20
dez
2016

Rogue One: Uma história MUITO nescessária de Star Wars


Por Lívia Jurkowitsch 

(VAI TER SPOILERS! SE VOCÊ NÃO VIU O FILME CUIDADO!)

Como o Leandro ainda não conseguiu ver o filme Rogue One: Uma história de Star Wars, eu to aqui para dizer as minhas impressões sobre o filme (Já que eu já vi o filme 2 vezes! hahaha). Para quem ainda não sabe eu gosto de star wars desde que eu me dou por gente… Achava que um dia ia ser jedi e tudo! Meu TCC da faculdade foi sobre star wars, então esse é um assunto que gosto de comentar! ^^

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Para esse filme eu fiz algo que nunca tinha feito antes, eu consegui não ver nenhum teaser/trailer, nada! Eu não vi nenhum material promocional sobre Rogue One! Eu só sabia que era a história do esquadrão que roubou os planos da estrela da morte, que inclusive é citado no filme IV. Posso dizer que foi uma boa experiência, tirando a gastrite que eu contraí em 2016! hahahah 

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Mas vamos ao filme. Logo no começo eu já fiquei bem desapontada por não ter a entrada clássica de TODOS os filmes de Star Wars, eu ainda acho que ela faz muita falta, e apesar de entender que se trata de uma história que já tem o seu começo e a sua sequência, eu ainda queria ver as letrinhas amarelas passando pela tela como sempre.

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Eu achei a ambientação muito legal! Minha amiga que estava comigo até ficou um pouco perdida por não ser um planeta desértico, achei que ficou um pouco confuso no começo, por que não temos uma apresentação clara dos personagens. Mas isso logo se resolveu ao longo do filme. 

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Apesar de ser Star Wars, eu não fiquei muito empolgada com o começo do filme… Não sei dizer muito bem o por que. Só sei que eu me peguei pensando no meio do filme, como eu iria explicar para todo mundo que eu não tinha gostado daquele filme. Talvez esse sentimento surgiu por que eu não consegui me conectar com os personagens principais, Jyn e Cassian logo no começo, algo que sempre aconteceu nos outros filmes. Jyn não foi uma personagem com quem eu pude me conectar até a metade do filme, achei que a Felicity Jones, apesar de ser uma atris incrível, não se encaixou muito bem no papel. E o Cassian eu só não fui com a cara dele mesmo! XD Mas com o passar do filme eu fui ficando mais amiga deles e chorei quando os dois se abraçaram na praia encarando o destino final deles. 

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Mas agora vem a jóia do filme. K-2s0! Que robô INCRÍVEL! Eu adorei o dublador dele, Alan Tudyk fez um excelente trabalho de dublagem! O senso de humor sínico que o K tem é muito engraçado, e você começa a gostar dele logo nas duas primeiras falas do dróide. Todas as aparições do Robô são geniais e eu me relacionei com ele logo de cara, e inclusive chorei um pouco com o seu final trágico, e muito digno. Lógico que eu sabia que ninguém no filme ia sobreviver, por que nenhum deles existem no episódio IV, mas mesmo assim foi difícil. Eu não tinha me conectado com um dróide assim desde o R2-D2

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Outro dois atores que me deixaram muito felizes foram, Donnie Yen que interpretou o Chirrut Îmwe, o cego mother fuker que deu um pau em todos mundo! Apesar de ser uma história sem jedi, Star Wars precisa sim ter um elemento mistico, e Chirrut trouxe esse elemento. O segundo ator foi Ben Mendelsohn, e interpretou o “vilão” do filme, Orson Krennic, já começando pelo seu nome muito legal! Mas é aquele tipo de vilão que você odeia só de olhar para a cara dele. Ele trouxe de volta aqueles personagens velhacos do episódio IV que eu morria de medo, como o Almirante Tarkin, que por sinal, ESTAVA NO FILME, que eu senti muita falta no episódio VII

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Gente, o que foi aquela recriação do Almirante Tarkin! Eu logo de cara vi que era CGI, mas teve gente que não percebeu. Tarkin foi interpretado pelo incrível Petter Cushing que faleceu em 1994,um ano depois que eu nasci, ou seja seria impossível ele estar vivo, mas graças à computação gráfica mesmo morto o cara apareceu no filme, quem ajudou para que isso fosse possível foi o ator Guy Henry.

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Esse é o Guy ao lado do Petter (Tarkin original)

Os cenários foram muito bem escolhidos, Jedha é um lugar incrível! Com o templo jedi ainda inteiro, ver a Estrela da Morte ser construída e se locomovendo foi muito irado! Descobrimos que ela inclusive tem hiper drive! Tem algumas passagens de cenas muito legais, e apesar de ter uns “400” lugares diferentes do filme, foi fácil entender a transição entre ele, menos em um.

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Sabemos que Darth Vader foi criado em Mustafar, e que pelo jeito ele ficou lá, por que quando o “castelo” do Lord Vader apareceu, não teve nenhuma legenda. Mas vamos combinar, para que legenda! Darth Vader veio nesse filme mostrar por que é o vilão mais temido do cinema! Ele tem duas cenas, e as duas me fizeram pular da cadeira, e segurar a respiração! A primeira em uma simples conversa com Orson Krennic você já entende que o sith não esta de brincadeira. Me deixou muito feliz saber que James Earl Jones voltou para dar voz ao personagem. A última cena então eu não vou nem comentar! O que foi aquilo! Sabre de luz para tudo quanto é lado, mistura do uso da força com golpes de lighsaber foi simplesmente lindo! Era tudo que eu sempre quis ver o Vader fazendo, se você não gostou dessa cena, assiste de novo que você viu errado.

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O único ponto que me deixou um pouco triste foi a trilha sonora. Ela não tem nenhuma música que ficou na minha cabeça, nenhum tema muito marcante, e para mim o compositor Michael Giancchino poderia ter usado mais as trilhas antigas, pois muitas vezes eu começava a ouvir um pedaço de uma música conhecida, mas ela logo terminava ou mudava de ritmo. Mesmo no episódio VII tivemos músicas clássicas então eu achei que faltou nesse filme.

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Considerações finais: Apesar de ser um spin off, foi muito bem construído, a história faz todo o sentindo e casa muito bem com episódio IV, Rogue One inclusive termina 10 minutos antes do episódio VII começar!  roteirista desse filme foi muito feliz. Acho que o mundo estava precisando desse filme, para mostrar um outro lado de Darth Vader, para mostrar que Star Wars tem sacrifícios sim, e que sabe lidar com um tema como a morte, que star wars pode sim funcionar sem sabres de luz, apesar de ser mais legal com eles. Vendo esse filme eu fico mais empolgada com o spin off do Han Solo que vem por ai. Como um todo foi um bom filme que me deixou muito feliz. Todos as referências e foram muito bem feitas e de formas bem inteligentes, e mais para frente farei um post sobre todas elas. Enfim, o filme foi bonito, te um tom de filme de guerra, um tom de filme de pessoas que realmente lutaram por uma causa e nem sempre o final é bom, mas seus frutos serão!

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É isso! O que você achou do filme? Comente ai, vamos conversar sobre isso um pouco! ^^  

 

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Zé das couves
dezembro 20th, 2016 às 20:32

1

Jedis não tem plural, o certo seria Jedi

Responder

Leandro "Conde" Lanzillotta Respondeu:

😉

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