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Pra quem é da década de 90 e anos 2000, certamente irá lembrar de Yu-Gi-Oh, um anime que ganhou relevância com suas batalhas de monstros de duelo. Tais monstros emergiam de cartas através de uma tecnologia de realidade aumentada, com base em holografia. O protagonista, Yugi Moto, era a a reencarnação do antigo Faraó Yami. Este, por sua vez, coexistia em espírito dentro de Yugi, e era um excelente duelista.

Durante anos, os fãs e muitos jogadores de cartas e monstros de duelo tem sonhado com uma tecnologia que possa ampliar a realidade desse estilo de jogo. Portanto, torná-lo mais interativo e vislumbrante aos olhos.

A ideia de por em prática e desenvolver a tecnologia que permitirá isso veio de um dos fãs. O mesmo viu um vídeo relacionado à química, no qual cartões com AR expandiam fórmulas químicas em uma visão 3D. Contudo, o vídeo rapidamente começou a circular na Internet e as pessoas começaram a se questionar do porquê não aplicar isto aos jogos de cartas.

Mas antes que eu me esqueça. Me recordo de ter visto um vídeo do Japão, onde dois duelistas se enfrentavam em uma competição. A batalha entre ambos foi televisionada e conforme jogavam, os monstros eram projetados na transmissão. Entretanto não me recordo o nome do mesmo para adicioná-lo aqui. Vale lembrar ainda, que a AR é uma tecnoliga que vem sendo muito desenvolvida nos últimos anos. Jogos como Pokémon GO e Ingress a utilizam em larga escala.

Redução nos impostos de games

Outro assunto que gostaria de trazer aqui para vocês foi o andamento do processo para a redução dos impostos sobre games e afins. Em resumo, a alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados para consoles, acessórios  e demais eletrônicos do ramo diminuiu. Um pouco, mas diminui,

Antes rodava em torno de 20 a 50%, agora fica entre 16% a 40%. Todavia, no meu ver, essa redução não é tão significativa. Abaixo 4% no ponto mínimo e 10% no ponto máximo. O meio entre esses valores continua similar, sendo assim, é provável que não sintamos tanta diferença nos valores como muitos podem achar. Eu conteria um pouco as expectativas.

 

Boa noite, hoje falarei do Mario Kart Tour, que chegará em breve, direto no seu celular. Mario Kart Tour é a aposta de mais um jogo mobile por parte da Nintendo. Nele você terá as mais diversas funções da série Mario Kart, adaptadas para a versão mobile e poderá jogar a qualquer hora e em qualquer lugar.

Como funcionará

Até o momento, o que se sabe é basicamente mera especulação. Um vídeo de gameplay teria vazado na Internet, mostrando personagens, carros e pistas jogáveis. Incluindo aí também uma corrida inteira em uma clássica pista do Mario Kart do SNES.

Todavia, de fato é muito intrigante pensar como o jogo funcionará no celular. Digo isso porque, apesar de o Mario Kart não usar e abusar de todos os botões de um controle de video game, no celular não há botões.

Sendo assim, como ficará a questão de aceleração, freio, drift e direcionamento do kart? Ao mesmo temo será preciso utilizar os itens que estão presente no jogo. Como será sua ativação? São questões básicas que estão rondando minha mente.

Na gameplay vazada é possível inferir algumas coisas. Por exemplo, a direção do kart é visualizada com uma seta. Entretanto, penso eu, e considerando os celulares mais modernos, o jogo poderia se utilizar de giroscópio para direcionamento do kart. Logo, restaria ao toque na tela ativar o item e utilizá-lo, porém faltaria a função de como será feita a aceleração, freio e drift… sem contar os jumps.

Por outro lado, apesar das adaptações, o jogo parece muito bonito graficamente. É fiel aos modelos do console, e  contará com sistema de ganhos de moedas. E por fim, certamente contará com microtransações ou então adquirido por um único pagamento no store do celular e com uma moeda própria interna. Semelhante ao que ocorre com o jogo do Mario e outros mobiles da Nintendo.

A previsão é que o jogo seja lançado entre junho e setembro.

Olá pausadores, como vão? Hoje falarei de algo um pouco diferente: Os funkos mais recentes que você certamente irá querer na coleção. Além de variar um pouco, o assunto será toys. Mas só estou aqui comentando desse tema justamente por causa do mais novo anúncio da Funko.

Esta semana eles revelaram o lançamento de um Pop Funko do Bulbassauro, o pokémon inicial tipo grama/venenoso da primeira geração de monstrinhos. E eu fiquei paralisado por um instante. Isto porque, até então, só tinha conhecimento do funko pop do Pikachu. O qual por sua vez ficou até que engraçadinho.

Porém o Bulbasauro ficou mais “cute”. Mesmo ele tendo uma cara mais fechada e séria no jogo e anime, tem um certo carisma. Isto foi o que prevaleceu na feição do boneco. De resto está bem próximo do personagem, mantendo as características de um funko original. Talvez os fãs estranhem o olho na cor preta, uma vez que seus olhos são avermelhados.

Logo que ele foi oficialmente anunciado no Instagram da Funko, começaram a especular pelo Charmander e Squirtle. Os outros dois pokémons iniciais de Kanto. Vocês podem imaginar como eles seriam, caso lançassem?

Não contavam com a astúcia deles

Enquanto isso, já foram lançados os funkos do Chaves e do Chapolin. E surtei. Geralmente funkos não me atraem, nem me chamam a atenção. Entretanto, estes dois me deixaram com a carteira coçando para comprar.

O do Chaves vem com ele dentro do barril. Na posição da memorável frase: “Isso, isso, isso” do personagem de Roberto Gómez Bolaños. Os detalhes do gorro e da roupa também são de admirar. Já o Chapolin está em sua pose tradicional de “não contavam com a minha astúcia”. E é incrível a fidelidade ao personagem, tanto na marreta como no tamanho real… digo!

No mesmo instante em que vi o boneco, por um momento pensei em adquiri-lo. Renderia boas fotos. E também me lembrei do episódio dos duendes na casa, tomando água da Jamaica. Realmente não esperava que a Funko fosse lançar estes dois pops. E ficaram excelentes. Estão praticamente esgotados em quase todas as lojas.

E aí, o que acharam, vão querer um desses para vocês?