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Olá, como vocês estão? Estou aproveitando o mês de outubro para assistir às programações dos filmes e séries de terror que estão sendo lançados. Ontem decidi dar uma chance para o filme ELI que está disponível na Netflix.

Eli: novo filme da Netflix rende alguns sustos

Eli é um garoto que sofre com uma doença imunológica. Ele precisa viver em um ambiente esterilizado e por conta dessa limitação não tem contato com o mundo exterior. Apesar da sua condição não ser explicada no início do filme, quando exposto, sua pele fica avermelhada e começa a queimar. Depois de procurarem por diversas opiniões médicas, seus pais decidem investir em um tratamento experimental. Eles confiam e acreditam que a doutora Isabella Horn pode curá-lo. Só que para isso acontecer, eles precisam se hospedar na mansão – onde fica esse laboratório – durante o tratamento. No entanto, à medida que Eli inicia este processo, passa a ser assombrado e vive algumas experiências que o fazem questionar sobre a sua doença e em quem pode confiar.

O que achei do filme

A premissa não é original e o filme é uma mistura de thriller psicológico com sobrenatural. Mas apesar dos clichês, rende alguns sustos e possui um roteiro interessante. Consegui me envolver com o problema de saúde do protagonista e de duvidar do que estava vendo. Sabe aquela busca doentia pela “cura” para ter um filho “normal”? Dá pra usar esse questionamento em outras pautas, né? Enfim, seus pais querem que Eli seja um garoto “normal” e acreditam que esta doutora consegue salvá-lo, mas não se preocupam se este tratamento é invasivo.

No entanto, ao invés de apresentar melhoras, Eli piora a cada sessão. Seus pais não acreditam em seus relatos e acham que esse comportamento deve ser efeito dos medicamentos. Mas eventos paranormais se manifestam e o garoto passa a ver crianças mortas andando pela mansão. Como eu disse, tem cenas que rendem alguns sustos e se você tiver claustrofobia pode se incomodar em alguns momentos. Afinal, Eli sofre de uma doença imunológica e precisa ficar em um ambiente esterilizado e por conta dessa limitação, há cenas de confinamentos e impossibilidade de movimento. Apesar da reviravolta nos minutos finais não ter me convencido em nada, gostei de assistir.