18
ago
2015

Resenha: Missão Impossível – Nação Secreta

Postado em | Cinema, Resenhas

Nesse final de semana fui ao cinema conferir o novo “Missão Impossível – Nação Secreta” e agora vou falar da experiência de assistir ao 5 filme dessa franquia de sucesso!

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Expectativa: nada menos do que os outros 4 filmes. Esperava ação, espionagem, cenas cheias de adrenalina e alguém usando máscara e modelador de voz para virar outra pessoa! xP

Realidade: o filme traz todos os elementos que você pode esperar de Missão Impossível, mas tem o incrível dom de não parecer repetitivo. Gostei muito e assistiria de novo com certeza!

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O longa narra a trajetória do famoso agente Ethan Hunt (Tom Cruise), que descobre que o Sindicato é real, e está tentando destruir o IMF. Mas como combater uma nação secreta, tão treinada e equipada quanto eles mesmos? O agente especial tem que contar com toda a ajuda disponível, incluindo de pessoas não muito confiáveis.

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Missão Impossível – Nação Secreta surpreende ao conseguir manter um ótimo ritmo do começo ao fim. Ele já se inicia logo com uma cena de ação para nos situar do que estamos prestes a presenciar. É um daqueles filmes que você não para de olhar para a tela nem um minuto com medo de perder algo importante. E se vacilar, você pode acabar se perdendo no contexto mesmo!

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Tom Cruise mostrou que ainda tem o dom e estava muito a vontade no papel. O mesmo podemos dizer sobre Rebecca Ferguson, que consegue colocar uma aura de mistério em sua personagem, nos levando a desconfiar das suas verdadeiras motivações até a ultima vez em que aparece no filme. Ela estava simplesmente brilhante!

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Vale ainda ressaltar que o longa tem cenas de ação, comédia, mistérios e aventura na medida certa, além da ótima direção de Christopher McQuarrie. E se querem mais elogios, ainda posso dizer que a trilha sonora é um dos pontos altos de Nação Secreta.

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Para os fãs do gênero, o filme é um prato cheio. Mas se você for daqueles que reparam nos exageros, pode ficar um pouco desconfortável com algumas cenas verdadeiramente impossíveis ou com o ótimo fator de cura de Ethan, digno do Wolverine! xP

Aqui, nada a reclamar! Se fosse para dar uma nota, seriam nove Gaviões Arqueiros sem arco! xP

E vocês? Assistiram o novo Missão Impossível? O que acharam?







13
ago
2015

Dokan Battle – Em busca das Esferas do Dragão


Por Diego Lorenzo

Oi, eu sou o Diego (pensou que fosse o Goku, né?). Zuera à parte, estou aqui como colaborador do Pausa Para Nerdices. Sou de São Paulo e tenho 25 anos, gestor ambiental por profissão, nerd durante toda a vida acadêmica, hoje com skill mais geek, curto actions figures, games, quadrinhos, livros dos mais diversos temas, filmes ação-ficcção e já fui cosplayer (agora só para eventuais photoshots). Aqui no PPN, vou falar sobre assuntos variados, com foco nas coisas olds, but golds. Esse é meu primeiro texto. Divirtam-se!!

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E aí pessoal, tudo bem? Estreando minha colaboração aqui no Pausa para Nerdices com um post falando de um game chamado Dokan Battle que encontrei pela Play Store (sim, meu sistema é Android) e que tem em sua temática a série Dragon Ball.
Trata-se de um game bem ao estilo RPG e dos mais complicados pelo que pude testar até então. Para ficar de fácil entendimento, é uma mistura das lutas de RPG como as de Final Fantasy (lutas em turnos e com team) mesclado com uma engine de vantagens e desvantagens de tipo de lutador (ao que se assemelha a Pokémon), fluindo em um mundo onde a movimentação do player ocorre em cenários esboçados em uma espécie de tabuleiro, cujos gráficos se baseiam no universo de Dragon Ball.

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Achando que ia encontrar o Goku logo de cara, mas foi o Mr Satan. As vozes são do original Japonês

O jogo ainda tem modos específicos para treino, itens diversos tanto para power ups de KI como para defesa e recover, e os mesmo podem ser utilizados durante os combates, porém devem ser selecionados antes que a partida se inicie. Existem três níveis de combate, sendo o primeiro realmente fácil. O segundo já é muito mais difícil e necessita de um UP considerável nos níveis dos personagens que você estiver utilizando em sua team. Já o terceiro nível, o qual não consegui chegar ainda… bom, esse eu não quero nem pensar, com certeza é mais de 8000.

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Essa parte do inicio você receberá uma team para usar depois de lançar o kame hame há com o Goku

Aliás, eu disse ali TEAM. Isso mesmo, você controla uma team de 6 personagens que você seleciona de uma lista grande, que obviamente está quase vazia no inicio. O desafio então se torna conseguir mais personagens para essa lista a cada batalha conquistada, porém não será fácil.
Falando um pouco sobre a história, esta nos é apresentada por Future Trunks e Sr. Kaio, e para não dar maiores spoilers, digo apenas que ela irá permitir reunir os personagens de todas as temporadas do anime.

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Eu dei muita sorte, peguei o Metre Kame como meu líder de team, junto com Ten Chi, Chaos e Yamcha. Espaços vazios foram completados com Saibamans

Um ponto negativo desse jogo é que você necessita estar conectado a uma boa rede de Internet para poder joga-lo. Ou seja, jogar usando o 3G é pedir para ter sua conexão bloqueada (um alô às operadoras de telefonia) e drenar a bateria do seu celular. Então acho que compensaria mais baixa-lo em um tablet ou similar. Sem mencionar que a tela deixaria o jogo ainda melhor.

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E como ponto positivo cito os gráficos e a os efeitos visuais nas batalhas que ficaram muito legais e passam a emoção da luta, principalmente quando se consegue KI suficiente para lançar um super ataque. E também o fato de que você pode mandar convites para outros players e trocar itens, bem como usa-los em sua team (em modo guest) como uma forma de ajuda para superar os inimigos mais poderosos.

Para baixar Dokan Battle, basta clicar nesse link aqui.

É isso aí, vale a pena conhecer este jogo, agora vou ver se consigo mais esferas do dragão para pedir um desejo ao Shen Long. Fui!







22
jul
2015

Resenha: Pixels

Postado em | Cinema, Novidade, Resenhas

Eu fui conferir Pixels em primeira mão e agora vou contar para vocês o que achei sobre o novo lançamento da Sony!

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Expectativa: fazer uma viagem nostálgica e revisitar antigos personagens e games da minha infância. Sinceramente? Queria me divertir!

Realidade: o filme supriu as minhas expectativas! Dei risada, matei a saudade de grandes amigos da minha infância (como Pac-Man, Snake e Donkey Kong) e saí do cinema satisfeito.

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No longa, seres intergaláticos interpretam um arquivo em vídeo com imagens de jogos de arcade clássicos como uma declaração de guerra contra eles, e atacam a Terra usando esses jogos como modelos para suas várias ofensivas.

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Para defender a terra é montada uma equipe de ex-gamers que foram campeões dos jogos na década de oitenta. Essa equipe conta com Adam Sandler – um nerd que atualmente trabalha como instalador de home theater – Peter Dinklage – um presidiário metido e trapaceiro – e Josh Gad – um ex-garoto prodígio com mania de perseguição.

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Vamos começar pelo básico. Sempre que eu falava do filme, ouvia algum comentário do tipo “parece legal, pena que é com o Adam Sandler”. Realmente, não dá pra negar o fato de que ele é ele. Mas apesar de ter personagem e interpretação padrão Sandler, ele não estraga o filme.

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Principalmente porque apesar dele ser o personagem principal, não podemos esquecer que o excelente Peter Dinklage também está no elenco. Seu personagem é muito caricato e Peter da um show de interpretação, não lembrando nem por um segundo o irônico Tyrion de Game of Thrones. Nem por isso, gostamos menos de “Fireblaster”.

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É muito legal para quem foi gamer naquela época relembrar dos clássicos e vê-los tomar vida na telona, além de todas as outras referências aos anos 80. Junte tudo isso a – pequena, mas marcante – presença da maravilhosa Ashley Benson (<3) e você também vai sair do cinema feliz!

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Óbvio que assim como tem pontos positivos, Pixels também tem pontos negativos que não podemos ignorar: ele é recheado de clichês, tem momentos em que a piada parece forçada e abusa um pouco da boa vontade do espectador (como na história do cheat code que é jogada na nossa cara, não faz o menor sentido e ninguém se preocupa em dar uma mísera explicação).

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Não é um clássico, mas ir assistir no cinema também não é nenhum desperdício! Se o que você quer é matar a saudade, ver uma história divertida e criativa e se lembrar dos velhos tempos, PIXELS é uma boa pedida! Além do mais, Q*bert merece sua visita!

Alguém aí pretende assistir?