Escolhidos para você

Esse final de semana consegui finamente ver um filme que estava querendo ver já há algum tempo. Como ele ficou pouco tempo no cinema talvez você nem tenha ouvido falar dele, a propaganda foi bem sutil,, se não foi quase nada. Mas eu aprendi a suspeitar desses filmes, geralmente eles são meio ruins, mas as vezes a gente pode se surpreender, e foi o que aconteceu com Alpha.

Do diretor Albert Hughes, produtor de Do Inferno, Alpha conta a história de um menino, Keda, que vive na Europa há mais de 20 milhões de anos atrás. Ainda na era primitiva, onde a sobrevivência era tudo que importava. Na trama Keda é escolhido pelos chefes da sua aldeia para se juntar ao grupo de caça. Porém ele sofre um acidente, e tem que retornar para casa na companhia de um lobo, que não se mostra muito amigável.

O filme tem pouquíssimas falas, e todas são em algum dialeto inventado ou muito antigo. a fotografia do filme é incrível, com paisagens lindas e enquadramentos que são de tirar o folego. Existem algumas cenas que claramente são em CG, mas não é um detalhe que incomoda ou afeta a experiencia do filme. Você sabem que eu sou muito apegada a trilha sonora dos filmes, e essa foi incrível. As músicas casam muito bem com cada cena e são muito sutis.

É muito legal ver a evolução da relação entre Keda e o lobo durante o filme, interpretado por Kodi smit-McPhee, o Noturno de X-Men, o menino da um show de interpretação, trabalho que realizou na sua maioria sozinho ou com o cachorro que interpreta o Lobo. O filme também conta com a narração de Morgan Freeman. Ou seja, vale muito a pena ver!

Fala galera, tudo bem? Esta semana o jogo Warframe aterrissou no Nintendo Switch e veio com tudo, praticamente. Warframe é um jogo com visual cyberpunk que mescla elementos de RPG (rolling playing game) e FPS (first person shoter). Eu, pra variar, mal conhecia de nome. Então, resolvi baixar os 12 Gb do jogo para ver do que se tratava e fiquei espantado com o Switch rodando este game da Panic Button.

Como está o game?!

O visual é muito bonito, os feixes de luz, ambientação e sonoridade dos locais, a fluidez dos gráficos e as distorções causadas pelos movimentos e comandos do personagem me deixaram surpreso com a qualidade. Até então eu não estava com nenhum jogo desse nível no meu console. Há todo um cuidado e detalhamento nas ações e expressões corporais do personagem. Visto que você ainda pode escolher 1 dentre 3 diferentes seres para começar.

Selecionei Excalibur, que mescla elemento surpresa com agilidade de combate corpo a corpo e uso de armas. Os comandos são bem intuitivos e fluem conforme as batalhas acontecem. Entretanto, para quem não está acostumado, é muito fácil se perder com a câmera. Ela se move muito rápido na configuração padrão. Assim, recomendo ajustar as opções no menu.

Warframe possui ainda vários modos de jogo e MODs para otimizar personagem e armas, bem como habilidades. Esta parte realmente me deixou confuso. São muitas opções, condições e regras de uso. O fator RPG pesa bastante aqui.  Fora isso, ainda estão presentes elementos de modificação de skin e cores. Claro, boa parte deles são pagos e outra você adquiri jogando mesmo. Também é possível jogar em co-op com amigos. E ainda há modos de equipes contra equipes para deixar as coisas mais acirradas.

Conclusão

Portanto, não faltam possibilidades de gameplay no Warframe, desde o mais casual até o mais hardcore gamer. Ainda estou tentando jogar com meus amigos do Switch para ver como que fica a estabilidade durante as partidas. Mas pelo que soube, não há muitos problemas com o online game.

No mais, apesar do tamanho do game, é uma boa opção para quem quer um grande e belo jogo no seu console. E por ser gratuito, vale a pena experimentar. Qualquer coisa, só deletar e depois pode baixar novamente.

É isso aí pessoal, até mais.

E aí, PotterHeads de plantão?! Ceis já foram ver Animais Fantásticos: os Crimes de Grindelwald, né? NÃO? #RelaçõesCortadas haha brincadeira! Eu perdoo! Mas já aviso de antemão que esse post contém um spoiler de leve a moderado, então se você é daqueles, que como eu, não entra nem na internet enquanto não viu o filme pra não ser “spoilerizado”, corra pras montanhas e guarde sua curiosidade pra mais tarde…aliás…corre lá pro post do Leandro com a crítica do filme que vocês vão curtir muito e sem informações proibidas, apenas com aquela aguçada de leve nas suas lombrigas! 😉

Agora, pulada a parte em que eu me desculpo com quem veio ler o post sem querer ver spoiler, você, meu amigo, que já viu o filme, vem cá e me conta…TU FICOU IMPACTADO, NÉ? Porque euzinha aqui fiquei! Daquelas de ficar fazendo contas no cinema, lembrando quando cada personagem nasceu, e pensando WTF, JO???

Óbvio que a surpresa mais impactante do filme não foi nem de longe a presença tímida de um sobrenome velho conhecido nosso bem colocada no meinho de uma cena de uma forma que só faz você pensar uma coisa: Uepá, Jô!!! Quequéiçu, mulé? Mas nós, calejados que somos, com os pequenos vislumbres que a Jô dá em um livro pra emendar o nó 1.000 páginas depois…quem não lembra do Cálice de fogo, quando Harry narra os acontecimentos do cemitério para Dumbledore e que quando ele diz que Lord Voldemort usou seu sangue na poção que o fez ressurgir “Por um instante fugaz, Harry viu um brilho que lembrava triunfo nos olhos do diretor.” e que anos depois, em as Relíquias da Morte entendemos o porquê?!…É meu caro, Rainha Jô não dá ponto sem nó, não! Então a menos que tenha alguém brincando com um vira-tempo, ou que Barry Allen tenha criado um FlashPoint na saga errada, a presença da pequena frase “Professora McGonagall, por favor, poderia acompanhá-los” não estaria ali por acaso! TEM COISA AÍ, MOÇADA!

Claro que, a menos que tenha rolado um “bang” com um vira-tempo, realmente não poderia ser nossa querida animaga Minerva McGonagall a personagem que mal vemos em Os Crimes de Grindelwald, mas pensando no histórico familiar de Minerva, será que podemos prever informações novas sobre sua família que justificariam sua genialidade e proficiência ímpar em magia?

Tem muita gente afirmando que deve ser apenas um retcon, mas eu me recuso a acreditar que Jô passaria a vida toda escrevendo essa saga, fazendo os links mais perfeitos e complexos do mundo, pra chegar aqui e se permitir isso! Oremos!!!

Recapitulando: Minerva McGonagall nasceu na Escócia, em 4 de outubro de 1935, bisneta de uma talentosa bruxa e mestiça, filha de uma bruxa, Isobel Ross, com um trouxa, o ministro da Igreja Presbiteriana, Robert McGonagall. Durante a infância, Minerva precisou esconder sua magia, pois, seu pai não sabia da condição de Isobel quando se casaram, porém acabou por aceitar quando a verdade lhe foi revelada. A partir daí, Minerva ajudou a mãe a esconder a magia de seus dois irmãos mais novos, Robert e Malcon, do restante da comunidade em que viviam, enquanto sua mãe abdicou de sua varinha em prol de manter sua vida e família como eram. Em 1947, Minerva ingressa em Hogwarts, e se forma 7 anos depois, em 1954, como uma aluna brilhante, se equiparando a Dumbledore em números de NOM’s e NIEM’s obtidos. Após sair da escola é convidada para um cargo no Ministério da Magia Britânico, no Departamento de Execução das Leis da Magia e resolve ir passar as férias com seus pais antes de voltar para assumir o cargo. Durante as ferias conhece um trouxa,  Douglas Mcgregor, por quem se apaixona perdidamente e que a propõe casamento poucos dias depois. Após ter aceitado, Minerva se vê pensando em sua mãe e todas as concessões que teve que fazer por amar um trouxa e no Estatuto de Sigilo em Magia, que estaria quebrando ao se casar com ele e desiste do relacionamento para seguir sua carreira no Ministério. Em 1956, ingressa como professora em Hogwarts, no mesmo ano em que Dumbledore assume a diretoria da escola.

Então, meus caros, sendo a família bruxa de Minerva existente sob a árvore genealógica da família Ross, seus irmãos todos mais novos e homens, ela não nascida na época de Os Crimes de Grindelwald (1927), sua mãe fingindo ser uma trouxa naquela época, e sua bisavó talentosa uma Ross…e eu me recusando a crer que isso seja apenas ma mudança na linha do tempo que eu defendo com unhas e dentes…Seria a moça uma adição bruxa a árvore genealógica da família de Robert McGonagall? Uma forma de Jô nos mostrar que não existem famílias, nem bruxas, nem trouxas, que não sejam miscigenadas em algum momento da história? Uma forma dela de desmistificar o mito dos sangue-puros? Ou de explicar as crianças nascidas de pais trouxas, como nossa amada Mione Granger?

É aguardar pra ver, não é mesmo??? E eu vou morrer de curiosidade até lá!!!

E vocês, o que acham da aparição de uma misteriosa McGonagall em Os Crimes de Grindelwald?