) dura muito tempo. Os humanos percebem mais rapidamente seus julgamentos equivocados.

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O que há de ruim no filme: não vou entregar algumas coisas descabidas no roteiro. Vocês perceberão por si mesmos. Eu, na verdade, só me irritei mesmo com as cenas de luta que… eram video-game puro. E o tempo de duração delas. O filme tem 143 minutos, mas se se cortassem alguns tantos dessas cenas… não cansaria a galera .

 

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Até uma próxima!

Gnomoverde

PS by Leandro: Pra mim, a resenha está irretocável! E também gostei do filme e achei muito legal as homenagens feitas a Alex Ross, como bem lembrou meu amigo acima! Obrigado pela presença e pelo texto fantástico! Ah, Feliz Aniversário! xD

E aí? Gostaram? Querem mais resenhas do Gnomo aqui no PPN?