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Por Clay Oliveira

Quando eu penso que a Bandai irá dar uma pausa para o meu bolso, ela aparece com novidade. Há um tempo atrás, a S.H Figuarts lançou os personagens do Mario, Luigi e Yoshi. E para enlouquecer os fãs da Nintendo, eles criaram sets com alguns inimigos do jogo. Um prato cheio para quem curte compor e fotografar.
Hoje descobri que a família irá crescer, por causa do lançamento de mais um set previsto para este mês.

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Teremos três inimigos neste Playset: Hammer Bros, Lakitu e o Spiny de casco vermelho. O set foi lançado no Japão por 3,320 ienes (algo em torno de R$140,00, sem imposto) e virá acompanhado de uma base articulável para dar mais movimento nas cenas.

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O Spiny vermelho mede 4cm de altura

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O maior do set é o Hammer Bros com 9,5cm de altura. Quase o tamanho do Mario!

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E a figura do Lakitu que mede 9cm.

A Bandai está surpreendendo os fãs com os lançamentos da franquia. Acredito que em breve eles lançarão a Princesa Peach e Toad, pois só faltam eles para a coleção. Além deste Playset, o lançamento do Bowser também está previsto para este mês.

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O principal inimigo do Mario, medirá 13cm e apesar das articulações limitadas, a Bandai caprichou nos detalhes. Ele virá com dois pares de mãos extras, uma boca aberta, uma boca fechada, uma boca para efeito e o efeito de bola de fogo. Ele é um dos mais carinhos da coleção. A empresa informou que ele sairia por 6,480 ienes (algo em torno de R$200,00).

Alguém ai possui algum personagem do jogo?

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Por Rafael Borges

A galeria de vilões do Batman é tão rica e diversificada que seria impossível limitá-la a um pequeno número de descrições. Então, resolvi acrescentar alguns dos criminosos de Gotham que são um pouco menos conhecidos do grande público. Tenho certeza de que o caro leitor vai perceber que eles são tão ou mais interessantes quanto os vilões mais famosos.

Anarquia:

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Lonnie Machin é um garoto-prodigio que resolve criar uma identidade de vigilante para divulgar seus ideais contrários ao governo, às instituições militares às forçar de controle das massas em geral. Com sua capa vermelha e máscara dourada, ele representa um contraste completo à figura negra de Batman – que defende a lei e ordem.

Arlequina:

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Criada para o desenho animado dos anos 90, Harley Queen se transformou em um enorme sucesso entre os fãs do Homem-Morcego. Ela era uma psiquiatra que se apaixonou pelo Coringa nos corredores do Asylo Arkham – não se importando com os abusos que sofre nas mãos do “Sr. C”. O que é mais assustador na Arlequina é que a existência dela parece comprovar que a insanidade é contagiosa em Gotham City.

Cara de Barro:

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Existiram tantas versões deste personagem que os autores da DC já nem se preocupam mais com a cronologia do vilão ou com o nome do homem que se transformou em uma criatura deformada com aspecto de barro. O fato é que sua insanidade só rivaliza com o incrível poder de moldar a própria forma como um artista molda a argila, tornando-o um vilão totalmente imprevisível e mortal!

Chapeleiro Louco:

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Dependendo a versão do personagem que você conheceu, ele pode ser um cientista especialista em controle mental obcecado pelo clássico Alice No País das Maravilhas ou um psicopata com tendências à pedofilia que não consegue se manter longe de meninas loiras que lembram a protagonista dos livros de Lewis Caroll.

Crocodilo:

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Originalmente, Waylon Jones era um criminoso com um problema de pele que o fez conquistar a alcunha de “Crocodilo”. Mas as últimas versões apresentadas do personagem estão cada vez mais monstruosas, incluindo força sobre-humana e uma pele capaz de resistir a disparos de armas de fogo.

Espantalho:

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O Doutor Jonathan Crane é um psiquiatra insano que se especializou no estudo do medo e se vale de um gás alucinógeno para aterrorizar suas vítimas. Causar o medo nas pessoas se transformou em uma compulsão para o Doutor Crane. E a verdadeira motivação por trás de seus crimes é o prazer que ele obtém pelo terror que instiga.

Hera Venenosa:

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Se, por um lado, sempre paira a dúvida sobre o papel de vilã da Mulher-Gato, esse problema não existe com ex-botânica Pamela Isley. Com o poder de controlar as plantas, ela se tornou a primeira pessoa a defender a supremacia dos vegetais sobre a humanidade. Sua arma mais mortal é seu próprio beijo, já que seus lábios sensuais exalam uma toxina letal.

Morcego Humano:

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O Doutor Kirk Langstrom, era um especialista em morcegos que desenvolveu um soro que o transformou em um roedor alado super desenvolvido. Mais do que uma história trágica, o problema é que esse soro pode representar uma séria ameaça se cair em mãos erradas. Foi o que Tália Al Ghul comprovou quando criou um exército de Assassinos transformados em Morcegos Humanos com habilidades ninja.

Senhor Frio:

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O Doutor Victor Fries colocou sua esposa em estado criogênico na esperança de encontrar uma cura para a sua doença terminal. Mas as experiências que ele realizou acabaram por transformá-lo em uma criatura que só é capaz de sobreviver em temperaturas abaixo de zero.

Sr. Zsasz:

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Victor Zsazs é um assassino serial que faz um corte em seu corpo sempre que assassina uma nova vítima. Para ele a contagem de corpos é um corrida contra si mesmo e ele não pretende ficar para trás.

Ventríloquo e Scarface:

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Arnold Wesker é um ventríloquo de personalidade amena e aparência inofensiva. Mas ele projeta seu transtorno de personalidade múltipla em um boneco de madeira chamado Scarface, que se considera um implacável mafioso. Ou seria o boneco de madeira a fonte do mal que atormenta o Ventríloquo?

E para vocês? Qual o pior dos inimigos do Batman?

Por Rafael Borges

Não é normal que um antagonista receba o mesmo destaque que o protagonista. Mas, no caso do Coringa, é possível discutir que ele se tornou uma marca por si só, um atrativo tão irresistível para o público que rivaliza com o herói. Não me recordo de ver pessoas andando pelas ruas com camisetas com o rosto de Lex Luthor, por exemplo. Mas com o Coringa, isso é mais do que normal – é comum.

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Nada mal para um personagem que quase foi esquecido. Nos anos 50, impulsionado pelas restrições de conteúdo impostas pelo Código da Associação Americana de Revistas em Quadrinhos, o vilão foi se transformando em uma versão caricata de si mesmo, um palhaço mais abobalhado do que aterrorizador. E essa mudança levou a uma queda na sua popularidade.

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Soma-se a isso o gosto pessoal do editor Julius Schwartz – que deu preferência a uma abordagem mais voltada para a ficção científica para o Homem-Morcego. O resultado é que o Coringa ficou ausente durante quase sete anos das histórias em quadrinhos e só foi resgatado pela interpretação marcante de Cesar Romero para o seriado televisivo de Batman nos anos 60, aquele protagonizado por Adam West.

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Com o passar dos anos, ele se tornou o maior vilão do Homem-Morcego e provavelmente um dos mais importantes antagonistas da história. Hoje, a imagem do Coringa representa a insanidade em forma de gente, a personificação da anarquia, o rompimento total com qualquer tipo de regras estabelecidas. Uma figura absolutamente ligada ao arquétipo de Dionísio em oposição às características Apolônicas de Batman, que representa a ordem, a lei e o pensamento lógico.

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No filme de 1989, Jack Nicholson interpretou um Coringa com um narcisismo extremo. Inconformado com a deformação física que sofreu, ele quer se vingar da população de Gotham City, usando seu gás do riso para que todos ostentem na face sua gargalhada assustadora. Além disso, ele sente uma necessidade mórbida de realizar suas atrocidades de forma cênica, chamando toda a atenção para si.

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No clássico A Piada Mortal, do genial escritor Alan Moore e do sensacional desenhista Brian Bolland, é mostrado que sua insanidade é tamanha que nem o próprio vilão se recorda de seu passado. Esse mesmo raciocínio é explorado na interpretação de Heath Ledger para o vilão no longa-metragem “O Cavaleiro das Trevas”, pela qual ator recebeu um Oscar póstumo.

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Em outra história clássica, Asilo Arkham, o roteirista Grant Morrisson apresenta uma versão iconoclasta do Príncipe Palhaço do Crime. Com seu humor ácido – no sentido literal – o vilão debocha de tudo o que o Batman representa. Se o caro leitor conhece essa história, com certeza se lembra da cena em que o Coringa apalpa a bunda do Homem-Morcego.

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Na seminal mini-série O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, a ligação entre o herói e o vilão é abordada de forma ainda mais perturbadora. Catatônico durante mais de dez anos, o Coringa desperta para retornar suas atividades criminosas como forma de chamar a atenção de Batman, a quem ele se refere como “meu querido”.

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Quando o roteirista Jim Starlin assumiu as histórias do Detetive Encapuzado nos anos 80, ele utilizou o vilão para o clímax da saga Morte em Família. O segundo rapaz a assumir a identidade de Robin se encontrava em uma busca por sua mãe biológica quando se depara com um Coringa enlouquecido que o espanca com um pé de cabra e o aprisiona em um barracão com uma bomba-relógio. Em uma das passagens mais angustiantes das histórias em quadrinhos, Jason Todd não consegue se libertar e morre vítima da explosão.

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Como é possível perceber, o personagem se presta a uma grande gama de interpretações, cada uma delas mais assustadora do que a anterior. Ele representa o mal sem nenhuma motivação. Ele se apresenta como a mão cruel da fatalidade que pode se abater sobre qualquer pessoa, sem nenhuma razão de ser.