19
abr
2013

Dica de App – Angry Birds Star Wars


Se você não viveu em uma caverna durante os últimos 5 anos, com certeza já ouviu falar de Angry Birds.

A saga da eterna luta dos passarinhos contra os porcos ladrões de ovos já teve vários capítulos, inclusive com inspiração no filme Rio (Angry Birds Rio) ou desenvolvido em parceria com a NASA (Angry Birds Space).

Mas a versão mais legal é, sem dúvida nenhuma, a versão Star Wars! \o/

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Ambientada no universo da trilogia original de Star Wars, ela mostra os passarinhos como rebeldes e os porcos como soldados do império.

Cada passarinho incorporou um dos personagens, ganhando além da roupagem característica, poderes especiais.

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Os passarinhos foram divididos da seguinte forma:

  • Pássaro Vermelho: é Luke Skywalker e possui um Sabre de Luz que ao ser ativado, destrói tudo o que estiver em sua volta. (\o/\o/\o/)
  • Pássaro Rosa: é a Princesa Leia e lança um feixe de energia para atrair objetos.
  • Pássaro Azul: é Wedge Antilles e continua com o mesmo poder padrão de se multiplicar em três.
  • Pássaro Amarelo: é Han Solo e possui uma arma que dispara três tiros de laser na direção desejada.
  • Pássaro Preto: é Obi-Wan Kenobi e possui o poder de levitar e empurrar objetos próximos.
  • Pássaro Vermelho Grande: é Chewbacca e também manteve os poderes padrões de empurrar e esmagar.
  • Pássaro Branco: é o androide C-3PO e pode se fragmentar em vários pedaços.
  • R2-D2 é um extra capaz de soltar raios de alta tensão devastadores.
  • E ainda um pássaro Yoda existe, mas jogável não é, apenas observar você ele irá.

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Além de todas essas novidades, o Angry Birds Star Wars ainda tem outro dificultador. Em algumas fases os pássaros são afetados pela gravidade, obrigando você quebrar a cabeça para adaptar sua estratégia e derrotar os malvados porcos do império.

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O jogo já existe há algum tempo e a Rovio (produtora do jogo)  lançou uma atualização chamada de “Cloud City”. Com ela vieram novos níveis e um pássaro congelado em carbonita (como o Han Solo ao ser entregue ao Boba Fett).

Lembrando que, a exemplo dos seus antecessores, é possível jogar Angry Birds Star Wars nos sistemas Android, IOS e até mesmo no computador.

E então, alguém mais é fissurado em matar porquinhos com sabres de luz? xD







15
abr
2013

Resenha: Tomb Raider para PS3

Postado em | Compras, Games, Resenhas

Eu e a Penny temos uma ótima parceria no quesito games. Ambos adoramos Playstation e dividimos as tarefas: ela assiste, eu jogo.

Nossa última aquisição foi Tomb Raider, o rebooot da franquia da heroína Lara Croft. O jogo conta a história que iniciou a saga de Lara colocando-a no mundo das aventuras e fazendo com que ela se tornasse uma das personagens mais amadas do mundo dos games.

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Vou abordar o jogo de maneira geral, tentando minimizar os spoilers.

Em primeiro lugar, os gráficos são incríveis. Você realmente se sente dentro das florestas ou cavernas. Apesar do contraste com outros jogos da franquia, onde tudo tinha mais cor, o novo Tomb Raider vem com a proposta de mostrar um “começo sombrio” e por isso os cenários são mais cinzas, fechados, chuvosos e noturnos. Mas nada disso rouba a riqueza dos detalhes.

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Sobre a nossa personagem principal, esqueça a corajosa e destemida mulher que hoje em dia é Lara Croft. No começo do game ela não passa de uma menininha frágil e assustada, que se machuca com facilidade e toma sustos com a própria sombra. Chega a ser cômico vê-la chorando e implorando por ajuda. Mas com o passar do tempo você vai aprendendo golpes, truques, evoluindo e vendo ela se transformar e ficar cada vez mais parecida com a heroína que conhecemos. Digamos que o mundo muda depois do primeiro assassinato. xD

Por falar nisso, o sistema de “evolução” é muito bom. Com pontos de experiência você aprende movimentos novos e pode coletar materiais para aprimorar suas armas.

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O controle também é excelente. As partes que mostram a história são apenas complementos para fundamentar o enredo (muito interessante, diga-se de passagem) e não roubam do jogador nenhum movimento importante. Além disso, em situações de perigo, Lara se esconde automaticamente atrás de objetos para se proteger. Alguns podem reclamar da automaticidade do movimento, mas pra mim foi ótimo, dando mais autonomia para focar nas ações como atirar ou emboscar um inimigo.

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A única coisa que senti falta foi um pouquinho mais de liberdade de ações e decisões sobre o que e quando fazer as coisas. Apesar de você pode explorar todos os cenários, as missões são muito lineares, o que estraga um pouco o RPG do jogo. Outra coisa que não entendi bem foi o sistema de caçadas. No começo, você é orientado a aprender a caçar pra conseguir comida, assunto tratado com a mais severa importância. Depois… nada! Você não precisa mais caçar até o fim do jogo se não quiser. Acho que o primeiro veado que você mata te sustenta durante todo o tempo.

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Por último, o jogo é bem sangrento. Principalmente se você morre. Juro, teve uma parte que morri tantas vezes com uma flecha na garganta que quase peguei trauma. As mortes são bem violentas e você não é poupado de se sentir culpado pelos seus erros.

O jogo ainda tem um sistema de multiplayer (modo de jogo onde você pode jogar online) mas obviamente não foi o foco da produtora Crystal Dynamics.

Resumo da obra: Tomb Raider fica com saldo bem positivo! O game é um ótimo passatempo pra quando você tiver de 14 a 16 horas sobrando e quiser apreciar uma boa história de ação.

Agora a pergunta que não quer calar: será que teremos mais histórias da adolescente Lara Croft?

E aí, alguém já jogou (ou assistiu… xD) o novo Tomb Raider?







12
abr
2013

Resenha: The Walking Dead, a ascensão do Governador

Postado em | Livro, Resenhas, Zumbi

Agora que a terceira temporada de The Walking Dead acabou, temos que suprir as nossas necessidades “zumbilisticas” de alguma forma. Pensando nisso, aqui vai minha sugestão: leiam The Walking Dead, a ascensão do Governador, de Robert Kirkman e Jay Bonansinga.

Ao ganhá-lo de presente do meu grande amigo Ketilys, o Gnomo Verde, e já sabendo do assunto que seria abordado, tratei de devorar o livro antes mesmo da terceira temporada começar. E agora, vou resenha-lo para vocês.

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O Livro conta o início da história do “Governador” (o vilão do ano eleito pela revista americana Wizard) e como ele chega a ser o cruel e impiedoso comandante da cidade de Woodbury num mundo recém-dominado por zumbis.

Para tanto, a história te leva a conhecer o obstinado Phlilip Blake, sua frágil filha Penny e seu doente e medroso irmão Brian Blake, que junto com mais dois amigos tentam encontrar um lugar onde possam sobreviver.

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Expectativa: Estava ansioso para ler algo que se passasse dentro do universo de TWD. Mas como nunca tinha lido um livro sobre zumbis, temi que a narrativa fosse meio parada. Por outro lado, esperava muitas mortes, mordidas e sangue escorrendo pelas páginas.

Realidade: Ele é simplesmente viciante. Foi difícil largar o livro antes de terminá-lo. A narração é feita com tamanha intensidade, que o autor consegue passar exatamente a emoção que deseja. O melhor exemplo ocorre logo nas primeiras páginas, na cena dentro do armário, onde você fica literalmente com dificuldade de respirar.

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É muito legal acompanhar a evolução de cada personagem no decorrer da trama, mas é bom saber que assim como na série na TV, é melhor não se apegar a nenhum deles.

Apesar de não contar como a infestação começou, você tem uma visão geral do inicio e da forma como eles aprendem a lidar com ela, como descobrem o que podem e o que devem fazer, como e quais são seus conflitos e a forma de cada um em lidar com a epidemia.

A ascensão do Governador tem muitas reviravoltas e surpresas e mesmo assim, achei o final um pouco óbvio demais. Mas isso não desqualifica o livro de forma alguma.

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Se você já assistiu a terceira temporada da série, vai entender muito mais sobre a vida do Governador e os motivos que o levaram a agir do jeito que ele age, chegando algumas vezes até a simpatizar com o vilão. Entretanto, se ler o livro primeiro, vai acabar pegando alguns erros e mancadas da série, que em alguns momentos, pecou na fidelidade a história.

Pra finalizar, quero deixar claro que apesar do livro ter sido tratado como “aterrorizante”, ele não é tão assustador assim e a leitura flui tranquilamente alternando momentos de ação e tensão com outros de tranquilidade e até uma pequena dose de romance.

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Se você gosta do universo zumbi, com certeza é uma leitura obrigatória.

E aí, alguém mais leu The Walking Dead, a ascensão do Governador?