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No começo do ano já tivemos um grande lançamento da Disney, Wifi Ralph chegou para detonar a internet, mas será que detonou mesmo?

Assisti o filme e devo dizer que fiquei um pouco dividida. Eu sou super fã do primeiro filme, acho ele incrível demais, como apresentou ideias inovadoras a respeito de uma coisa tão simples e já esquecida por muitos, chamado fliperama. E esse esquecimento pode ser notado logo no início do filmes, ao invés de estar lotado como no primeiro filme, vemos que com o passar dos anos, as pessoas foram se “esquecendo” do Fliperama do Senhor Litwak, e cada vez menos gente aparece por lá. Claro, pois Detona Ralph também entrou na era da internet.

Como sempre Wifi Ralph trouxe novamente uma forma muito legal para se enxergar coisas simples como a internet. A forma como eles representaram, os usuários, vírus e os sites de compras, e outros, foi simplesmente genial. Você começa a usar a internet de uma forma um pouco diferente depois assistir o filme.

É claro que acena que eu mais queria ver era a interação da Vanellope, com as princesas da Disney, e vou admitir que não decepcionou. foi muito bom ver a Branca de Neve, e a Cinderela nas telonas. Foi muito bom ver todas juntas pois assim podemos ver de fato a evolução do conceito de princesa, e como ele foi evoluindo ao longo de todos esses anos. Como cada uma representa de forma impecável o retrato da sua própria era.

O filme tem um mensagem de amizade muito bonita, e que é realmente tocante. O único ponto de ressalva que eu tive, foi a mudança de plot excessiva, e que as vezes ficava um pouco cansativa, e que a essência do filme se parece muito com o do primeiro filme.

Porém o filme é uma aventura muito legal, e eu recomendo a todos!

Faz algum tempo que eu já terminei esse livro, porém sempre me pego pensando nele, então decidi compartilhar o que eu achei desse incrível compilado de casos de Serial Killers. apesar de ser um termo bem recente, começou a ser utilizada apenas nos anos 70, esse tipo de criminoso sempre existiu.

O livro de Harold Schechter é com certeza uma das coletâneas mais completas que eu já tive acesso em português, e o trabalho da Dark Side com o livro deve ser enaltecido, pois o livro é muito bem editado, organizado além de ter a capa dura e com textura. Descobri minha paixão por esse assunto depois de ter visto aquela série “Mind Hunters” da Netflix, que é inclusive muito boa. Comecei a me interessar bem mais pelo assunto de Serial Killers, o que me levou a esse livro.

E olha, é um assunto fascinante, entender como a mente dessas pessoas trabalha e o que levas essas pessoas a cometerem esses tipos de crimes tão horríveis. O livro separa e categoriza de forma bem didática todos os “tipos” de serial killers que temos até hoje (vai que um novo tipo surge não é mesmo) e dentro dessas características conhecemos pessoas do mundo inteiro das mais diversas épocas do mundo. Foi com certeza um trabalho muito bem feito. Da para aprender muito e ter uma leve noção do que se passa na cabeça de um assassino em série.

Apesar de ter 472 páginas, não precisa se acanhar, para quem não gosta muito de livros grandes, ele é cheio de ilustrações, fotos reais de casos e é escrito de uma forma bem fluida e que da vontade cada vez mais de saber sobre essas pessoas tão peculiares. São histórias reais de assassinos reais que pode estar dentro do seu trabalho, dentro da sua comunidade ou mesmo dentro da sua casa.

No último dia 29, estreou nos cinemas a nova comédia da Paramount Picures: De repente uma família, e o Pausa Para Nerdices foi convidado para assistir e contar para vocês o que achamos dessa produção com gostinho de programa de família!

Pete e Ellie, vividos pelos atores Mark Wahlberg e Rose Byrne, são um casal jovem, apaixonado e bem sucedido! Em resumo: são muito felizes. Eles acreditam que nada falta na vida deles até que começam a se perguntar: está na hora de termos filhos? Eles decidem adotar uma criança e ao procurar um curso para “futuros adotantes” acabam indo parar em uma feira destinada a proporcionar encontros entre crianças disponíveis para adoção e futuros pais. Lá eles acabam se encantando pela adolescente de gênio forte Lizzie, vivida com maestria pela atriz Isabela Moner, e decidem adotá-la, porém Lizzie tem um pequeno “pacote” que vem junto com ela, seus irmãos menores: o medroso Juan (Gustavo Queiroz) e a pestinha, Lita (Julianna Gamiz). Em um piscar de olhos, o que era pra ser uma experiência nova e encantadora se torna um pequeno pesadelo, onde Pete e Ellie precisam aprender muito mais do que ser apenas pais, eles precisam aprender a conquistar a confiança das três crianças para que a paz volte a reinar no seu lar perfeito!

Comédias com uma pitada de romance não são bem o meu tipo preferido de filme, por isso, acredito que eu tenha sido a melhor escolha para escrever uma crítica sobre De repente uma família! Não sou muito de me derreter à toa, mas esse filme conseguiu superar todas as minhas expectativas mais ambiciosas! Na contramão de comédias do tipo pastelão, o filme traz uma realidade baseada na vida real, pois, vários fatos foram inspirados na vida do diretor e roteirista, Sean Anders, e é tão tão tão realista que você, mesmo não sendo mãe nem pai, se identifica muito quando diz respeito a crianças em todas as fases da vida!

Das cenas cotidianas sobre as birras intermináveis da pequena Lita, reações exageradas de Juan, toda a negação e rejeição à adoção por parte da adolescente Lizzie, uma família que se mete mais do que deveria e dois pais de primeira viagem que não fazem a menor ideia do que estão fazendo para lidar com três momentos emocionais tão diferentes, você passa por momentos onde ri muito, se perguntando se você também teria comprado a boneca para a Lita parar de chorar ou sido tão dura com a Lizzie, e momentos onde você chora de mais (#real #oficial), pensando como seu coração se despedaçaria e se derreteria por cada momento chave do filme. É a melhor montanha russa emocional que eu já fui! Hahahah

Equilibradíssimo entre o drama das crianças com a mãe biológica, e dos pais adotivos que estão tendo dificuldades com como lidar com essa situação nova e as peripécias de cada uma das três personalidades super diferentes, o filme consegue te fazer rir ainda com lágrimas nos olhos e te fazer chorar enquanto ainda está rindo! Minhas salvas de palmas para o diretor, pois, esse equilíbrio tão gostoso e natural exemplifica perfeitamente o que deve ser estar na situação de Pete e Ellie: divido sempre entre momentos tristes, emocionantes e felizes! Sem nunca querer parar (mesmo quando você pensa que ser parar!). Os pontos mais engraçados são sempre os que todos estão juntos (ou as seções em grupo com os pais adotivos!), com menção honrosa para Juan, que na sua inocência descabida comete cada deslize que você mal consegue acreditar! Mas que aposto que conhece uma criança assim como ele, e se não conhece é porque provavelmente essa criança que fazia tudo errado era você! hahaha

Tenso nos momentos certos, com pitadas de suspense e surpresa, o filme consegue ser tão realista que não tem como não gostar! Fala das dificuldades pelas quais passam tanto os pais adotivos, na adaptação das crianças, quanto das crianças, principalmente aquelas que ainda tem pais biológicos vivos e que foram retiradas deles por motivos de segurança, como é o caso de Lizzie e seus irmãos e fala também sobre a dificuldade em se conseguir uma lar adotivo para adolescentes e como isso é essencial para a formação dos mesmos, essa rede de apoio chamada família que quando temos não damos o devido valor!

Entre ensinar limites para uma pequena de gênio forte, convencer um jovem rapaz que tudo bem errar as vezes e “deixar ir para o mundo” uma adolescente que você mal pôde proteger ou instruir, De repente uma família te mostra tudo pelo qual cada pai passa, sejam pais biológicos ou não, apenas agravado pelo fato que que pais adotivos não tiveram uma vida inteira dos filhos para errar e acertar, e tudo vem de uma vez só! Mas Pete e Ellie acabam entendendo que uma família é muito mais do que pais que mandam e filhos que obedecem! Eles aprendem tanto com os três novos filhos quanto às crianças com eles e isso torna o filme tão inspirador e emocionante.

E ai, ficou curiosos para saber os mil casos de família que essa delícia de comédia tem? Gostam desse tipo de filme? Eu fiquei mais do que encantada! <3

Obrigada Pelo convite, Paramount Pictures, eu adorei! 😀