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Já faz algum tempo que a Disney anunciou sua própria plataforma de streaming e, na semana passada, o CEO Bob Iger revelou o nome oficial do serviço: Disney+. Em abril, poderemos ter uma prévia do mesmo, mas ele não será lançado até o final de 2019.

Os mais ansiosos já podem cadastrar seu e-mail no site do Disney+, que foi lançado junto com o anúncio do nome oficial. Clique aqui para acessar! Tendo uma versão BR do mesmo, a gente logo supõe que sim, teremos o Disney+ no Brasil também. Só esperamos que o lançamento por aqui seja ao mesmo tempo do gringo 😛

O serviço de streaming irá contemplar títulos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Isso inclui todos os filmes e séries do catálogo dessas marcas e ainda produções exclusivas. Por causa disso, as franquias dessas empresas devem sair da Netflix em breve.

Quanto aos conteúdos exclusivos, já foram confirmados uma série de High School Musical e duas de Star Wars, uma em animação e outra em live action. Para os fãs da Marvel, também só há notícia animadora: quatro personagens devem estrelar seus próprios seriados. Loki é um deles, e o ator Tom Hiddleston comentou sobre o assunto de forma misteriosa em suas redes sociais. Kevin Feige se responsabilizará pela produção, que deve contar com 6 a 8 episódios.

Os outros personagens que terão destaque no Disney+ são Feiticeira Escarlate (possivelmente com a participação do Visão) e a dupla Falcão e Soldado Invernal. Os programas devem contar com um orçamento tão grande quanto dos filmes, além da participação dos mesmos atores do universo cinematográfico. O objetivo é poder contar as histórias de heróis que não possuem filme solo.

Eu já estava animadíssima por esse serviço de streaming da Disney, simplesmente porque é tudo que eu sempre sonhei: um lugar com todos os filmes reunidos! Agora, com a notícia de que a minha vingadora preferida, Wanda Maximoff, será a grande estrela de um seriado, fiquei ainda mais enlouquecida. Tudo bem que eu preferia que a história dela fosse contada nos cinemas, e que a personagem e seus poderes (que não são poucos) fossem melhores trabalhados. Mas tá, eu me contento (e muito) com uma série – que eu tenho certeza que irá superar minhas expectativas e anseios, ainda mais se for a Elizabeth Olsen no papel principal. Outra coisa que eu ia amar muito é se disponibilizassem o antigo seriado de A Pequena Sereia da Disney Channel, exibido nos anos 90. Quem lembra? Haha! E me conta também, o que vocês mais esperam do Disney+? *-*

Esse final de semana fui assistir ao polêmico Godzilla. O filme tem conseguido tanto opiniões positivas quanto negativas, e ambas defendidas ferrenhamente. Agora, vocês saberão o que achei sobre o que vi na telona.

Godzilla-1

No cinema, acompanhamos a história de Joe Brody, homem que criou o filho sozinho após a morte da esposa em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody, filho de Joe agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial – e em especial sua família – do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.

Godzilla-2

Expectativa: Muita ação, muito “monstro gigantesco” quebrando tudo, muitos tiros e misseis e explosões. Enfim, eu queria mesmo era algo eletrizante do começo ao fim.

Realidade: Infelizmente, eu sou parte integrante das pessoas que não gostaram muito do que viram. Talvez, em virtude da expectativa que eu criei. Apesar do filme se chamar “Godzilla”, ele foca mais no drama familiar de Ford do que no monstro em si.

Godzilla-3

É meio complicado. Com 30 minutos dentro do cinema, me perguntei se eu estava realmente assistindo Godzilla ou outro filme qualquer. Sim, até esse momento, não temos nem sequer uma menção ao monstro Japonês. Esse tempo é utilizado para que você conheça a história do personagem principal e se encante com ele. E isso não acontece. Aaron Taylor-Johnson não consegue fazer seu personagem criar uma empatia com o publico, por mais tempo que tenha. O pobre Ford passa por muitos problemas na vida e para mim, cresce sem sentimentos. Em várias cenas onde qualquer ser humano normal teria uma reação explosiva (de dor, de alegria, de tristeza) o mesmo permanece inabalável.

Godzilla-4

Então, finalmente o monstro choca do ovo e… wait… É uma barata-morcego-gigante? Cadê o dinossauro? Sim, o monstro que da nome ao filme aparece só do meio pro fim. E pasmem: ele não quer destruir o Japão nem nada parecido! Ele quer combater a barata-morcego simplesmente porque A NATUREZA QUIS ASSIM! You tá the brinqueichon uite me, cara?

Godzilla-5

Bele, “deixa eles brigarem“! Eis que a primeira cena de encontro dos monstros começa, um pula no outro e… Nada, corte pra família do Ford. Na segunda cena, o pau vai quebrar e…. outro corte pra família do Ford… Juro que estou até agora tentando entender esses cotes. Se você já não tinha empatia com o núcleo humano, agora você pega raiva. Não quero ver eles, quero ver sangue! (Ainda se a Elizabeth Olsen aparecesse mais…… S2)

Godzilla-6

Finalmente, a cena de pancadaria! Sem comentários sobre ela, irretocável! Durante 15 minutos tive minha expectativa realizada e vi exatamente “ação, monstros gigantescos quebrando tudo, tiros, misseis e explosões” além de mortes e sangue ao melhor estilo hollywoodiano. A cena é tão legal, mas tão legal que quase compensa todo o resto. Mas infelizmente, saí do cinema com gostinho de quero mais….

Godzilla-7

Resumo da ópera: se você quer um filme de ação e com uma história de fundo envolvente, Godzilla não é o seu filme. O longa chega a ser parado em alguns momentos e a única cena que realmente vale o filme foi meio curta demais! Nem o melhor, nem o pior do ano, mas com certeza poderia ter sido feito com mais carinho.

E vocês, já conferiram no cinema? O que acharam?