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Finalmente lançou a tão polemica versão de Cavaleiros do Zodíaco da Netflix. Desde o seu anúncio vem acumulando umas séries de discussões e polemicas a respeito do reboot da série. Eu assisti os 6 primeiros episódios e vim contar para vocês o que eu achei! Vai ter spoiler ein!

Cavaleiros do Zodíaco sempre foi um anime muito especial para mim de diversas formas, então quando um reboot de um anime tão querido por tantas gerações acontece, coisas boas e ruins vão sair disso. O problema é quando a as coisas ruins vem em maior escalar. Então vamos tirar o elefante branco da sala e começar já falando do que eu não gostei na série.

 

Primeiro o áudio. Todo mundo sabe que a série é japonês, porém foi produzida pela netflix que é americana. Nada mais justo o áudio ser em japonês correto? Errado, a netflix não disponibilizou o áudio em japonês da série, mesmo ela tento os dubladores originais em japonês. Mas pelo menos podemos contar com o elenco original brasileiro, que esta arrasando, menos o Shun, que já falarei disso.

Outro ponto que eu continuo achando desnecessário foi a mudança do sexo do Shun. Sabemos que a representatividade é um assunto muito importante e deve SIM ser considerado, porém a mudança de sexo do Shun não agrega em nada nem pra série nem pra representatividade da mulher, ainda mais quando já contamos com um elenco de personagens femininas muito fortes. . A mudança do Shun também fez faz voltar a questão de dublagem, pelo menos em português a escolha da dubladora do Shun foi um pouco infeliz. Quem faz a voz da Shun é a maravilhosa Ursula Bezerra (fez a voz do naruto, para você que não se ligou ainda, entre outros personagens) apesar de gostar muito do trabalhado dela, a escolha de uma voz mais grossa e rasgada para o Shun foi na minha opinião não muito boa. Em inglês isso não acontece, a voz é mais a cara da personagem. Na minha opinião teria sido muito melhor o Shun Original. Pode ser birra minha? Pode, porém não vi qual foi a vantagem dessa alteração toda.

O terceiro ponto que me deixou muito chateada foi a Shina não usar máscara. Para quem conhece a série, sabe que as máscaras das amazonas não são apenas um adereço para enfeitar a cara delas. existem todo uma filosofia por trás delas. Inclusive se uma amazona fosse vista sem a mascara ela deveria se casar ou matar a pessoa que a viu sem máscara e esse é todo o motivo que faz o arco da Shina odiar o Seiya tão legal. Ela vive uma dúvida interna se deve se apaixonar pelo Seiya ou se deve mata-lo. Mas nessa nossa versão todo esse lore foi jogado no lixo, e a Shina é simplesmente uma professora que não sabe perder. E claramente a Marin será a irmã do Seiya, pois ela é a única mulher que usa máscara, e convenientemente foi levada para o santuário quando menor.

Algumas questões não fizeram muita diferença, como por exemplo o Cassius perder a Orelha, o porque Seiya ir para o Santuário treinar. O personagem novo, e o novo vilão. Outro ponto completamente aceitável é as armaduras serem pingentes, que diferente do Omega, ainda possuem as caixas! Gostamos das caixas, deixem elas ai, mas realmente não faz sentido andar para lá e para cá uma uma caixona daquelas nas gostas. Essas modificações na história para mim não foram grandes problemas. Achei legal a atualização para a nossa época, e inclusive a utilização de gírias e memes atuais. Outro ponto positivo é a animação que esta impecável. Gostei bastante do trabalho que a netflix fez nesse pontos. Eles realmente foram bem caprichosos.

Em resumo, achei a série não muito boa, para dizer a verdade, estava bem empolgada para introduzir á uma amiga Cavaleiros do Zodíaco, já que ver o anime antigo não é pra todos, mas infelizmente não o farei, o material original ainda é muito melhor.

Saint Seiya da Netflix esta finalmente chegando, e teve sua data de estreia revelada. A série chega esse mês no serviço de streaming sia 19. Confere então todo que sabemos sobre a série e se prepare para o seu lançamento.

A série será um reboot, mais focado na animação, a original era feita em 2d e agora teremos uma animação mais moderna totalmente feita em CGI. A época em que o anime se passará também será diferentes, não se passando mais em 1900 e vovó era paquita, e sim em 2019 mesmo.

Essa primeira temporada conta com 12 episódios de 30 minutos cada, que foram escritos por Eugene Son, de Avengers: Secret Wars. A Animação foi feita pelos estúdios da Toei Animation e o diretor foi Yoshiharu Ashino;

já temos o elenco japonês confirmado com Masakazu Morita como Seiya de Pégaso. Takahiro Sakurai de Shyriu de Dragão. Hiroaki Miura na voz de Hyoga de Cisne, Satomi Satou será Shun de Andrômeda, Katsiuki Konishi é Ikki de Fênix, e Fumiko Orisada será Athena. O Elenco brasileiro ainda não foi confirmado, e não esperamos nada menos do que os dubladores originais.

A maior polemica envolvendo a série, foi a questão da mudança de nome de alguns personagens, e a mudança de sexo do Shun. Em relação a mudança de nomes até compreendo, pois não faz sentido existirem cavaleiros do mundo inteiro, e todos terem nomes japoneses não é mesmo? Agora a mudança de sexo do Shun não me convenceu, mesmo depois do roteirista Eugene ter vindo a publico explicar suas razões para isso. Son explicou que para ele não fazia sentindo em 2019 um grupo de personagens serem todos homens. “A única coisa que me preocupava: os Cavaleiros de Bronze com Seiya de Pégaso são todos caras.” Então por que não mudar outro cavaleiro? Para mim pareceu muito conveniente escolher o cavaleiro mais sensível e “menos másculo” para realizar essa mudança. Me pareceu um tanto quando preguiçosa essa mudança, e os fãs não gostaram.

O que você espera para essa nova releitura da série? Confere o trailer da série, e vamos aguardar dia 19 para ver como será.

Sobre The Silence: já vou começar respondendo… Depende!

O mais novo filme da Netflix estava gerando boas expectativas em todos os assinantes do serviço de streaming. Com um elenco interessante, Stanley Tucci (Diabo Veste Prada) Kiernan Shipka (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Miranda Otto (Senhor dos Anéis) e o roteiro parecia ser bem interessante: Quando o mundo está sob o ataque de terríveis criaturas que caçam suas presas pelo som, Ally Andrews (Kiernan Shipka) de 16 anos, que perdeu a audição aos 13 anos, deve buscar abrigo junto com a sua família.

PONTOS POSITIVOS

Começarei pelos pontos positivos. A atuação dos atores é muito boa, o elenco esta de parabéns, a trilha sonora do filme também é bem legal, te deixa tenso em algumas partes do filme. Os monstros do filme são bem aminados, e interessantes, da vontade de saber mais sobre eles, porém, é ai que entramos no pontos negativos. O filme começa de lugar nenhum e vai para sabe lá pra onde!

A origem da ameaça não é explicada, os monstros simplesmente estavam enterrados em uma caverna há milhares de anos (por algum milagre sobreviveram) e não sabemos se foram exterminados. Mas até ai tudo bem, não sou tão chata para querer todas as respostas de um filme, o que realmente me incomodou, foi que: se você assistiu “Um Lugar Silencioso” antes desse filme, pode esquecer. Dizendo de maneira claro, para mim The Silence foi um faz igual só não copia de A Quiet Place, e isso foi o que mais me incomodou. Se você ainda não viu o filme da  Emily Blunt e John Krasinski, corre para ver O Silêncio da Netflix, vai ser uma experiencia bem legal, tenho certeza. Porém se você já viu Um Lugar Silencioso, acho melhor nem tentar, pois diversos pontos que o filme de Krasinski trás com maestria, a questão da surdes, de se locomover em silencio, como se comunicar num mundo onde qualquer som pode te matar, em O Silêncio, infelizmente foram feitos de maneira bem podre.

VALE A PENA ASSISTIR?

Talvez se o filme tivesse tomando uma abordagem diferente, não tendo tantos pontos em comum com o Lugar Silencioso, poderia ter sido uma experiencia melhor. Infelizmente não foi dessa vez Netflix. Mas se você gostou do filme, comenta ai quais foram os pontos que te fizeram gostar do longa! 🙂