22
jul
2015

Resenha: Pixels

Postado em | Cinema, Novidade, Resenhas

Eu fui conferir Pixels em primeira mão e agora vou contar para vocês o que achei sobre o novo lançamento da Sony!

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Expectativa: fazer uma viagem nostálgica e revisitar antigos personagens e games da minha infância. Sinceramente? Queria me divertir!

Realidade: o filme supriu as minhas expectativas! Dei risada, matei a saudade de grandes amigos da minha infância (como Pac-Man, Snake e Donkey Kong) e saí do cinema satisfeito.

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No longa, seres intergaláticos interpretam um arquivo em vídeo com imagens de jogos de arcade clássicos como uma declaração de guerra contra eles, e atacam a Terra usando esses jogos como modelos para suas várias ofensivas.

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Para defender a terra é montada uma equipe de ex-gamers que foram campeões dos jogos na década de oitenta. Essa equipe conta com Adam Sandler – um nerd que atualmente trabalha como instalador de home theater – Peter Dinklage – um presidiário metido e trapaceiro – e Josh Gad – um ex-garoto prodígio com mania de perseguição.

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Vamos começar pelo básico. Sempre que eu falava do filme, ouvia algum comentário do tipo “parece legal, pena que é com o Adam Sandler”. Realmente, não dá pra negar o fato de que ele é ele. Mas apesar de ter personagem e interpretação padrão Sandler, ele não estraga o filme.

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Principalmente porque apesar dele ser o personagem principal, não podemos esquecer que o excelente Peter Dinklage também está no elenco. Seu personagem é muito caricato e Peter da um show de interpretação, não lembrando nem por um segundo o irônico Tyrion de Game of Thrones. Nem por isso, gostamos menos de “Fireblaster”.

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É muito legal para quem foi gamer naquela época relembrar dos clássicos e vê-los tomar vida na telona, além de todas as outras referências aos anos 80. Junte tudo isso a – pequena, mas marcante – presença da maravilhosa Ashley Benson (<3) e você também vai sair do cinema feliz!

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Óbvio que assim como tem pontos positivos, Pixels também tem pontos negativos que não podemos ignorar: ele é recheado de clichês, tem momentos em que a piada parece forçada e abusa um pouco da boa vontade do espectador (como na história do cheat code que é jogada na nossa cara, não faz o menor sentido e ninguém se preocupa em dar uma mísera explicação).

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Não é um clássico, mas ir assistir no cinema também não é nenhum desperdício! Se o que você quer é matar a saudade, ver uma história divertida e criativa e se lembrar dos velhos tempos, PIXELS é uma boa pedida! Além do mais, Q*bert merece sua visita!

Alguém aí pretende assistir?







20
jul
2015

Resenha: O Homem-Formiga

Postado em | Cinema, HQ, Novidade, Resenhas

Homem-Formiga estreou nos cinemas de todo Brasil e fui durante o fim de semana conferir mais essa superprodução do Universo Marvel.

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Expectativa: desde a primeira vez que falei sobre o filme (com duras críticas, inclusive), minha opinião mudou muito. Por isso, fui ao cinema empolgado para ver o que Scott Lang tinha para apresentar.

Realidade: a Marvel parece que se encontrou novamente. O filme não decepciona e dentro da sua proposta, ele é executado com eficiência. Introduz um novo herói, com uma história simples de entender e cumpre o objetivo de apresentar mais uma parte importante do Universo Marvel, incluindo as relevantes Partículas Pym.

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O longa mostra a história do Dr. Hank Pym (Michael Douglas), o inventor da fórmula que permite o encolhimento de um ser humano. Anos depois da descoberta, ele precisa impedir que seu ex-pupilo Darren Cross (Corey Stoll), consiga replicar o feito e vender a tecnologia para uma organização do mal.

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Depois de sair da cadeia, o trambiqueiro Scott Lang (Paul Rudd) está disposto a reconquistar o respeito da ex-mulher, Maggie (Judy Greer) e, principalmente, da filha. Com dificuldades de arrumar um emprego honesto, ele aceita praticar um último golpe. O que ele não sabia era que tudo não passava de um plano do Dr. Pym que, depois de anos observando o hábil ladrão, o escolhe para vestir o traje do Homem-Formiga.

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O enredo é bem simples e amarrado e não trás grandes surpresas. A evolução de Scott de ladrão a herói foi natural e muito bem trabalhada. O ator da conta tranquilamente do recado e acaba mostrando que tem tudo para ser um dos grandes trunfos da Marvel para o futuro. Os efeitos especiais e o 3D garantem uma experiência completa e quando o herói entra nos formigueiros ou da uma corrida com as formigas, os detalhes transformam as cenas em obras a parte.

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Muito se fala sobre os filmes da Marvel serem “engraçadinhos” demais, mas isso infelizmente, é uma tendência mundial em qualquer frente. O que da para avaliar aqui é que tivemos momentos cômicos sim, mas que não foram forçados. Como nosso protagonista não se destaca pelo senso de humor (no filme ou nos quadrinhos), as risadas ficam por conta dos momentos engraçados – como a briga no trenzinho – ou do hilário Michael Peña, muito a vontade no papel do malandro Luis.

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O filme não é longo, então não tem enrolação. Mas como precisa ambientar o personagem, ele começa num ritmo mais devagar e vai melhorando com o passar do tempo. É uma pena apenas não ter dado tempo de trabalhar melhor o vilão Jaqueta Amarela. Mas no geral, tudo é bem explicadinho e tirando talvez uma Hope Pym com uma personalidade um pouco controversa, todas as motivações dos personagens são convincentes.

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Sobre as cenas pós-créditos, sinceramente, não me causaram tanta emoção como li por aí. A primeira é uma revelação inesperada e que pode ser importante para o futuro e a segunda, apesar de um tanto quanto misteriosa, não passou de desfecho óbvio. Mas o que eu achei mega importante foi que falaram do Aranha no filme e isso já é uma introdução MUITO LEGAL do personagem!

Podem ir tranquilos no cinema que compensa demais! Minha nota é de 8 formigas, sendo uma delas o Anthony! xD

Vocês já assistiram? O que acharam?







13
jul
2015

Resenha – Exterminador do Futuro: Gênesis

Postado em | Cinema, Resenhas

Finalmente nesse final de semana consegui assistir Exterminador do Futuro: Gênesis e agora posso contar o que eu achei de tão aguardado filme!

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Expectativa: eu queria rever Arnold Schwarzenegger no papel do Exterminador Ciborgue T-800, por isso deixei de lado todas as criticas que ouvi por ai e fui assumidamente animado assistir ao longa.

Realidade: Exterminador do Futuro: Gênesis está longe de ser uma obra prima, ou mesmo um novo clássico. Mas também não é perda de tempo. Ele se encarrega de entregar ação e diversão suficiente para que você saia do cinema feliz.

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A história começa em 2029, onde a resistência humana contra as máquinas é comandada por John Connor (Jason Clarke). Ao saber que a Skynet enviou um exterminador ao passado com o objetivo de matar sua mãe, Sarah Connor (Emilia Clarke), antes de seu nascimento, John envia o sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta ao ano de 1984, na intenção de garantir a segurança dela. Entretanto, ao chegar Reese é surpreendido pelo fato de que Sarah tem como protetor outro exterminador T-800 (Arnold Schwarzenegger), enviado para protegê-la quando ainda era criança.

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Obviamente que o ponto alto do filme é a presença de Arnold Schwarzenegger. Seja na sua versão baby ou na versão velha – velha, mas não ultrapassada – são dele as melhores cenas. Os sorrisos robóticos, os jargões comuns e até o novo bordão funcionam muito bem, gerando os momentos de descontração necessários.

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E falando nos jargões, fiquei feliz e triste ao mesmo tempo pela falta do “hasta la vista, baby”. Eu entendo que não queiram “apelar” usando todas as frases do robô e até admiro essa atitude! Mas eu senti falta dela… 🙁

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Gostei das sequencias de ação e achei fantástico terem recriado a versão nova do Arnold. O efeito foi tão caprichado que eles fizeram questão de dar um close no rosto do jovem T-800 para termos certeza de que o serviço estava bem feito. Também achei as referencias aos filmes anteriores bem pertinentes e as pitadas de humor bem colocadas.

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Mas nem tudo são flores no reino dos Exterminadores. A história por si só já é bem complicada de entender e o roteiro não facilitou. Eu sou meio chato no que diz respeito a viagem no tempo e acho que se você vai mexer com isso, tem que amarrar todas as pontas e saber exatamente o que está fazendo. Mas isso não aconteceu nesse filme.

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Na tentativa de apagar o quarto filme da franquia, eles se atropelaram um pouco e usaram a viagem no tempo como desculpa. Tanto que um dos personagens justifica: “viagem no tempo dá dor de cabeça”. Sim, principalmente para quem a usa de qualquer jeito.

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Gostei muito da Emilia Clarke (como não amar?) mas achei que faltou construir um pouco mais a relação dela com Jai Courtney. Eles não foram “se apaixonando”, pareceu um amor à primeira vista meio forçado, porque eles já sabiam que ficariam juntos.

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Resumo da ópera, uma nota 7 está de ótimo tamanho porque sou fã do Schwarzenegger! Acho que vale pela ação, pela diversão e por vê-lo novamente vivendo um personagem clássico. Mas não se se sintam mal se vocês ficarem boiando em alguma parte da história, eles complicaram mais do que explicaram mesmo.

Quem mais assistiu? O que vocês acharam?