20
maio
2015

Resenha: Mangá Jackals


Olá pessoal! Hoje falaremos de Jackals, um mangá bem legal, bastante diferente do convencional e um prato cheio para quem ama aquele gorezinho casual sem muita razão aparente. Confiram!

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Em Cicero City, um ambiente no estilo Itália antiga, a máfia se digladia para decidir quem é a família mais poderosa e por sua vez, controlar o que acontece por lá. Com isso, pessoas são treinadas desde sua infância para serem verdadeiras máquinas de matar, defendendo seus ideais ou interesses. Poder, fama, dinheiro, mulheres… Não importa! A força bruta fala mais alto. Eles são conhecidos como Jackals.

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Temos como protagonista, Nichol D. Heyward, ou Aligator Nichol. Sua fama como Jackal cresceu por Cicero City quando ele matou a própria mãe, que era uma das mais temidas assassinas, ainda em sua juventude.
Ao contrário dos outros, Nichol tem um lado humano e bastante envergonhado, além de manter laços afetivos com pessoas que nada tem a ver com máfia. As mesmas que sempre acabam sendo bode expiatório dos vilões para manipula-lo a fazer o que eles querem.

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O que podemos ver em poucos capítulos de Jackals são traços bem maduros e marcantes feitos por um coreano. Inclusive esse foi um motivo que quase me fez evitar essa história, pois geralmente e inconscientemente eu acabo torcendo o nariz para Manwha… My Bad!

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Fora isso, a maioria esmagadora dos personagens tem espaço suficiente para mostrar traços característicos de personalidade, estilos e gostos, vindo em conjunto com nomes bem legais como “Requiem Huya” ou “Cyclone Claude“, onde o primeiro nome remete a um estilo de lutar do mesmo, que também é algo único e sempre interessante.

E para melhorar, a história também se desenrola muito bem! São poucas as vezes que o ritmo cai e quando acontece, não chega a incomodar tanto assim.

Então fica aí mais uma excelente dica para vocês. Não vão se arrepender!

* Post feito pelo colaborador Marcus Cavalcanti:

No Instagram: @marcusvcavalcanti
No Twitter: @soundblasterx







13
maio
2015

Resenha: Mangá Waga na wa umishi


Fala pessoal! Hoje falaremos de mais um mangá pouco conhecido, mas com alta qualidade e recomendadíssimo por mim: Waga na wa umishi!

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Rintarou Namba assume a empresa do pai após seu falecimento e precisa lidar com uma dívida astronômica, funcionários bem temperamentais e um rival que está sempre no seu pé, além de ser o mais rico e poderoso do ramo.

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Mas o que eles fazem? Um trabalho que eu honestamente jamais havia ouvido falar até o momento que li esta obra. A maneira mais simples de explicar é comparando-os à uma guarda costeira particular. Os trabalhos que a companhia Namba realiza, na maioria das vezes, são focados em salvamento de carga, embarcação ou pessoas. Porém, a cada nova missão, o trabalho fica mais complicado, exigindo atitudes extremas e impensadas. Por sorte, Rintarou conta com uma equipe temperamental, mas que ao mesmo tempo, também é bastante aplicada quando precisam agir.

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Esta obra é cheia de valores morais e lições de vida, mas elas não chegam a incomodar, mesmo que você não curta tanto essa vibe “livro de autoajuda”. Tudo que se passa é cercado de doses perfeitas de humor, tensão, expectativa e fortes emoções.

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Com todas essas qualidades citadas e ainda com uma leitura bastante fluída, Waga Na Wa Umishi, mesmo com esse nome que você demorará a gravar, é o mangá perfeito para ficar naquele canto que você vai quando precisa de uma distração rápida para te tirar da realidade.

Alguém já leu Waga Na Wa Umishi?

* Post feito pelo colaborador Marcus Cavalcanti:

No Instagram: @marcusvcavalcanti
No Twitter: @soundblasterx







30
abr
2015

Resenha: HQ “O Despertar – Parte Um”

Postado em | HQ, Novidade, Resenhas

Semana passada eu falei nesse post aqui sobre iZombie, uma das revistas da Vertigo que eu comprei. Hoje falarei sobre outra: O Despertar.

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Se no caso de iZombie, a compra foi motivada exclusivamente pelo tema, no caso de “O Despertar” o que me chamou a atenção foi algo totalmente diferente. Decidi comprar assim que bati o olho no nome do roteirista Scott Snyder. Claro que saber que a arte era de Sean Murphy também ajuda bastante.

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Quando comprei a HQ, eu não fazia ideia do tema. Nem me ocorreu ler a parte de trás para saber do que se tratava. Fui na cara e na coragem, mas tinha certeza de que não iria me arrepender. E de fato, não me arrependi.

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Vocês conhecem um documentário que passa na Discovery e no Animal Planet que fala sobre Sereias? Um que mostra uma equipe de cientistas que após encontrar restos de uma criatura no estômago de um tubarão, lutam para provar que “sereianos” existem? Pois bem, a história se aprofunda nesse tema.

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Um som misterioso é detectado nas profundezas do oceano e a bióloga marinha Lee Archer é convocada pelo departamento de segurança dos EUA para estudar o som. Mas quando ela chega até a base, acaba descobrindo que os responsáveis pela sua contratação sabem muito bem de onde vem o som…

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Entrando de cabeça na discussão da origem da humanidade, remexendo em teorias evolucionárias como as dos “Macacos Aquáticos” e retratando o mar exatamente como ele é – desconhecido e perigoso – o enredo te envolve de um jeito que é impossível parar de ler.

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Poucas foram as vezes que eu li uma HQ de terror/suspense e essa sem dúvida foi a melhor. O roteiro é bem construído, a história é totalmente crível e a narrativa te transporta para o inferno subaquático, conseguindo transmitir todo drama e desespero dos personagens. Os traços rabiscados de Murphy dão o ar ideal para a trama, resultando numa obra perfeitamente alinhada.

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Sério, mal posso esperar pela segunda edição para saber a conclusão da história.

Assim como iZombie, comprei a minha edição na loja física da Saraiva. Mas ambas não são vendidas pelo site. O valor da HQ é R$19,90.

E aí, mais alguém já leu??