Escolhidos para você

No último dia 29, estreou nos cinemas a nova comédia da Paramount Picures: De repente uma família, e o Pausa Para Nerdices foi convidado para assistir e contar para vocês o que achamos dessa produção com gostinho de programa de família!

Pete e Ellie, vividos pelos atores Mark Wahlberg e Rose Byrne, são um casal jovem, apaixonado e bem sucedido! Em resumo: são muito felizes. Eles acreditam que nada falta na vida deles até que começam a se perguntar: está na hora de termos filhos? Eles decidem adotar uma criança e ao procurar um curso para “futuros adotantes” acabam indo parar em uma feira destinada a proporcionar encontros entre crianças disponíveis para adoção e futuros pais. Lá eles acabam se encantando pela adolescente de gênio forte Lizzie, vivida com maestria pela atriz Isabela Moner, e decidem adotá-la, porém Lizzie tem um pequeno “pacote” que vem junto com ela, seus irmãos menores: o medroso Juan (Gustavo Queiroz) e a pestinha, Lita (Julianna Gamiz). Em um piscar de olhos, o que era pra ser uma experiência nova e encantadora se torna um pequeno pesadelo, onde Pete e Ellie precisam aprender muito mais do que ser apenas pais, eles precisam aprender a conquistar a confiança das três crianças para que a paz volte a reinar no seu lar perfeito!

Comédias com uma pitada de romance não são bem o meu tipo preferido de filme, por isso, acredito que eu tenha sido a melhor escolha para escrever uma crítica sobre De repente uma família! Não sou muito de me derreter à toa, mas esse filme conseguiu superar todas as minhas expectativas mais ambiciosas! Na contramão de comédias do tipo pastelão, o filme traz uma realidade baseada na vida real, pois, vários fatos foram inspirados na vida do diretor e roteirista, Sean Anders, e é tão tão tão realista que você, mesmo não sendo mãe nem pai, se identifica muito quando diz respeito a crianças em todas as fases da vida!

Das cenas cotidianas sobre as birras intermináveis da pequena Lita, reações exageradas de Juan, toda a negação e rejeição à adoção por parte da adolescente Lizzie, uma família que se mete mais do que deveria e dois pais de primeira viagem que não fazem a menor ideia do que estão fazendo para lidar com três momentos emocionais tão diferentes, você passa por momentos onde ri muito, se perguntando se você também teria comprado a boneca para a Lita parar de chorar ou sido tão dura com a Lizzie, e momentos onde você chora de mais (#real #oficial), pensando como seu coração se despedaçaria e se derreteria por cada momento chave do filme. É a melhor montanha russa emocional que eu já fui! Hahahah

Equilibradíssimo entre o drama das crianças com a mãe biológica, e dos pais adotivos que estão tendo dificuldades com como lidar com essa situação nova e as peripécias de cada uma das três personalidades super diferentes, o filme consegue te fazer rir ainda com lágrimas nos olhos e te fazer chorar enquanto ainda está rindo! Minhas salvas de palmas para o diretor, pois, esse equilíbrio tão gostoso e natural exemplifica perfeitamente o que deve ser estar na situação de Pete e Ellie: divido sempre entre momentos tristes, emocionantes e felizes! Sem nunca querer parar (mesmo quando você pensa que ser parar!). Os pontos mais engraçados são sempre os que todos estão juntos (ou as seções em grupo com os pais adotivos!), com menção honrosa para Juan, que na sua inocência descabida comete cada deslize que você mal consegue acreditar! Mas que aposto que conhece uma criança assim como ele, e se não conhece é porque provavelmente essa criança que fazia tudo errado era você! hahaha

Tenso nos momentos certos, com pitadas de suspense e surpresa, o filme consegue ser tão realista que não tem como não gostar! Fala das dificuldades pelas quais passam tanto os pais adotivos, na adaptação das crianças, quanto das crianças, principalmente aquelas que ainda tem pais biológicos vivos e que foram retiradas deles por motivos de segurança, como é o caso de Lizzie e seus irmãos e fala também sobre a dificuldade em se conseguir uma lar adotivo para adolescentes e como isso é essencial para a formação dos mesmos, essa rede de apoio chamada família que quando temos não damos o devido valor!

Entre ensinar limites para uma pequena de gênio forte, convencer um jovem rapaz que tudo bem errar as vezes e “deixar ir para o mundo” uma adolescente que você mal pôde proteger ou instruir, De repente uma família te mostra tudo pelo qual cada pai passa, sejam pais biológicos ou não, apenas agravado pelo fato que que pais adotivos não tiveram uma vida inteira dos filhos para errar e acertar, e tudo vem de uma vez só! Mas Pete e Ellie acabam entendendo que uma família é muito mais do que pais que mandam e filhos que obedecem! Eles aprendem tanto com os três novos filhos quanto às crianças com eles e isso torna o filme tão inspirador e emocionante.

E ai, ficou curiosos para saber os mil casos de família que essa delícia de comédia tem? Gostam desse tipo de filme? Eu fiquei mais do que encantada! <3

Obrigada Pelo convite, Paramount Pictures, eu adorei! 😀

E aí, PotterHeads de plantão?! Ceis já foram ver Animais Fantásticos: os Crimes de Grindelwald, né? NÃO? #RelaçõesCortadas haha brincadeira! Eu perdoo! Mas já aviso de antemão que esse post contém um spoiler de leve a moderado, então se você é daqueles, que como eu, não entra nem na internet enquanto não viu o filme pra não ser “spoilerizado”, corra pras montanhas e guarde sua curiosidade pra mais tarde…aliás…corre lá pro post do Leandro com a crítica do filme que vocês vão curtir muito e sem informações proibidas, apenas com aquela aguçada de leve nas suas lombrigas! 😉

Agora, pulada a parte em que eu me desculpo com quem veio ler o post sem querer ver spoiler, você, meu amigo, que já viu o filme, vem cá e me conta…TU FICOU IMPACTADO, NÉ? Porque euzinha aqui fiquei! Daquelas de ficar fazendo contas no cinema, lembrando quando cada personagem nasceu, e pensando WTF, JO???

Óbvio que a surpresa mais impactante do filme não foi nem de longe a presença tímida de um sobrenome velho conhecido nosso bem colocada no meinho de uma cena de uma forma que só faz você pensar uma coisa: Uepá, Jô!!! Quequéiçu, mulé? Mas nós, calejados que somos, com os pequenos vislumbres que a Jô dá em um livro pra emendar o nó 1.000 páginas depois…quem não lembra do Cálice de fogo, quando Harry narra os acontecimentos do cemitério para Dumbledore e que quando ele diz que Lord Voldemort usou seu sangue na poção que o fez ressurgir “Por um instante fugaz, Harry viu um brilho que lembrava triunfo nos olhos do diretor.” e que anos depois, em as Relíquias da Morte entendemos o porquê?!…É meu caro, Rainha Jô não dá ponto sem nó, não! Então a menos que tenha alguém brincando com um vira-tempo, ou que Barry Allen tenha criado um FlashPoint na saga errada, a presença da pequena frase “Professora McGonagall, por favor, poderia acompanhá-los” não estaria ali por acaso! TEM COISA AÍ, MOÇADA!

Claro que, a menos que tenha rolado um “bang” com um vira-tempo, realmente não poderia ser nossa querida animaga Minerva McGonagall a personagem que mal vemos em Os Crimes de Grindelwald, mas pensando no histórico familiar de Minerva, será que podemos prever informações novas sobre sua família que justificariam sua genialidade e proficiência ímpar em magia?

Tem muita gente afirmando que deve ser apenas um retcon, mas eu me recuso a acreditar que Jô passaria a vida toda escrevendo essa saga, fazendo os links mais perfeitos e complexos do mundo, pra chegar aqui e se permitir isso! Oremos!!!

Recapitulando: Minerva McGonagall nasceu na Escócia, em 4 de outubro de 1935, bisneta de uma talentosa bruxa e mestiça, filha de uma bruxa, Isobel Ross, com um trouxa, o ministro da Igreja Presbiteriana, Robert McGonagall. Durante a infância, Minerva precisou esconder sua magia, pois, seu pai não sabia da condição de Isobel quando se casaram, porém acabou por aceitar quando a verdade lhe foi revelada. A partir daí, Minerva ajudou a mãe a esconder a magia de seus dois irmãos mais novos, Robert e Malcon, do restante da comunidade em que viviam, enquanto sua mãe abdicou de sua varinha em prol de manter sua vida e família como eram. Em 1947, Minerva ingressa em Hogwarts, e se forma 7 anos depois, em 1954, como uma aluna brilhante, se equiparando a Dumbledore em números de NOM’s e NIEM’s obtidos. Após sair da escola é convidada para um cargo no Ministério da Magia Britânico, no Departamento de Execução das Leis da Magia e resolve ir passar as férias com seus pais antes de voltar para assumir o cargo. Durante as ferias conhece um trouxa,  Douglas Mcgregor, por quem se apaixona perdidamente e que a propõe casamento poucos dias depois. Após ter aceitado, Minerva se vê pensando em sua mãe e todas as concessões que teve que fazer por amar um trouxa e no Estatuto de Sigilo em Magia, que estaria quebrando ao se casar com ele e desiste do relacionamento para seguir sua carreira no Ministério. Em 1956, ingressa como professora em Hogwarts, no mesmo ano em que Dumbledore assume a diretoria da escola.

Então, meus caros, sendo a família bruxa de Minerva existente sob a árvore genealógica da família Ross, seus irmãos todos mais novos e homens, ela não nascida na época de Os Crimes de Grindelwald (1927), sua mãe fingindo ser uma trouxa naquela época, e sua bisavó talentosa uma Ross…e eu me recusando a crer que isso seja apenas ma mudança na linha do tempo que eu defendo com unhas e dentes…Seria a moça uma adição bruxa a árvore genealógica da família de Robert McGonagall? Uma forma de Jô nos mostrar que não existem famílias, nem bruxas, nem trouxas, que não sejam miscigenadas em algum momento da história? Uma forma dela de desmistificar o mito dos sangue-puros? Ou de explicar as crianças nascidas de pais trouxas, como nossa amada Mione Granger?

É aguardar pra ver, não é mesmo??? E eu vou morrer de curiosidade até lá!!!

E vocês, o que acham da aparição de uma misteriosa McGonagall em Os Crimes de Grindelwald? 

É isso mesmo que vocês estão pensando! Nessa madrugada, a rainha JK Rowling deu dicas pelo Twitter (rede social preferida dela!) de que o próximo filme da franquia Animais Fantásticos pode se passar no Rio de Janeiro na década de 1930! E os fãs brasileiros, sempre a postos, foram à loucura!

No primeiro anuncio oficial sobre os filmes, láaaa em 2015, os estúdios Warner Bros. prometeram uma trilogia para a franquia Animais Fantásticos, porém em 2016, quando o primeiro filme foi lançado, JK respondeu à um fã pelo seu Twitter a confirmação de que teríamos cinco filmes e não apenas três, em forma de um tuíte mega icônico e cheio de mistério, como só ela sabe fazer, que supostamente dizia a ordem e os países onde cada filme seria rodado.

Desde então todos os fãs estão aguardando mais informações sobre os próximos passos dos nossos mais novos amados personagens. Com a estréia de Animais Fantásticos: os crimes de Grindelwald batendo à porta, chegou o momento de JK liberar mais informações para nós, como é costume dela fazer.

Então nessa madrugada/manhã ela trocou sua head do Twitter por uma foto do Rio de Janeiro e após ser questionada por um fã sobre o que seria a imagem ela respondeu: “Jo, você poderia explicar seu header?” “É o Rio da Janeiro nos anos de 1930.”

E quando se deu conta do “errinho” em “Rio da Janeiro” (que eu particularmente acho que foi intencional para gerar um gancho para o próximo tuíte haha com JK Rowling nunca sabemos…), ela fez nossos corações pararem por um segundo ao replicar: “de Janeiro! Desculpe, eu não sei o que aconteceu!” “Digamos que eu realmente seja capaz de escrever corretamente o Rio de Janeiro, considerando quantas vezes eu escrevi/digitei isso nos últimos meses.”

Meu palpite inicial era de que o quarto filme se passaria aqui em terras tupiniquins, por conta da ordem dos idiomas tuitados pela Jo quando confirmou que seriam cinco filmes: inglês, francês, alemão, português/espanhol e italiano, mas considerando que Animais Fantásticos 3 estréia em 2020 e que ela está atualmente escrevendo muito sobre o Rio, é bem provável que a ordem tenha sido repensada por ela e que realmente o terceiro filme seja aqui! Yeeeeei!

Mais alguém morrendo de ansiedade pra saber quem Newt e cia conhecerão aqui no Brasil e quais novidades sobre varinhas tipicamente brasileiras e nossa escola de magia, CasteloBruxo, vão surgir?

Dando F5 no PotterMore loucamente hahaha Já estou pirando! 🙂

Beijos e até a próxima!