4
ago
2016

O que esperar de Esquadrão Suicida


Esquadrão Suicida estreou e nós já tivemos a oportunidade de assistir o novo filme da DC que chegou cheio de promessas!

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Seguindo o padrão das últimas análises que temos feito aqui no PPN, Rafael Borges e eu discutimos alguns dos aspectos do longa produzido pela Warner e respondemos algumas das perguntas centrais da trama! Confiram:

Tenho lido muitas opiniões na internet criticando severamente o filme. Mas na minha modesta concepção, não achei um desastre tão completo assim! Ainda que ele tenha muitos pontos negativos – que acabaram não sendo amplamente abordados no vídeo – ele também tem pontos positivos.

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É um longa descontraído, dinâmico e no fim das contas, cumpre o papel de divertir. A história podia ter sido mais convincente? Podia! Uma direção diferente poderia ter conduzido os atores e a trama de forma que o longa pudesse ser 10 vezes melhor? Podia também!

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Mas como filme coringa (Rá!), de personagens desconhecidos e com poucas pretensões, Esquadrão Suicida fica na média. E uma média que para mim, supera Batman vs Superman (vale lembrar que esse sim, foi carregado de expectativas!!).

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Quem não assistiu ainda, não vá ao cinema esperando um clássico! Ele está longe de ser. Vá sem muitas expectativas e com a intenção de se divertir! Afinal de contas, a DC ainda não acertou a mão em cheio… Mas ela está tentando!

Agora me contem: vocês também estão condenando ou Esquadrão Suicida merece uma segunda chance? xP







27
jul
2016

Série Strange Things conquista o mundo


Por Lívia Jurkowitsch

Você já deve ter ouvido falar da nova série do momento, Strange Things da Netflix, mas se estava na dúvida entre assistir ou não, vou te ajudar com esse post SEM SPOILERS, pois muito da trama da série é ótima e não deve ser revelada.

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Com apenas 8 episódios, Strange Things já atingiu o topo das séries mais vistas no mundo, isso por que se você assistir apenas o primeiro episódio corre o risco de querer ver todo o resto em apenas um dia (o meu caso).

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Ambientada na década de 80 Strange Things é uma homenagem a todos s filmes de terror que saíram naquela época. Com muitas referências, a Stephen King e Steven Spielberg  a série é cativante devido aos seus atores mirins,  Mike (Finn Wolfhard), Eleven (Millie Bobby Brown), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) que dão um show de atuação e nos fazem dar risadas com suas referências nerds, e o jeito de enfrentarem seus problemas, que não são poucos, esses meninos enfrentaram de tudo nessa série.  Está presente na série também Wiona Ryder, a Lydia de Besourosuco com um papel muito complexo e dramático que ela conduz com maestria.

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Se você assistia tv nos anos 80 e 90, filmes como Guerra nas Estrelas, Mad Max, os Caça-Fantasmas, Voltron e McGyver são homenageados e muito citados durante a série, que apresenta uma trama apesar de tudo, nova e cativante. Com uma atitude muito corajosa de manter o foco em um grupo de crianças, a netflix apostou certo.

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Já com um começo muito interessante, a série vai respondendo nossas perguntas ao mesmo tempo que nos deixa mais curiosos ainda sobre outros assuntos. Queremos saber o que aconteceu com o coitado do Will, quem é Eleven, e o que acontece no laboratório isolado da cidade, qual o passado do Xerife da cidade, e como um grupo de crianças vai ajudar a solucionar um caso de desaparecimento e salvar a cidade. Pode parecer um pouco clichê, mas o clichê foi renovado nessa série que já conquistou o mundo.

Confira o trailer de Strange Things e se mesmo depois disso você ainda não quiser ver a série, consulte um médico!

 

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26
jul
2016

Resenha (Crítica) – Batman: A Piada Mortal


Por Rafael Borges

Durante as (merecidas) férias do Sr. Leandro Lanzillotta, eu e o Felipe Takeo fomos conferir a exibição de Batman: A Piada Mortal nos cinemas. A animação seria lançada diretamente para DVD, mas a Warner resolveu aproveitar a comoção que o Homem-Morcego sempre causa, realizando exibições na tela grande em algumas salas selecionadas – e disputadas!

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Pra começo de conversa, preciso deixar uma coisa clara: tudo o que envolve o Batman é um assunto da maior importância pra mim. Então, quando Bruce Timm, produtor do aclamado desenho do Homem-Morcego nos anos 90, anuncia que vai adaptar em formato de animação a Piada Mortal, não tem como não existir grande expectativa.

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Lançada em 1988, a Piada Mortal é a história que mostra o Coringa tentando provar que apenas um dia ruim pode ser o bastante para levar uma pessoa normal à loucura. O roteirista Alan Moore e o desenhista Brian Bolland – ambos britânicos e extremamente detalhistas em seus respectivos ofícios – apresentam uma história brutal, descrevendo a insanidade do Coringa e a forma distorcida com que ele vê o mundo e a si mesmo.

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Se você conhece a HQ e espera vê-la transposta cena por cena para a tela, você vai ter exatamente o que espera. Mas isso não quer dizer que a animação seja 100% fiel à graphic novel. Como a história original tem apenas 60 páginas, o renomado roteirista de quadrinhos Brian Azarello foi convocado para criar material adicional, completando o longa metragem.

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A escolha para esse material faz todo o sentido com a história original, pois apresenta aquela que seria a última missão de Bárbara Gordon antes de abandonar o manto da Batgirl. A ideia era dar mais densidade à personagem antes dos eventos traumáticos pelos quais ela passa na Piada Mortal – não vamos entrar em spoilers. Se você leu a HQ, já sabe exatamente do que estamos falando, não é?

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O problema é que Azarello pesa a mão ao tentar reproduzir o estilo provocador de Alan Moore. A animação cruza uma linha que jamais havia sido cruzada, passando a sensação de que os autores não captaram corretamente a dinâmica da parceria entre Batgirl e o Batman. Nós também não vamos entregar todos os detalhes aqui. Se você está curioso pra saber, a internet já está repleta de spoilers sobre essa cena em particular.

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A sensação de assistir a um desenho animado como este no cinema é incrível. Apesar disso, o estúdio coreano responsável pela animação peca pela falta de uniformidade. Enquanto algumas cenas são belamente ilustradas, outras deixam claro que o orçamento foi mais dirigido para trazer de volta o eterno Luke Skywalker Mark Hammil, que cede a voz para o Coringa.

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Resumindo, Batman: A Piada Mortal causa nas telas a mesmíssima estranheza e choque que causava nas páginas das histórias em quadrinhos anos atrás. Pode não ser a melhor adaptação animada da DC (Ano Um e Cavaleiro das Trevas são bem superiores em minha opinião), mas se você é fã do Coringa e do Homem-Morcego, mais do que vale a pena conferir!

Alguém ai já conferiu A Piada Mortal? O que achou?

Conheça o outro trampo do Rafa além de Colunista do PPN:

Site: www.ozzycover.com.br