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Era uma vez um Deadpool é o mais não tão novo filme do sarcástico anti-herói mais engraçado da Marvel.  Fomos conferir em primeira mão na Cabine da Fox Filmes do Brasil esse conto de Natal. E a primeira coisa que notamos é que o próprio Deadpool continua sendo o narrador de sua história. Desta vez ele pretende contar os fatos de Deadpool 2 de modo que toda a família possa assistir. Ou quase isso.

Não espere por grandes reviravoltas ou novidades. Para quem assistiu ao segundo filme, muito provavelmente este não preencherá muito a vontade por coisas inusitadas. Exceto por algumas sketches onde o nosso anti-herói dialoga com outro personagem estrategicamente raptado para fazer parte do filme.

O bom é que podemos rever os fatos e analisar novamente nas telonas os detalhes do segundo filme, já até preparados para o que está por vir em cada cena. Entender melhor como que os personagens foram montados e adaptados para o cinema, principalmente o Cable, uma vez que ele possui nuances bem distintas aqui. Mas de todos os personagens o que mais me agradou foi mesmo a Domino.

Tanto a atriz como a personagem per si sobressaem-se nas cenas, seja em ação ou em diálogo. No meu ver, foi a que mais deu vida a personagem e a fez se destacar dentre os demais. E convenhamos que o poder mutante dela seria uma beleza por aqui, pois não teria um infortúnio só para atrapalhar as coisas.

E por fim

Entretanto, o melhor sempre fica pro final, não é mesmo? Mais uma vez as cenas pós créditos vieram em quantidade generosa, mas o que realmente pegou em cheio os espectadores foi exatamente a última cena. Acredito que, pela reação dos que lá estavam, ninguém esperava por aquilo. Foi muito tocante e quem diria que um filme do Deadpool faria a platéia chorar.

Mas é isso pessoal. Se querem rever as melhores cenas de o Deadpool 2 e ainda se emocionar ao final, vão conferir Era uma vez um Deadpool.