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No começo do ano já tivemos um grande lançamento da Disney, Wifi Ralph chegou para detonar a internet, mas será que detonou mesmo?

Assisti o filme e devo dizer que fiquei um pouco dividida. Eu sou super fã do primeiro filme, acho ele incrível demais, como apresentou ideias inovadoras a respeito de uma coisa tão simples e já esquecida por muitos, chamado fliperama. E esse esquecimento pode ser notado logo no início do filmes, ao invés de estar lotado como no primeiro filme, vemos que com o passar dos anos, as pessoas foram se “esquecendo” do Fliperama do Senhor Litwak, e cada vez menos gente aparece por lá. Claro, pois Detona Ralph também entrou na era da internet.

Como sempre Wifi Ralph trouxe novamente uma forma muito legal para se enxergar coisas simples como a internet. A forma como eles representaram, os usuários, vírus e os sites de compras, e outros, foi simplesmente genial. Você começa a usar a internet de uma forma um pouco diferente depois assistir o filme.

É claro que acena que eu mais queria ver era a interação da Vanellope, com as princesas da Disney, e vou admitir que não decepcionou. foi muito bom ver a Branca de Neve, e a Cinderela nas telonas. Foi muito bom ver todas juntas pois assim podemos ver de fato a evolução do conceito de princesa, e como ele foi evoluindo ao longo de todos esses anos. Como cada uma representa de forma impecável o retrato da sua própria era.

O filme tem um mensagem de amizade muito bonita, e que é realmente tocante. O único ponto de ressalva que eu tive, foi a mudança de plot excessiva, e que as vezes ficava um pouco cansativa, e que a essência do filme se parece muito com o do primeiro filme.

Porém o filme é uma aventura muito legal, e eu recomendo a todos!

Era uma vez um Deadpool é o mais não tão novo filme do sarcástico anti-herói mais engraçado da Marvel.  Fomos conferir em primeira mão na Cabine da Fox Filmes do Brasil esse conto de Natal. E a primeira coisa que notamos é que o próprio Deadpool continua sendo o narrador de sua história. Desta vez ele pretende contar os fatos de Deadpool 2 de modo que toda a família possa assistir. Ou quase isso.

Não espere por grandes reviravoltas ou novidades. Para quem assistiu ao segundo filme, muito provavelmente este não preencherá muito a vontade por coisas inusitadas. Exceto por algumas sketches onde o nosso anti-herói dialoga com outro personagem estrategicamente raptado para fazer parte do filme.

O bom é que podemos rever os fatos e analisar novamente nas telonas os detalhes do segundo filme, já até preparados para o que está por vir em cada cena. Entender melhor como que os personagens foram montados e adaptados para o cinema, principalmente o Cable, uma vez que ele possui nuances bem distintas aqui. Mas de todos os personagens o que mais me agradou foi mesmo a Domino.

Tanto a atriz como a personagem per si sobressaem-se nas cenas, seja em ação ou em diálogo. No meu ver, foi a que mais deu vida a personagem e a fez se destacar dentre os demais. E convenhamos que o poder mutante dela seria uma beleza por aqui, pois não teria um infortúnio só para atrapalhar as coisas.

E por fim

Entretanto, o melhor sempre fica pro final, não é mesmo? Mais uma vez as cenas pós créditos vieram em quantidade generosa, mas o que realmente pegou em cheio os espectadores foi exatamente a última cena. Acredito que, pela reação dos que lá estavam, ninguém esperava por aquilo. Foi muito tocante e quem diria que um filme do Deadpool faria a platéia chorar.

Mas é isso pessoal. Se querem rever as melhores cenas de o Deadpool 2 e ainda se emocionar ao final, vão conferir Era uma vez um Deadpool.

Olá galera do Pausa Para Nerdices, essa semana estreia a mais nova versão cinematográfica de Assassinato no Expresso do Oriente, um clássico do romance policial escrito por Agatha Christie e publicado pela primeira vez em 1934.

A história já virou filme nos idos de 1974, e hoje temos a chance de desfrutar de um novo longa que tive a oportunidade de conferir em pré-estreia. Assassinato no Expresso do Oriente conta um dos casos do detetive Hercule Poirot, que em meio a uma viagem se depara com um misterioso assassinato em um trem, cujo todos os passageiros e funcionários tornam-se suspeitos, presos no meio do caminho devido uma avalanche, Poirot terá pouco tempo para desvendar o caso antes que a viagem prossiga e o assassino fuja impune. E olha, devo dizer que o longa me agradou bastante em diversos aspectos, os quais agora falarei um pouco para vocês.

Primeiramente, para quem não chegou a ler a obra ou ver o filme antigo, não se preocupe, pode ir assistir tranquilamente que você sentirá vontade de conhece-los depois. Com a tecnologia que temos nas gravações o filme ficou ainda mais belo em suas ambientações e te leva direto para a década de 30 em meio às paisagens deslumbrantes do Oriente. Além disso, devo dizer que a forma como a cenas e os fatos são apresentadas valoriza e muito o suspense que a história carrega. Takes em close, takes vistos por cima e takes longos sem cortes foram muito bem trabalhados.

Com isso fica fácil se prender ao filme e você nem sente as quase duas horas de sessão; não trava e nem cansa quem estiver assistindo. Para quem já conhece a história, será inevitável não fazer comparações, mas a fidelidade permanece, apesar de que talvez possa estranhar a forma como algumas personagens foram construídas aqui.

Kenneth Branagh como o detetive Hercule Poirot transmite a fidelidade de um dos maiores detetives do mundo, apesar de considerar a versão de 1974 um pouco mais próxima do que imagino pelos livros. Michelle Pfeifer também se saiu muito bem em seu papel. E ver Daisy Ridley por aqui como uma jovem forte independente dos anos 30 também foi muito bom.

É preciso ficar atento e acompanhar os diálogos para tentar desvendar o assassinato, uma vez que isso sem dúvida é a melhor parte do filme e de fato, assim como na história original, só acaba sendo revelado nas partes finais, não sem antes surpreender novamente.

O “novo” Assassinato no Expresso do Oriente me fez sair do cinema com um ar de satisfação, um daqueles filmes que te faz comtemplar as cenas e diálogos e depois pensar a respeito, que traz os mesmos temas sociais de debates implícitos na obra original e que hoje são discutidos todos os dias nas redes sociais.

Recomendo que assistam pois certamente sairão satisfeitos, eu pelo menos já fiquei com gostinho de quero mais dos livros de Christie nas telonas. Quem sabe?!

O filme estreia em 30 de Novembro.